Home uiu_mceePosts

Uiu Mcee

@uiu_mcee

UIU🎤 HOST/ PESQUISADOR ILUSTRAUTOR / BREAKER 22 DE 38 ANOS NA CULTURA HIP HOP Ser o MC mais Underground, também é mais um caminho para o Mainstream.
Followers
10.1k
Following
7,489
Account Insight
Score
34.65%
Index
Health Rate
%
Users Ratio
1:1
Weeks posts
O debate sobre o Conhecimento ser um elemento do Hip Hop não é uma disputa terminológica. Existe um tabu persistente, alimentado por uma visão colonizada, que tenta reduzir o Hip Hop a quatro pilares artísticos (Mc, Deejay,Breaking,Graffiti). O argumento comum é: “O conhecimento já está intrínseco na técnica”. Essa afirmação é uma meia-verdade. Sim, todo elemento exige conhecimento para sua execução, mas o Knowledge como elemento autônomo não trata do como fazer, mas do porquê ser. O Conhecimento Técnico é funcional: ele nos torna bons , rimadores, deejay, breakers, graffiteiros. O Knowledge (Elemento) é ontológico: ele te torna um Hiphopper. O debate sobre o Conhecimento ser um elemento do Hip Hop não é uma disputa terminológica. Existe um tabu persistente, alimentado por uma visão colonizada, que tenta reduzir o Hip Hop a quatro pilares artísticos (Mc, Deejay,Breaking,Graffiti). O argumento comum é: “O conhecimento já está intrínseco na técnica”. Essa afirmação é uma meia-verdade. Sim, todo elemento exige conhecimento para sua execução, mas o Knowledge como elemento autônomo não trata do como fazer, mas do porquê ser. O Conhecimento Técnico é funcional: ele nos torna bons , rimadores, deejay, breakers, graffiteiros. O Knowledge (Elemento) é ontológico: ele te torna um Hiphopper. Citação: “O Conhecimento de Rua sem o Conhecimento de Si, cria um sobrevivente sem direção. O Conhecimento de Si sem o Conhecimento de Rua, cria um filósofo sem defesa.” Um dos possíveis tabus existe porque o Conhecimento é desconfortável. Por exigir estudo, disciplina e, acima de tudo, a renúncia ao ego. Enquanto a técnica te dá aplausos, o Conhecimento te dá responsabilidade. Aceitar o Conhecimento como elemento é o maior ato de rebeldia que um Hiphopper pode exercer hoje em dia. Em uma indústria que quer que a gente seja apenas um “corpo que dança” ou uma “voz que rima sobre consumo”, pensar é ainda é a maior ameaça ao sistema. O Hip Hop não é sobre o que você faz quando sobe no palco. É o que você sabe quando desce dele. FONTES DE PESQUISA NO CARROSSEL
778 59
2 months ago
Meu nome é Wilian, mas no corre da arte, as pessoas me conhecem como Uiu Mcee. Meu nome artístico carrega um propósito: UIU : significa Utilize Inteligência Universal. Sou de São Mateus, zona leste de São Paulo, e minha caminhada na Cultura Hip Hop começou lá em 2004, quando mergulhei de cabeça no Graffiti. Não demorou muito para eu sentir o chamado do movimento e expandir meus horizontes para a dança, onde comecei a praticar Breaking na Casa do Hip Hop de Diadema. No lado profissional, atuo como Ilustrador, mas minha paixão pelo que faço me levou a conectar essa carreira com tudo o que vivo no Hip Hop. Eu não fico parado em uma coisa só: atuei como professor de dança, jornalista, continuo criando murais de graffiti e faço questão de escrever sobre a nossa cultura, registrando a nossa história. Para mim, escrever sobre o Hip Hop é uma missão vital. Através dos meus textos, busco registrar a nossa história sob a ótica de quem vive o movimento, garantindo que a memória das nossas conquistas e a profundidade dos nossos elementos sejam documentadas com a seriedade e o respeito que merecem. Escrevo para que as futuras gerações saibam quem abriu os caminhos. Além disso, acabei me consolidando como um dos principais apresentadores de eventos do cenário. Minha trajetória como Mestre de Cerimônias (MC) começou em 2010, no Tribus Festival, lá no Capão Redondo. O que me deu o estalo para assumir o microfone foi perceber que, na época, os apresentadores não davam o devido respeito à identidade dos dançarinos. Muita gente nem citava os nomes, apelidos ou as crews de quem estava ali no palco. Como eu também era dançarino e vivia a cena de perto, senti que podia trazer um diferencial: apresentar com carisma, mas, acima de tudo, com conhecimento de causa. Foto: @______coutinhoinraw T-shirt : @vistoshare
161 25
3 months ago
Quando KRSONE diz que o Hip Hop é uma “resposta coletiva à existência”, ele está alinhando a cultura ao que sociólogos e historiadores chamam de agência cultural. Para ele, o Hip Hop não começou quando o primeiro DJ ligou as picapes, mas sim quando uma comunidade marginalizada decidiu que sua existência não seria apagada pela negligência do Estado. Aplicando isso no Hip Hop: Do “Fazer” ao “Ser” Dentro da cultura, essa fala serve como um divisor de águas entre quem “faz” Hip Hop (o mercado) e quem “é” Hip Hop (o movimento). Pesquisem : Hiphopologia (Hiphopology): O estudo do Hip Hop como filosofia e ciência, muito difundido pelo próprio KRSONE no Temple of Hip Hop. A “Quinta Disciplina”: KRSONE defende que o Conhecimento (Knowledge) é o quinto elemento do Hip Hop, aquele que dá sentido aos outros quatro (MCing, DJing, Breaking, Graffiti). Sem ele, a arte é vazia. Estudos de Sociologia Urbana: Pesquisas sobre como o Hip Hop reduziu taxas de criminalidade em bairros periféricos ao oferecer um senso de pertencimento (identidade coletiva).
2,628 40
3 months ago
Cultura é o cotidiano!!!
51 1
1 day ago
Escrevendo a cada dia uma página dentro da História da Cultura Hip Hop. @renaninquerito convidou um bonde para retratar duas fotos icônicas. Mano @diretortales junto com seu time fez um trampo lindo, que está registrado no vídeo ELIS NÃO SABEM no álbum TIREOIDE. É doido pensar que antes de fazer parte disso tudo, fui na exposição que tinha exatamente as duas fotos. Sempre me mantenho na sala de aula, para um dia me tornar professor.
98 4
2 days ago
Bonde da @rawin.art ✨ Com meus manos @andrekifh & @ruan.trindade_ Valeu @bonibb por fechar com nosso bonde e geral que se identifica com seus trampos. Fotos: @jacquekinjo 🙏🏽💜
65 9
3 days ago
Te encontra logo com a distância, antes dela te dizer que já é tarde.
44 2
4 days ago
🎤 Diretamente de São Mateus, Zona Leste de São Paulo, Uiu Mcee! 💜 Meu nome é Wilian, mas no corre da arte, as pessoas me conhecem como Uiu Mcee. Meu nome artístico carrega um propósito: UIU : significa Utilize Inteligência Universal. Um dos principais apresentadores de eventos do cenário. A trajetória como Mestre de Cerimônias (MC) começou em 2010, no Tribus Festival, lá no Capão Redondo. O que deu o estalo para assumir o microfone foi perceber que, na época, os apresentadores não davam o devido respeito à identidade dos dançarinos. Muita gente nem citava os nomes, apelidos ou as crews de quem estava ali no palco. Como também era dançarino e vivia a cena de perto, sentiu que podia trazer um diferencial: apresentar com carisma, mas, acima de tudo, com conhecimento de causa. Esse trabalho no palco tem alcançado o mundo. Já teve a honra de comandar eventos em 23 estados brasileiros e em alguns países da América Latina. No caminho, recebeu reconhecimentos que guarda com muito carinho: • Melhor Apresentador de Batalhas no Prêmio Latino Americano de 2015. • Apresentador Destaque do Ano no BreakSP em 2017. Ao longo desses anos, esteve à frente de eventos que são referência mundial, como: • RED BULL BC ONE CYPHER BRASIL • FUJIFILM INSTAX UNDISPUTED MASTERS • WORLD OF DANCE BRASIL • JUSTE DEBOUT BRASIL • BATTLE OF THE YEAR • R16 LATINO AMÉRICA • MASTER CREWS • HIT THA BEAT • RIVAL VS RIVAL • BREAKING DO VERÃO • CHEGA QUE É CERTO Pelo trecho, podemos ver que o cara é bão, né? 🗓️ 17/05, bota na agenda aí! Recepção às 09:00! 📍: R. Domingos Tarroso, 101, Vila Rubi, São Paulo 🫰🏻Apoio: @programavai 🎨 Arte: @cisco.designer Vemos vocês lá! #ProgramaVai #AgoraVai #DiaDoCampbellock #Campbellock
125 33
5 days ago
🧢👔👞
31 0
5 days ago
"Era o show da minha vida, e nem no palco eu tava" @emicida Fotos: @op0eta__
143 0
5 days ago
É MILIANO VIVER ! Dizem pra gente que “tá pra vencer”. Mas o que ninguém pergunta é: quem é que tá vencendo quem? Assisti a esse relato do @ailtonbarrossaturno no show do Emicida, e senti cada palavra como um soco no estômago, daqueles que tiram o ar porque a gente se reconhece ali. Na quebrada, ensinaram a gente a ser leão, a matar um por dia, a não parar. O problema é que esqueceram de ensinar como é que faz pra pausar. E hoje, o “vencer” virou um prazo de validade, não uma conquista. A gente vive num ritmo onde a vida dá trabalho demais para ser vivida. A gente não trabalha para existir, a gente existe para trabalhar. E o pior: a gente começou a romantizar esse moedor de gente. Postar foto de 16 horas de corre como se isso fosse medalha de honra. Não é. É sobrevivência forçada. Vencer não pode ser algo palpável, um carro na garagem ou uma conta cheia, se o preço disso for um corpo esvaziado de alma. “A moeda de troca sou eu. O meu corpo. A minha vida.” Essa frase do vídeo ecoa porque ela expõe a nossa maior ferida: estamos pagando as contas com os nossos anos de vida. Estamos trocando o tempo que teríamos com os nossos, o tempo de olhar o céu, o tempo de simplesmente ser, por uma sobrevivência que nos condena à servidão. Inventaram nomes bonitos para o nosso cansaço, chamaram de “empreendedorismo” o que muitas vezes é falta de opção, mas o vírus da exploração é antigo, é miliano. Precisamos ressignificar essa palavra. Vencer precisa ser, antes de tudo, continuar inteiro. Vencer é conseguir chegar em casa e ter energia para abraçar quem se ama, sem sentir que o trabalho te estrangulou antes de você atravessar o portão. Vencer é entender que a nossa vida vale muito mais do que o que a gente produz. A culpa não é sua. A culpa não é minha. Mas o compromisso de não deixar o sistema moer o que resta da nossa humanidade, esse sim, é nosso. Não pague suas contas com a sua vida. A gente está aqui para vencer o dia, sim, mas principalmente para vencer o medo de parar e perceber que a gente merece a paz tanto quanto merece o pão. Obrigado @tapravencer_ todo elenco trouxe textos potentes para aquele palco ✊🏾❤️
484 30
6 days ago
❤️‍🩹🥹 Seja onde for uma lágrima de dor Tem apenas um sabor e uma única aparência A palavra saudade só existe em português Mas nunca faltam nomes se o assunto é ausência A solidão apavora mas a nova amizade encoraja E é por isso que a gente viaja Procurando um reencontro uma descoberta Que compense a nossa mais recente despedida Nosso peito muitas vezes aperta Nossa rota é incerta Mas o que não incerto na vida? Se me ouvires cantando, canta comigo Se me vires chorando, sorri Nossa vida é feita De pequenos nadas
147 18
7 days ago