Ocupação herbácea em vermelho doce
Performance
60’
Ana Reis é artista, professora e pesquisadora. Atua nas poéticas e políticas do corpo, com ênfase na performance e seus desdobramentos em instalação, vídeo, fotografia e intervenção urbana. Investiga práticas autobiográficas e autoficcionais que tensionam relações de gênero, articulando cor, pintura na ação, camuflagem e borrão, entre corpo e paisagem, gesto e cidade. Professora da UFG, é doutora pela UnB e pós-doutora pela UERJ.
A dinâmica da Galeria Subverso se organiza em ciclos mensais. A cada mês, dois artistas são convidados a ocupar o espaço: um desenvolvendo uma instalação e outro apresentando uma performance. Esse formato busca tornar visível não apenas o resultado final das obras, mas também os processos de pesquisa, experimentação e relação com o espaço expositivo, ampliando a compreensão do público sobre o fazer artístico contemporâneo.
Durante todo o mês, acompanharemos e divulgaremos esses diferentes momentos, revelando as camadas de construção de cada trabalho e o modo como os artistas ativam o espaço da galeria.
Coordenação e Curadoria Geral
Suyan de Mattos
Produção
Alexandre Paes
Arthur Scovino
Cris Cabus
Eduardo Marins
Fotografia
Cris Cabus
Núcleo de Concepção, núcleo curatorial, pré-produção da Galeria Subverso
Alexandre Paes
Arthur Scovino
Cris Cabus
Eduardo Marins
Ena Castello
Giba Gomes
José Arcanjo
Mônica Lóss
Suyan de Mattos
Endereço Fábrica Bhering
Rua Orestes, 28, Santo Cristo, Rio de Janeiro/RJ
Horário de funcionamento: de quarta a sábado, das 10 às 19h
Ana Reis é artista, professora e pesquisadora. Atua nas poéticas e políticas do corpo, com ênfase na performance e seus desdobramentos em instalação, vídeo, fotografia e intervenção urbana. Investiga práticas autobiográficas e autoficcionais que tensionam relações de gênero, articulando cor, pintura na ação, camuflagem e borrão, entre corpo e paisagem, gesto e cidade. Professora da UFG, é doutora pela UnB e pós-doutora pela UERJ.
A dinâmica da Galeria Subverso se organiza em ciclos mensais. A cada mês, dois artistas são convidados a ocupar o espaço: um desenvolvendo uma instalação e outro apresentando uma performance. Esse formato busca tornar visível não apenas o resultado final das obras, mas também os processos de pesquisa, experimentação e relação com o espaço expositivo, ampliando a compreensão do público sobre o fazer artístico contemporâneo.
Durante todo o mês, acompanharemos e divulgaremos esses diferentes momentos, revelando as camadas de construção de cada trabalho e o modo como os artistas ativam o espaço da galeria.
Coordenação e Curadoria Geral
Suyan de Mattos
Produção
Alexandre Paes
Arthur Scovino
Cris Cabus
Eduardo Marins
Fotografia
Cris Cabus
Núcleo de Concepção, núcleo curatorial, pré-produção da Galeria Subverso
Alexandre Paes
Arthur Scovino
Cris Cabus
Eduardo Marins
Ena Castello
Giba Gomes
José Arcanjo
Mônica Lóss
Suyan de Mattos
Endereço Fábrica Bhering
Rua Orestes, 28, Santo Cristo, Rio de Janeiro/RJ
Horário de funcionamento: de quarta a sábado, das 10 às 19h
Ana Reis é artista, professora e pesquisadora. Atua nas poéticas e políticas do corpo, com ênfase na performance e seus desdobramentos em instalação, vídeo, fotografia e intervenção urbana. Investiga práticas autobiográficas e autoficcionais que tensionam relações de gênero, articulando cor, pintura na ação, camuflagem e borrão, entre corpo e paisagem, gesto e cidade. Professora da UFG, é doutora pela UnB e pós-doutora pela UERJ.
A dinâmica da Galeria Subverso se organiza em ciclos mensais. A cada mês, dois artistas são convidados a ocupar o espaço: um desenvolvendo uma instalação e outro apresentando uma performance. Esse formato busca tornar visível não apenas o resultado final das obras, mas também os processos de pesquisa, experimentação e relação com o espaço expositivo, ampliando a compreensão do público sobre o fazer artístico contemporâneo.
Durante todo o mês, acompanharemos e divulgaremos esses diferentes momentos, revelando as camadas de construção de cada trabalho e o modo como os artistas ativam o espaço da galeria.
Coordenação e Curadoria Geral
Suyan de Mattos
Produção
Alexandre Paes
Arthur Scovino
Cris Cabus
Eduardo Marins
Fotografia
Cris Cabus
Núcleo de Concepção, núcleo curatorial, pré-produção da Galeria Subverso
Alexandre Paes
Arthur Scovino
Cris Cabus
Eduardo Marins
Ena Castello
Giba Gomes
José Arcanjo
Mônica Lóss
Suyan de Mattos
Endereço Fábrica Bhering
Rua Orestes, 28, Santo Cristo, Rio de Janeiro/RJ
Horário de funcionamento: de quarta a sábado, das 10 às 19h
Gente Nasceu pra Brilhar! E quando Gente Brilha, o Lab Clube Renasce!
Ana Reis brilhando em Tons de Azul na Oficina de CIANOTIPIA sobre Papel & Tecido do Lab!
Mas Afinal de Contas: Você sabe o que é CIANOTIPIA?
Ao contrário de Automática, que tal agora uma Fotografia Artística que dispensa Câmeras, Lentes e Demais Acessórios?
Estamos falando da Cianotipia, um Processo Fotográfico Artístico de Base Artesanal, de Dimensão Interdisciplinar e com Potencial Criativo Ilimitado, capaz de conferir sempre uma Carga Estética e Autoral única ao Desenvolvimento Poético dos seus Trabalhos de Arte!
Inventada em 1842 pelo físico e astrônomo inglês John Herschel, a Cianotipia é um Método Fotográfico Histórico que utiliza 2 Sais de Ferro que quando combinados e submetidos a Radiação UV geram o pigmento Azul da Prússia que forma a nossa Imagem.
Devido a sua baixíssima fotossensibilidade, não usamos Câmeras para fotografar com a Cianotipia, a criação da Imagem se dá com a aplicação de soluções fotossensíveis por sobre Papéis e Tecidos, na sequência colocando-se por sobre eles plantas, objetos e matrizes fotográficas para a criação de Imagens sempre Artísticas e Únicas que se assemelham ao mesmo tempo com uma Fotografia, um Desenho e uma Pintura.
Fundado em 2012, o Lab Clube é o primeiro Núcleo Artístico Autônomo voltado exclusivamente para a Pesquisa, Ensino, Prática e Difusão Artística da Cianotipia e demais Processos Fotográficos Alternativos e Históricos no Brasil!
Contemplado 2 vezes pelo Ministério da Cultura/Funarte, o Lab Clube realizou a nível nacional Projetos de Intercâmbio e Residência Artística, mantendo atualmente uma agenda regular de Oficinas Presenciais, Cursos Onlines e Imersões Artísticas em Processos Fotográficos Alternativos e Históricos sobre Diversos Suportes!
Convidamos você, que assim como nós também é Professor, Artista, Pesquisador, Fotógrafo, a se somar a partir de agora ao Lab Clube, na missão de promovermos o Resgate Histórico, a Valorização Cultural e o Reconhecimento da Cianotipia e dos Processos Fotográficos Alternativos como um poderoso Meio de Expressão Artística na Contemporaneidade!
13 ANOS! Lab Clube: Processos Fotogr
Ana Reis é artista, professora e pesquisadora. Atua nas poéticas e políticas do corpo, com ênfase na performance e seus desdobramentos em instalação, vídeo, fotografia e intervenção urbana. Investiga práticas autobiográficas e autoficcionais que tensionam relações de gênero, articulando cor, pintura na ação, camuflagem e borrão, entre corpo e paisagem, gesto e cidade. Professora da UFG, é doutora pela UnB e pós-doutora pela UERJ.
As obras selecionadas pelo Coletivo Maskarada para compor a Galeria Subverso integram uma instalação performática concebida e apresentada pelo próprio coletivo. Embora preservem a autoria e a singularidade poética de cada artista selecionado, essas obras passam a operar em um regime de arte coletiva integrada, no qual os trabalhos se articulam como partes constitutivas de um mesmo corpo conceitual.
A partir do momento em que o Coletivo Maskarada apresenta a Galeria Subverso — uma galeria nômade que circula por diferentes espaços e contextos, ativando seleções específicas de artistas para ações de performance e instalação —, os artistas participantes deixam de ocupar apenas a posição de expositores e passam a integrar a própria obra do coletivo. Assim, a Galeria Subverso afirma-se como um dispositivo artístico expandido, no qual obras, artistas, espaço e ação performática se entrelaçam, tensionando noções de autoria, individualidade e exposição, e produzindo uma experiência coletiva, processual e situada.
Ana Reis (@trupique ) apresenta 'Um corpo que não Cabe' , 2025/26 amanhã durante a Gira de Verão!
Classificação indicativa: Livre
As performances e demais atividades serão apresentadas na praça com extensões na Associação de Moradores de Sao Lourenço!
O ponto de referência para chegar na Praça é a Igreja de São Lourenço dos Índios, localizada na mesma.
Gira de Verão inicia os trabalhos na sexta, 16 de janeiro
concentrando às 16h para dar início.
Mídia oficial: @performidia
.
.
.
.
#performance
#niteroi #giracirucito #giradeverao
#giraperformidia
Imersão úmida é uma proposta de instalação com vários filtros de barro, potes de barro, água, microfones e som, dispostos pelo espaço expositivo. O trabalho acontece no encontro da instalação e a realização de ativações com a performance Masturbação Freática. Durante a performance, exploro as sonoridades da água dentro dos filtros de barro, jogando água de um pote para outro, de um filtro para outro, acariciando os filtros e suas superfícies. O toque e os sons vão construindo uma atmosfera imersiva sensorial, sensual e úmida. Após esse momento, se inicia o processo de masturbação do buraco do filtro, ativando a eroticidade de um objeto cotidiano e subvertendo usos e normatividades. A masturbação gera desdobramentos do molhado, aquoso, transbordante das cenas, com elementos que compõem com aspectos do BDSM, fetiches e perspectivas da contrasexualidade, na qual, da maxima de Paul Preciado em que todos temos um cu, se permite deduzir ainda que todes e tantas coisas tem um buraco, que pode ser ativado para o prazer e o gozo.
Imersão úmida é uma proposta de instalação com vários filtros de barro, potes de barro, água, microfones e som, dispostos pelo espaço expositivo. O trabalho acontece no encontro da instalação e a realização de ativações com a performance Masturbação Freática. Durante a performance, exploro as sonoridades da água dentro dos filtros de barro, jogando água de um pote para outro, de um filtro para outro, acariciando os filtros e suas superfícies. O toque e os sons vão construindo uma atmosfera imersiva sensorial, sensual e úmida. Após esse momento, se inicia o processo de masturbação do buraco do filtro, ativando a eroticidade de um objeto cotidiano e subvertendo usos e normatividades. A masturbação gera desdobramentos do molhado, aquoso, transbordante das cenas, com elementos que compõem com aspectos do BDSM, fetiches e perspectivas da contrasexualidade, na qual, da maxima de Paul Preciado em que todos temos um cu, se permite deduzir ainda que todes e tantas coisas tem um buraco, que pode ser ativado para o prazer e o gozo.
/// SEGURA O QUEIXO /// CERRADO ABIERTO 5 ///
/// ATIVAÇÃO /// PERFORMANCE PONTUAL ///
/// DIA 20 E 21 DE OUTUBRO /// 19H /// NA PLATAFORMA CULTURAL
Estamos muito felizes em anunciar que no dia 30 de julho, quarta-feira, às 19h30, nós, do LACUNA-Grupo de estudos em arte Contemporânea, vamos nos reunir pelo Youtube, para o lançamento do livro referente ao grupo participante da etapa de 2024-2025. Essa publicação é o resultado de 8 meses de pesquisas, debates e produções.
Durante a live, os mediadores e artistas participantes irão conversar sobre os processos individuais e coletivos que resultaram neste livro.
Para ter acesso ao link da live, no dia 30 de julho fique atento aos stories dos mediadores e artistas participantes:
Mediadores/Proponentes:
@_renato_almeida_@andreaureliano
Artistas:
@agathissima.studio@trupique@diogonogueart@calixtodesenha@fabiakarklin
Para saber mais:
O Grupo de Estudos Lacuna é uma iniciativa organizada pelo pesquisador e curador André Aureliano Fernandes e pelo artista visual e pesquisador Renato Almeida no conjunto das atividades do Coletivo Borde. Essa proposta surge de dois acompanhamentos artísticos de curta duração, que resultaram nas exposições: Marcas de ordens provisórias (2024, Edifício Vera); Fazer faz corpo (2024, Galeria Quarta Parede). Essas duas experiências estimularam o desejo de sustentar por tempo mais longo um espaço coletivo de pesquisa ligado à prática artística. Desse modo, o objetivo do grupo configurou-se em pensar as dimensões poética e política da arte contemporânea, relacionando pesquisas, olhares e processos artísticos, pelo período de oito meses.
#grupodeestudosemarte
#livrodearte
#coletivoborde
#artesvisuais
#artesplásticas
Este vídeo pertence à série Rios Internos. Foi produzido a partir dos registros da Performance realizada na praça Sérgio Pacheco e possui texto e narração de @trupique .
Ana Reis é uma habitante do cerrado, pesquisa as poéticas e políticas do corpo, e se lança em experimentações da performance e da criação de subjetividades sensoriais dissidentes.
Pesquisa práticas artísticas autobiográficas e autoficcionais que produzam rachaduras e rasgos nas relações hegemônicas de gênero em potências micropolíticas.
Professora do Curso de Dança da UFG, ativa a performance e as práticas de fronteira no território da educação em artes.
Equipe
Direção e Performance - Raphael Faria
Montagem - Raphael Faria
Fotografia - Raphael Faria
Câmera - @brunabrunu
Captação de som - @lino.s__
Produção - @lino.s__
Narração e Texto - @trupique
A Praça Sérgio Pacheco se localiza na região Central da cidade de Uberlândia-MG.
Este projeto é incentivado pelo Programa Municipal de Incentivo à Cultura (PMIC) da Secretaria Municipal de Cultura e Turismo de Uberlândia.
.
.
.
.
.
#riosinvisiveis #riosurbanos #riosinternos #performanceart #videoart #uberlandia