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A sessão solene em homenagem aos 11 anos da ocupação nasceu de uma conversa no lançamento do livro Mercado Sul: Um Chão de Cores, junto da deputada federal Érika Kokay e do deputado distrital Max Maciel. E ontem conseguimos fazer, pela primeira vez, uma atividade sobre o nosso movimento dentro da Câmara Legislativa do DF.
Levamos nossa comunidade, nossas mestras e mestres, nossas falas, arte e presença pra ocupar aquele espaço do nosso jeito. Foi muito importante ver pessoas, coletivos e parceiros da caminhada recebendo moções honrosas, fortalecendo nossos elos, nossa autoestima e o reconhecimento da nossa comunidade cultural.
Também tivemos falas importantes de parceiros da caminhada, como o deputado distrital Fábio Félix, a professora Liza Andrade, Leandro Grass e a presença potente de Martinha do Coco.
Na minha fala, trouxe a ansiedade pelo reconhecimento do Mercado Sul como patrimônio cultural imaterial do DF e a importância de pensar políticas públicas de cuidado com o território e com quem mantém o Beco da Cultura vivo todos os dias.
Seguimos firmando nossa presença no território. ✊🏽🏘️🌳🧢🏹🌟🌱
Hoje é dia de reconhecer que o Mercado Sul Vive compõe um capítulo fundamental da história cultural do Distrito Federal! ✨🏘️
O Mercado Sul de Taguatinga é um território histórico de cultura popular, arte, memória e organização comunitária, com mais de 40 anos de movimento cultural. Há 11 anos, a Ocupação Cultural Mercado Sul Vive fortalece esse legado, transformando o Beco da Cultura em símbolo de resistência cultural, autogestão e permanência no DF.
Por isso, hoje acontece a Sessão Solene em Homenagem ao Mercado Sul, um momento de reconhecimento da importância histórica, social e cultural desse território e de todas as pessoas que constroem essa caminhada coletiva. ✊🏾🌿
📍 Plenário da CLDF
📅 12 de maio
🕖 Às 19
2ª Ball Indígena do Acampamento Terra Livre (ATL) 🏹🏳️⚧️🏳️🌈
A primeira foi semente. 🌱
A segunda já é território.
Um ato, encontro e celebração de pessoas LGBTQIAPN+ indígenas, ao mesmo tempo que se articula em aliança com pessoas negras, pela vida e por territórios que respeitem a diversidade 🏳️⚧️🏳️🌈🏹✊🏾
📸 @webertdacruz@retratacaocoletivo
Parabéns a todes que fizeram acontecer @casadeonija@indigenaslgbtq@apoinme_brasil@apiboficial
#CasaDeOnijá #ATL2026 #BallroomBrasil #vogueancestral #ballroomindigena
Do Sol a Ceí, 2024
Essa obra nasce de uma travessia que faço direto — do Sol Nascente pra Ceilândia.
Um caminho marcado pela história, pelo tempo e pelos vínculos entre cidades mãe e filho.
Mais do que registrar, eu tenho tentado entender o que essa imagem carrega.
O que existe nesse movimento repetido, nesse chão quente — não só do sol, mas também dos passos — nessa presença que insiste.
Apresentar esse trabalho na Terra dos Incansáveis, nos 55 anos de Ceilândia, também marca um deslocamento meu…
de tirar a fotografia do lugar onde ela costuma ficar e aproximar ela de outras materialidades, de outros sentidos.
Uma chegada num lugar onde tenho investido mais.
Tenho pensado a imagem como algo que também se constrói, mesmo depois de fotografada —
não só no olhar, mas na matéria, no gesto, na escolha de como ela existe no mundo.
Talvez seja sobre isso:
não só ver, mas sustentar.
não só registrar, mas permanecer.
Porque é assim que os sentidos seguem vivos —
no movimento de quem encruza todos os dias.
Agradeço à curadoria e ao convite de @gudacei e @galeriarisofloras@jovemdeexpressao por esse movimento importante de articulação e espaço de envolvimento de artistas contemporâneos ceilandenses.
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📸 fotos do brabo @rods1993 e algumas minhas tb 😋
📢🔥 A cultura que pulsa nos becos e nas ruas segue ganhando força!
Depois desse passo importante rumo ao reconhecimento do Mercado Sul como patrimônio cultural do DF, a luta ganhou ainda mais visibilidade. Agora, a pauta também chegou à TV: passou uma matéria no Jornal da Globo destacando essa conquista e a importância do território cultural do Mercado Sul para a cidade.
Na reportagem, as vozes do movimento foram ouvidas. Ramona Jucá, Garnet, Webert da Cruz e Paique Santarém foram entrevistados e ajudaram a amplificar as vozes de resistência do Movimento Cultural Mercado Sul Vive.
Essa visibilidade reforça algo que a comunidade já sabe há muito tempo: o Mercado Sul é um território vivo de arte, memória e construção coletiva.
Agora seguimos acompanhando os próximos passos do processo, enquanto a mobilização continua forte. Cada conquista fortalece ainda mais essa caminhada coletiva.
✊🏾 Mercado Sul Vive!
#MercadoSulVive #CulturaViva #PatrimônioCultural
Tudo pra cima, nada pra baixo, galerinhah! Realizando meu sonho de estudar na UnB, veyr! 😮💨🙏🏽😁💥📚👨🏽🏫 Estreando como aluno especial no Programa de Pós-Graduação do Centro de Desenvolvimento Sustentável (PPG-CDS), agr no rumo e na luta pra entrar no mestrado, com fé em Exu! 💫 Laroyê!
📰 Confira a matéria do G1 que destaca a força, a memória e a importância cultural do Mercado Sul. Parte dessa história está registrada por nós no fotolivro e na exposição Chão de Cores. Saiba mais.
A exposição Chão de Cores - Mercado Sul: memória, cultura e movimento segue aberta até dia 27/3 🥰
Um convite para apreciar imagens de 13 artistas que retratam a memória viva do nosso território cultural. Olhares que registram a força do Mercado Sul como espaço de encontro e diversidade no Distrito Federal.
Esperamos você para viver essa experiência!
📅 Visitação até 27/3 ⏰ Quintas, das 9h às 12h ⏰ Terça a sábado, das 13h às 18h 📍 Espaço Okupa - Mercado Sul - QSB 12/13, Taguatinga (DF)
No último sábado (21/02), o projeto da LPG “Mapeando Memórias Visuais: Mercado Sul – Um Chão de Cores” participou da celebração de 11 anos de história da Ocupação Cultural Mercado Sul Vive com o lançamento do fotolivro e a abertura da exposição “Mercado Sul: Um Chão de Cores” 🌟
O projeto realizou um mapeamento do acervo histórico da Comunidade Cultural do Mercado Sul (Beco da Cultura), resultando na criação de um fotolivro com imagens históricas do território, além de exposição homônima. A iniciativa fortalece o processo de reconhecimento do local como Patrimônio Cultural Imaterial do Distrito Federal.
Durante o evento, realizado no Espaço Okupa, conversamos com Webert da Cruz e Ana Noronha, organizadores da publicação que reúne fotografias, textos e registros sobre a trajetória cultural do território.
A exposição segue aberta ao público até 27/03. Para mais informações, acesse @retratacaocoletivo ✨
Entre em contato com a gente:
📧 [email protected]
📞 (62) 99612-6143 (WhatsApp)
📹 @cruziacultura
#ParaQueVejam: #ParaQueVejam: O vídeo, legendado, começa com a fachada do Espaço Okupa, destacando elementos do local e recortes fotográficos do Mercado Sul nas paredes.
Em seguida, entram em cena Webert da Cruz - um homem de cabelo curto, cacheado e loiro, com óculos apoiados na cabeça, barbicha e bigode, usando camiseta preta e colar de contas vermelhas - e Ana Noronha - uma mulher de cabelos médios, cacheados e escuros, que usa óculos e camiseta branca, segurando um livro - que falam sobre o projeto. Ao longo do vídeo, as cenas se alternam entre detalhes das páginas do livro e pessoas interagindo com a galeria. O vídeo se encerra com barra de logos.