Está acontecendo em Genebra, a quinta sessão do Fórum Permanente de Afrodescendentes da ONU. Eu, Thaís Rosa Pinheiro, fui uma das selecionadas a participar falando sobre o meu trabalho com a @conectandoterritorios . Muito feliz de estar aqui.
Foi uma grande honra participar do @remote.la e falar sobre Afroturismo e comunidades quilombolas e caminhos para a sustentabilidade. Além de me conectar com pessoas que também pensam e agem para um turismo mais sustentável e inclusivo no mundo. Gratidão @danielnunes.co por plantar essa semente
Ontem vivi um sonho. Sonho de quando resolvi estudar turismo. Esse sonho era que o Brasil conhecesse a história e memória das pessoas que contribuíram para sua construção e que foram apagadas da história oficial. O Afroturismo conecta pessoas a história de contribuição da população afrodescendente no Brasil e no mundo. No dia 21 de março , dia de combate a discriminação racial foi esse marco de visibilizar memória, história e cultura afro-brasileira no mundo. @mturismo@unescobrasil@embraturbrasil
A pesquisadora e especialista em Afroturismo Thaís Rosa Pinheiro representou o Brasil no debate internacional sobre justiça reparatória e patrimônio cultural durante a quinta sessão do Fórum Permanente de Pessoas Afrodescendentes das Nações Unidas, em Genebra, na Suiça.
Fundadora da Conectando Territórios, iniciativa que atua desde 2013 com turismo de base comunitária, afroturismo e valorização do patrimônio afro-brasileiro, Thaís apresentou recomendações concretas sobre o papel dos museus, da restituição, do direito a história afrobrasileira e das políticas públicas na promoção da equidade racial.
Sua atuação está diretamente ligada ao Cais do Valongo, reconhecido como Patrimônio Mundial pela Unesco e considerado o maior ponto de chegada de africanos escravizados nas Américas.
No território, desenvolve experiências de afroturismo e educação patrimonial que conectam memória, identidade e geração de renda para comunidades afrodescendentes.
Durante sua participação, Thaís Rosa destacou o Afroturismo como ferramenta de justiça reparatória, defendendo sua consolidação como política pública no Brasil.
“Não se trata apenas de preservar a memória, mas de garantir que ela gere oportunidades econômicas e reconhecimento para as comunidades que historicamente sustentaram esse patrimônio”, afirmou.
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Foi lindo demais Império Serrano homenageando Conceição Evaristo.
Tive a honra de desfila lar na Ala dos amigos da Conceição que torna sua história imortal no livro Brasil.
Viva @conceicaoevaristooficial , viva @imperioserrano