Caminho sozinho, em um jogo de espelhos,
Cada curva revela um pedaço sombrio,
Entre cicatrizes e risos banidos,
Tatuo o tempo em um grito sombrio.
Pintei o caos em traços de tinta,
Metade de mim em vermelho, metade em escuridão,
Como um guerreiro sem lar e sem um fim,
Percorro o nada em busca de visão.
Entre gangues de sombras e luzes em neon,
Sinto o peso do presente, o medo do além,
Mas o futuro? Esse, deixo suspenso,
Faço as pazes no abismo, de onde venho, quem sou.