Entre códigos, concreto, memórias e silêncios urbanos, eu comecei a construir uma história que nasceu do desejo de enxergar Ribeirão das Neves para além dos estigmas que durante tantos anos marcaram a cidade.
“A Procura” surgiu ainda na minha adolescência, como uma distopia cyberpunk, mas foi repensada como uma forma de falar sobre pertencimento, desigualdade, humanidade, sobrevivência e sobre as marcas que os territórios deixam em quem vive neles. Ao longo da escrita, percebi que essa obra carregava muito mais do que ficção, ela carrega sentimentos, vivências, inquietações e reflexões que me acompanharam durante anos.
Agora, vendo cada etapa sendo concluída, a sensação é surreal. Revisões finalizadas, projeto caminhando, identidade visual pronta e uma história que, em breve, finalmente encontrará seus leitores.
(Tô quase infartando com a ideia de ter ele em mãos).
Agora, vamos falar sobre quem está fazendo esse sonho acontecer.
Equipe "A Procura":
Eu, escritora e diretora geral.
@kethybran na produção cultural e assistência de direção.
@beoliveiraph /
@beevilz na fotografia e coordenação de mídia.
@_a_tutu no designer e diagramação.
@barbaravee_ na revisão.
Estamos oficialmente contando os dias para o lançamento de “A Procura”.
Uma distopia cyberpunk nas ruas de Ribeirão das Neves.