Tenho muitas coisas pra falar sobre esse ano, mas acho que ele foi principalmente sobre a sorte de ter as pessoas certas do meu lado.
Tanto os “de sempre”, que são minha base e tudo que eu conheço de mim, quanto os muitos rostos que chegaram e somaram.
Não vou citar nomes porque, como uma criança que colocava todos os bichinhos de pelúcia possíveis em cima da cama pra nenhum se sentir excluído, eu morreria de medo de esquecer alguém.
Mas quem fez parte, sabe.
Esse foi um ano que eu passei mais dentro de cidades cenográficas, estúdios e do almoxarifado do que na minha própria casa.
E eu nunca aprendi tanto.
Muito com a minha profissão em si, mas mais ainda com as pessoas a minha volta. Sou muito grata e me sinto muito sortuda de viver meus dias do lado de gente que transborda arte, criatividade e compreensão.
E eu agradeço muuuuito também a paciência dos meus amigos e da minha família que tiveram a companhia de uma Uli que dormia nos roles e que muitas vezes tava com a bateria social meio baixa no fim dos dias.
No meio disso tudo, ainda veio o Conrado. Meu amor fora do peito. O moleque mais cabeludo do mundo. Te amo cocado.
Família, colegas e amigos de trabalho, amigos de infância, amigos de faculdade, de vida adulta, do twitter, amigos que nasceram da barriga de irmãs(Ottinho🩵); obrigada a todo mundo por esse ano que no início parecia um pouco desesperador e que no final se mostrou um emaranhado de boas memórias.
preciso agradecer ao escitalopram também rs mas isso a gente deixa mais baixo.
Chegou o dia que, em palavras insuficientes, eu tento explicar o que é ter a Ana Luiza na minha vida.
Palavras normais que parecem ficar miúdas demais em comparação ao que realmente sinto. “Amor”, “admiração”, “carinho”, “irmandade”, “intensidade”. Todas elas não tem tamanho pra imensidão do que tá dentro de mim quando se trata da Nalu.
É que temos uma conexão que atravessa qualquer coisa dessa e talvez até de outras vidas.
Se não fôssemos Nalu e Uli, seríamos o sol e a floresta, mascarpone e goiabada, um golden e um gato laranja ou sei lá…duas nanobactérias(duas nanobactérias muito bonitas e engraçadas).
Sei que em qualquer configuração, gosto de pensar que daríamos um jeito de nos encontrar.
Penso também que a partir de 2021, a gente, nessa realidade aqui, mudou pra sempre. Ressignificamos muita coisa e cativamos o melhor uma da outra. Encontramos calma e caos na medida certa pra transbordar.
Eu te amo a cada dia mais um pouquinho.
Eu te admiro mais cada vez que você conta uma piada e me faz gargalhar.
Meu carinho por você aumenta a cada batida do coração do Conrado e duplica a cada batida do seu.
Você é a irmã que eu ganhei com 20 e poucos anos e descobri ser minha alma gêmea.
Amo olhar pra gente, amo ter certeza de você, amo o fato de sermos literalmente uma família agora.
Obrigada por me deixar te observar de pertinho, Nalu. Se o mundo pudesse sorrir, você(minha menina sol) seria um dos motivos.
Obrigada por me celebrar TANTO, por se fazer presente e constante.
Você é inexplicável.
Escolhi essas fotos porque todo ano gosto de tentar mostrar um pouquinho do que é me sentir acolhida na tua risada e dançar contigo a nossa amizade, dançar nessa musica que só toca na nossa cabeça e mais ninguém consegue ouvir(e que bom).
Te amo e presunto!
Não é dia 9, mas ainda é julho.
Perdoem a qualidade duvidosa das imagens, mas acho até que já é meio conceito as mídias do meu aniversário serem sempre tão caóticas. Combina muito com a energia e com o quanto a gente sempre se diverte.
Obrigada, migos! 🥹🫶🏻