Entre linhas desconstruídas e alfaiatarias reinventadas, nasce uma mulher feita de cera e dor, fogo e reinvenção. Inspirado na figura da Mulher da Vela, do Circo dos Horrores, este editorial é a narrativa visual de um coração partido que se transforma em sombra, em luz, em si.
A
@plantemeusossos encarna com maestria essa personagem punk, melancólica e feroz, que encontra na autoexploração o caminho para o amor próprio. Queimar não é o fim é o começo da beleza que ressurge das cinzas.
E foi nas mãos de
@prosapiadoellie que a maquiagem encontrou seu ápice uma beleza intensa, dramática, quase espectral, que costura a dor com a poesia da imagem.
E tudo isso sob o olhar magnífico de
@vserbena , que através do seu olhar eterniza a beleza em sua forma mais pura. Seu clique é certeiro, sensível, e transforma cada cena num fragmento de mundo nunca visto antes. Toni Monteiro