Comunidade, do latim “communitas”, carrega o significado daquilo que é comum, compartilhado por um grupo, para além da sua mera junção no mesmo espaço.
Uma comunidade passa a existir a partir da conexão, dos laços afetivos e da lealdade entre os membros, construídos sobre 3 pilares:
(1) identidade e valores compartilhados;
(2) sentimento de pertencimento; e
(3) apoio mútuo.
Em suma, comunidade “é o tecido invisível que transforma indivíduos isolados em um coletivo forte, onde a jornada de um se torna relevante para todos os outros.”
Não teria como definir de forma mais precisa o que é o Nutri No Front… e não poderíamos nos sentir mais felizes do que rodeados pelos nossos, nesse momento de descanso e curtição, descobrindo um pouco mais sobre cada pessoa incrível que existe para além destes profissionais que nos enchem de orgulho.
Foi demais! Obrigado, Aspiras!!
HAVE A FRONT DAY (OFF) 🙃, 2026
📸 @guicastellani@amplinutri@confront.contabil@soudobro@soudobroexperts@bebawewi@sauznutrition
É impossível finalizar esse livro sem mudar drasticamente sua perspectiva sobre o tempo.
Não apenas sobre como ele passa rápido, mas sim sobre o que você faz (e deixa de fazer) com ele.
O autor parte da premissa que teremos, em média. quatro mil semanas de existência na terra.
A partir disso, incontáveis são as provocações sobre como devemos lidar com essa contagem regressiva.
Há anos não me identificava tanto com uma obra. Inclusive, tomei a decisão de ler apenas um capítulo por dia para ter — tempo — de digerir o que havia aprendido.
Se você sente culpa quando não está fazendo nada ou convive com uma frequente sensação de pressa, eu sugiro:
Leia “Quatro Mil Semanas”. Uma nova forma de ver a vida lhe aguarda ao longo desses interessantes e provocativos capítulos.
Eu e as minhas manias...
Uma delas é ficar longos minutos fazendo malabarismos com pensamentos até que eles se aglutinem em ideias, hipóteses e coisas que consigo quantificar em etapas.
P*ta fetiche de maluco, eu sei...
O embate de hoje é pensar no que me tornou um cara tão sortudo...
Para ser mais específico: como tive tanta sorte em me aproximar de boas pessoas?
Estou escrevendo esse texto às 19h de um sábado, depois de ver que o Filipe estava, mais uma vez, organizando nosso evento presencial com atenção aos mínimos detalhes, como sempre faz.
Do outro lado, o Lucas gravava 4 toneladas de conteúdo pois ele confiou em mim quando eu disse que esse devia ser nosso foco para o trimestre.
O mais legal é que esses acontecimentos se desenvolvem em meio a um acordo tácito de não sobrecarregarmos um ao outro com interrupções ao longo do dia.
Só que tem um problema nessa parte...
...Também temos a genuína vontade de dividirmos entre nós tudo que está acontecendo.🥰
É difícil conciliar essa parte da relação, mas estamos melhorando -- muito, eu diria.
Amo vocês, caras e hoje falho miseravelmente no meu hobby de criar listas e processos, pois não faço a mínima ideia de como tive tanta sorte em encontrar vocês.
O filósofo Kieran Setiya popularizou o termo “atividade atélica”.
O conceito classifica tarefas sem linha de chegada: elas não estão ali para serem concluídas, e sim interrompidas quando você quiser.
Caminhar sem destino, observar as estrelas, conversar livremente... o prazer está no processo, sem pensar no objetivo.
Nesse feriado, decidi me cercar de atividades atélicas e me afastar de tudo que me exigisse desempenho.
Caminhei pelo campo, conversei, observei, li sem meta de páginas… só deixei o tempo me carregar de um lado pro outro.
Foi mais difícil do que imaginei, mas serviu como uma prova para perceber o quanto meu mundinho empreendedor bagunça a forma como experiencio a vida.
Volto sabendo que preciso de mais silêncio e menos desempenho. Pelo menos de vez em quando.
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