Sobrevivendo em lágrimas, e um pedaço de sorriso. ✍ 📖
Desativando o controle dos aspecto real, se observa em cada canto do mundo uma multidão se perdendo no olhar humano.
A falta da indignação se tornou um vestuário cotidiano, crianças sendo vítimas de guerras progetadas pela ganância perdida, armas, balas perdidas, que não são perdidas, bombas malditas, essas mesmas bombas romantizadas pelo telespectador do bem, que acredita que tudo vale em nome da terra prometida.
Quem ganha nessa guerra, quem mata, quem manipula crenças, uma inversão de humanidade. Nenhuma alma merece ser removido da terra em bases de barbárie seja o lado que for, todas as vidas são importância desde o nascimento.
O holocausto da nova era chegou, com uma junção de inquisição. O casamento do sexo oposto virou o incômodo, mais a violência gerada no lar feminino, a fome estaurada em morros e favelas, pouco importa para os poderosos. Mais com quem eu durmo se tornou urgente, os olhos violentos do reprimido e um semáforo com cores paradas, não nos deixam caminhar em paz. O preconceito e um verme que percorre mentes, e convence até as vítimas a serem soldados, da sua própria história em censura. Conservadores LGBT, entrando numa fuga frustrada, entre armadilhas perigosas. Lembre-se que os nossos já foram queimados em câmeras de gás, fornos crematórios, pelo desumano nazismo.
As fábricas giram sem parar, o trabalhador com sua água, café, e dores de cada dia, não tem tempo de descanso, o seu consolo e guardada sobre os bolsos, e o amigo dipirona.
Senhoras diaristas, empregadas, anjos de lar, deixam seus filhos, para cuidar de outros filhos. Lembradas em datas comemorativas, dezembro, panetones, mais ninguém pergunta seus sonhos, seus desejos reais de ser humano. São consideradas como funções, robôs, programadas para servir. Algumas passam e são apagadas como borracha em cadernos da vida, na frieza da propriedade marcada pelo submundo cruel.
Alguns corpos se desespera no encontro em suicídio, outros pagam pelo seu fim, com data, contrato, e assinatura, junto a eutanásia.
Caminho, caminho, e o que me conforta nesse exato momento são os encontros da arte. !
Minhocão underground
3 months ago