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Yasmin Alves

@yalvs

@maresiafilmess 🌊⚔️ @iyaoromiomulheresdeaxe 🐚 @parteirasdasilhas 🍂 Fotógrafa 📸 Documentarista 📽️ Cinegrafista 🎥 ⚔️🌊
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Tambores do Pacoval e sua encantaria ♥️🪇🪘
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3 days ago
“Meu nome é Isabela de Fátima do Lago Vieira, Isabela do Lago, eu vivo aqui no bairro Val de Cães, eu já vivo aqui nesse bairro a cerca de 20 anos, na cidade de Belém do Pará. Cronologicamente contra tudo e todos estou chegando a meio século de existência, a minha idade nascimento e cronológica é a mesma idade que eu tenho de preparada na pena e maracá, fui preparada logo recém-nascida”. _” Eu lembro que... eu não sei se é uma história um pouco longa, eu vou tentar resumir: _ Quando eu conheci o seu banzeiro, o seu Banzeiro Grande, encantado, que eu passei minha vida inteira que ao mesmo tempo eu sabia que tinha mas não sabia, será que isso é verdade ou não, eu tava num trabalho de praia eu era bem pequena, a minha tia Alcina a minha tia que era mãe de santo, irmã da minha mãe, a minha mãe me deixou com ela, esse trabalho foi na praia do paraíso. Naquele tempo a praia do paraíso era tipo um paraíso mesmo, era uma praia bem deserta, eu acho que tinha 8 anos, 7, e aí eu ficava por ai e minhas primas já eram adultas, moças e eu era a única menorzinha e aí eu lembro que eu chorei muito porque minha mãe ia pra estrada comprava peixe e vendia no mercado em Belém, então ela me deixou lá pra eu ficar ali no meio das pessoas, pra eu não ficar só em casa e não ficar só com meus irmãos e aí lá eu fiquei e aí eu fugi eu chorei muito, e aí teve uma hora que eu fugi e a casa ficava assim, do outro lado, como ta lá aquele e ali aquela rua já era o mar então era uma descida só, e todo mundo trabalhando e preparando as oferendas pra festa, pra obrigação que ia ter na praia que ia ser a noite, e eu ó: fugi porque eu era fujona, era muito quieta muito calada mas de vez em quando eu fugia, e não tinha ninguém na praia, nem conhecido e nem desconhecido, não tinha ninguém, eu fugi pra tomar banho na praia e eu me afoguei, ali as ondas fazem assim ó, e aí a onda me pegou tanto, que eu não só engoli agua eu comi areia, e a maré foi me levando pro fundo, e eu não tinha mais força eu estava me afogando, e o que aconteceu, eu ia no fundo e voltava pra tentar respirar, quando eu voltava e olhava, tava cheio de gente tomando banho, tinham famílias inteiras, e eu pedia ajuda e as pessoa
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1 month ago
Deixe fluir... ☘️
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2 months ago
Cual mapa crees que está más chulo?
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2 months ago
🌹
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2 months ago
Navego em águas profundas, turvas, barrentas, que se reconfiguram à necessidade do respiro em uma densidade rasa, às tecnologias do impossível a qual me permito trilhar caminhos e realizar sonhos ousados. Maresia Filmes, em novo formato, celebro mais de uma década de trabalhos variados onde o foco é religiosidade, fé, saberes tradicionais, cultura popular, exaltar o protagonismo feminino e maternidade, o audiovisual como tecnologia de navegação, de continuidade e da possibilidade de comunicar o mundo de uma forma diferente, e a liberdade de poder se expressar imageticamente na construção de novas narrativas. Pelos ideais, fluidez e perspicácia do tempo, não se deixe engessar... vem navegar comigo nessa @maresiafilmess 🌊🌊🌊
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2 months ago
Apresentamos as mulheres de Axé que compõe o projeto Iyá Oromiô _“Sou Rosilene da Conceição Cordeiro, artisticamente conhecida como Rosilene Cordeiro e algumas pessoas também me identificam das redes sociais dos nossos diferentes canais de Cordeiro D’Ogum, sou uma mulher Cis interracializada, me identifico indígena afro-amazônica, uma mulher originada de rios, minha origem é da confluência do rio Arari, Marajó Açú, rio Iritúia, e dessas cidades, desses lugares ladeados de rios, margeados eu também vim dessa paragem Icoaraci, que também é um rio banhado pelo furo do maguari do Pará, baía do guajará, então... sou filha dos rios, filha, neta ,bisneta, e derivo de marinha mercantes, seis gerações aí de marinheira se marinheiros, população navegantes e viajantes migrantes que vem pra Icoaraci e aqui nascem os Conceição Cordeiro e aqui a gente já reside desde que eu nasci, nasci em Icoaraci sou icoaraciense como dizemos “os pés redondo da gema”, e aqui nessa residência nós viemos fazer nossa morada, na década de 70, minha avó e eu, vim aos 7 anos de idade estou com 52, então moramos hoje na travessa dos berredos, bairro da agulha, neste lugar que nós identificamos hoje como ponto de culturas: Poronga da Cabocla Dona Herondina e do caboclo seu Rompe-Mato, onde estou uma artista residente uma mulher de santas e santos, zeladora da casa e irmã mais velha”. Transcrição de entrevista de Rosilene Cordeiro Pesquisa: @yalvs e @isabeladolagoartista Áudio e Vídeo: @yalvs Registro fotográfico Still: @skullmil Projeto aprovado Edital 002/2025 – Fomento à Criação de Projetos Culturais da PNAB 2025/2026.
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2 months ago
Apresento a vocês “Iyá Oromiô: Mulheres de Axé” projeto de Pesquisa em Artes Visuais da fotografa @yalvs onde pesquisará a trajetória de vida e realizará ensaios fotográficos de 4 mulheres que ocupam cargos de lideranças afro-religiosas na região metropolitana de Belém. Sendo elas: Nvula Mama Kusasa – Mãe Criadeira do terreiro de Candomblé Kongo/Angola Inzo Mukongo de Etnia Bantu, Situada no bairro Brasília em Outeiro. Isabela do Lago, afro-religiosa, rezadeira da tradição de Pena e Maracá e cartomante há mais de 30 anos, no bairro do maréx. E Rosilene Cordeiro, educadora, atriz, performer, realizadora de trabalhos artísticos -culturais e cuidadora de umbanda do distrito de Icoaraci. Mãe Luci, mãe de santo do Candomblé Ketu, com mais de 30 anos de trajetória religiosa, residente no bairro do Canudos e Mosqueiro. “Iyá Oromiô” em idioma Yorubá, significa “Minha mãe de Sabedoria” ou “Minha mãe de Palavras”, encontramos esta frase, em canções e rezas referenciando os Orixás, sendo eles divindades do culto afro-religioso, cultuados como as representações das forças da natureza, o projeto faz uma homenagem para a senhora de todas as cabeças: Iemanjá, considerada a grande mãe do panteão dos orixás, sendo o seu domínio as águas, as emoções, a maternidade, a que nunca abandona seus filhos, a mãe cujos filhos são peixes, e reconhecida, referenciada e adorada em todo o Brasil. Este trabalho pretende agraciar esta energia feminina e correlacionar com a importância e legado das mães de santo, benzedeiras, rezadeiras, cuidadoras e zeladoras do sagrado, em território paraense, as quais dedicam suas vidas a serem ponte e alicerce de cuidado no respeito para outras pessoas, sendo referências nas comunidades que estão inseridas, sobretudo personalidades atuantes na luta contra a intolerância religiosa, antirracista e exemplo de resiliência e dedicação feminina. Previsão de Conclusão e divulgação do site, Abril de 2026. Design @filipe.eeh __ Projeto aprovado Edital 002/2025 – Fomento à Criação de Projetos Culturais da PNAB 2025/2026.
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2 months ago
Respeito muito os processos e passos que são guiados nessa vida, a qual as vezes teimo em assumir que precisam mudar para fluir, respeito o que se mostra cada vez mais sincrônico com os objetivos táteis e os ocultos que sismo em sempre precisar confirmar com o invisível místico que em mim também habita. Sigo em direções precisas e perigosas, caminhos tortos que se revelam o afiar de minhas lanças e a conquista de minhas batalhas, já tive uma arma muito forte que foram lágrimas jorradas no silêncio e já tive armas poderosas que se fortaleceram defender e entender que nessa vida a gente precisa sim fazer valer quem somos para que nos respeitem e auto registrar quem somos no mundo e no tempo. Nosso axé é para poucos, dividir nosso corpo-território-essência mais ainda, e hoje, diariamente aprendendo o auto-cuidado, defender e também não ter pena de quem faz mal. Agradeço ao tempo, ás águas, as estradas e as encruzilhadas, professoras de minhas existências, mestras do empoderamento e bem viver. Forografia Still do projeto "Iyá Oromiô: Mulheres de Axé" @rodolfomendonca_
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2 months ago
Bastidores do projeto @iyaoromiomulheresdeaxe , da fotógrafa @yalvs . Sessão com @cordeirod_ogum . Direção de arte: @akha.rubi Still e Assistência: Rodolfo Mendonça
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2 months ago
Montadissima no Mustang, belo cavalo que foi nosso aliado na construção artística de meu novo trabalho de fotografia-mapeamento-documental "Iyá Oroimô: Mulheres de Axé" que em breve estarei compartilhando o Instagram e futuramente o site do mapeamento e das primeiras mulheres que estão compondo o corpo do projeto, muito feliz e grata pelos caminhos pelos encontros, que a vida guie e eu tenha a rédea firme para segurar o galope. Forografia de @akha.rubi @akha.art Que também assina a direção artística do projeto Agradecimentos à @marara_kelly que cedeu o seu espaço da fazenda Itaqui para realizar o nosso primeiro ensaio. 🌊⚔️
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3 months ago
Fotografias Still do curta-documentário "Ecoa na Feira do Açaí um Batuque Ancestral" que será lançado em 2026. "O Samba Batuque Feira do Açaí é uma ocupação cultural, independente e sem fins lucrativos, que acontece desde 2020, e busca disseminar arte e cultura, de forma democrática e acessível, além de impulsionar a economia local, resgatando importantes espaços públicos e históricos da capital paraense e quebrando preconceitos e a marginalização do samba, da cultura popular e da cultura afro-brasileira". Fotografias: @kaioscardoso_ @rodolfomendonca_ @karentamiles @skullmil Filmagem e captação de som direto: @rodolfomendonca_ @yalvs @rafaelsamorafoto Realização @sambafenobatuque @sambatuquefeiradoacai
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4 months ago