𝙊 𝙈𝙚𝙪 𝙋𝙧𝙤𝙗𝙡𝙚𝙢𝙖 𝙘𝙤𝙢 𝙤 𝙍𝙚𝙞 𝙇𝙚𝙖𝙧: o que fazemos quando não conseguimos ler um clássico?
Em cena, Alice Azevedo e Cristina Carvalhal tentam ler Shakespeare mas interrompem, comentam e desviam-se, trazendo o texto para o presente. Entre dúvidas, constrói-se uma reflexão sobre poder, linguagem, família e as regras do teatro.
📸 Estelle Valente @estellevalentephotography
📆 15 de maio (𝗦𝗘𝗦𝗦𝗔̃𝗢 𝗘𝗦𝗚𝗢𝗧𝗔𝗗𝗔)
📍Biblioteca de Belém
📆 29 de maio e 6 de junho
📍Casa do Jardim da Estrela
🕐 19h00
🎭 Entrada gratuita mediante reserva
📩 [email protected]
📚[𝐏𝐀𝐑𝐀𝐋𝐀𝐗𝐄 #5] ‘𝐃𝐞𝐭𝐫𝐚𝐧𝐬𝐢𝐭𝐢𝐨𝐧, 𝐁𝐚𝐛𝐲’ 𝐝𝐞 𝐓𝐨𝐫𝐫𝐞𝐲 𝐏𝐞𝐭𝐞𝐫𝐬 𝐜𝐨𝐦 𝐀𝐥𝐢𝐜𝐞 𝐀𝐳𝐞𝐯𝐞𝐝𝐨 @trans_tornada — 25 mai, segunda-feira / 19H na Rua das Gaivotas 6
𝐄𝐍𝐓𝐑𝐀𝐃𝐀 𝐋𝐈𝐕𝐑𝐄
Queremos preparar o espaço para te recebermos. Garante o teu lugar inscrevendo-te no LINK NA BIO 🔗
Dia 25 de maio, recebemos a dramaturga e atriz Alice Azevedo com o livro “Detransition, Baby”, de Torrey Peters, para mais um 𝐏𝐀𝐑𝐀𝐋𝐀𝐗𝐄, o clube de leitura das Gaivotas! Já conhecem esta nossa rubrica? Não é preciso ter lido o livro; basta vir, ouvir, conhecer, trocar ideias para uma conversa que usa a leitura como mote para pensar o mundo e não como fim em si mesmo.
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Mais sobre o 𝐏𝐀𝐑𝐀𝐋𝐀𝐗𝐄
Todos temos livros que nos marcaram. Mas nenhum livro é lido da mesma forma duas vezes — nem pela mesma pessoa!
Paralaxe, o nosso novo clube de leitura, nasce desse conceito: a leitura é uma mudança de perspetiva. Tal como na definição científica, paralaxe corresponde à mudança aparente da posição de um objeto provocada pela alteração do ponto de vista do observador— aquilo que um texto revela quando muda quem o lê.
Nas últimas segundas-feiras de cada mês, Paralaxe convida artistas a partilhar o seu livro preferido: o que amaram, o que os incomodou, o que não compreenderam. Haverá livros conhecidos, revisitados e outros inesperados, que abrem caminhos imprevistos.
Um encontro público de escuta, conversa e descoberta. Sem reverência excessiva e sem “angústia de influência”. Paralaxe é um ciclo aberto ao público, de curiosidade, partilha e com muitos segredos à mistura.
𝙊 𝙈𝙚𝙪 𝙋𝙧𝙤𝙗𝙡𝙚𝙢𝙖 𝙘𝙤𝙢 𝙤 𝙍𝙚𝙞 𝙇𝙚𝙖𝙧: o que fazemos quando não conseguimos ler um clássico?
Em cena, Alice Azevedo e Cristina Carvalhal tentam ler Shakespeare mas interrompem, comentam e desviam-se, trazendo o texto para o presente. Entre dúvidas, constrói-se uma reflexão sobre poder, linguagem, família e as regras do teatro.
📸 Hugo Cruz Marques
📆 15 de maio (𝗦𝗘𝗦𝗦𝗔̃𝗢 𝗘𝗦𝗚𝗢𝗧𝗔𝗗𝗔)
📍Biblioteca de Belém
📆 29 de maio e 6 de junho
📍Casa do Jardim da Estrela
🕐 19h00
🎭 Entrada gratuita mediante reserva
📩 [email protected]
👑 O MEU PROBLEMA COM O REI LEAR vai estrear na Biblioteca de Belém a 15 de maio às 19h30.
🎟️ Entrada gratuita mediante reserva para o email: [email protected]
A haver um cânone literário ocidental, o centro é Shakespeare, ele ensina-nos a falar com nós mesmos, quem o afirma é Harold Bloom e pergunta-se ainda: Haverá ficção mais convincente e simultaneamente literária?
Convincente? Ora aqui reside o nosso problema com o Rei Lear, perdoe Sr. Bloom. Como acreditar que Cordélia, a filha mais nova de Lear, ao recusar-se a medir em palavras o amor que sente pelo pai, seja expulsa para sempre do greino e sem dote. Se Lear não é tonto, e é tudo menos isso, porque a condena ao exílio?
O espectáculo propõe uma leitura crítica de O Rei Lear, com muitas das dúvidas que nos assaltam quando lemos um clássico, na expectativa de que cada pessoa se ponha a falar consigo própria, não em voz alta e enlouquecida como o protagonista, mas como se de uma conversa se tratasse.
Ficha Artística
Criação de Alice Azevedo, Cristina Carvalhal e Sandra Faleiro
Com Alice Azevedo e Cristina Carvalhal
Sonoplastia Sérgio Delgado
Adereços Constança Villaverde Rosado
Design Joana Komorebi
Produção Executiva Beatriz Cuba e Margarida Zeferino
Produção Causas Comuns
Coprodução em Residência O Espaço do Tempo
Apoio CML | DMC | DRB | Biblioteca de Belém
Tendo como mote o espetáculo PROMETO-ME MODERNA, Alice Azevedo, autora da peça, conversa com Susan Stryker, autora do texto 𝘈𝘴 𝘮𝘪𝘯𝘩𝘢𝘴 𝘱𝘢𝘭𝘢𝘷𝘳𝘢𝘴 𝘱𝘢𝘳𝘢 𝘝𝘪𝘤𝘵𝘰𝘳 𝘍𝘳𝘢𝘯𝘬𝘦𝘯𝘴𝘵𝘦𝘪𝘯 𝘴𝘰𝘣𝘳𝘦 𝘢 𝘢𝘭𝘥𝘦𝘪𝘢 𝘥𝘦 𝘊𝘩𝘢𝘮𝘰𝘶𝘯𝘪𝘹 – 𝘗𝘦𝘳𝘧𝘰𝘳𝘮𝘢𝘯𝘥𝘰 𝘙𝘢𝘪𝘷𝘢 𝘛𝘳𝘢𝘯𝘴.
Susan Stryker é uma intelectual internacionalmente requisitada. A sua investigação histórica, textos teóricos, produção audiovisual, ativismo e construção de espaços académicos têm contribuído para pensamento sobre assuntos trans desde o inicio dos anos 90. Ela vive em São Francisco. A Susan reformou-se da Universidade do Arizona em 2020, onde era professora de Estudos de Género e das Mulheres.
Começando no texto seminal daquilo que são hoje os Estudos Trans enquanto disciplina académica (disciplina essa que Stryker nomeia como “o gémeo malévolo” dos Estudos Queer), esta conversa abordará o trabalho desta autora como historiadora, pensadora, académica, fazedora de cinema. E, inevitavelmente, falar-se-á de pessoas trans, e dos discursos contemporâneos que as conceptualizam como monstros perigosos para a ordem estabelecida. As oradoras esperam, por isso, poder assustar quanto baste (reforçando o convite para que a Mary Shelley venha gritar também).
SUSAN STRYKER, EM CONVERSA COM ALICE AZEVEDO
Conferência
13 dezembro
sábado às 16h na sala Bernardo Sassetti
Conferência em inglês com tradução simultânea para português.
Entrada livre sujeita à lotação da sala. Bilhetes disponíveis no próprio dia na bilheteira do Teatro a partir de uma hora antes do evento (até 2 por pessoa).
📷DR
#saoluizteatromunicipal #conferência #susanstryker #aliceazevedo #estudostrans #teatrosaoluiz #lisboacultura
A poucos dias da estreia no Teatro São Luiz da sua mais recente criação, 𝑃𝑟𝑜𝑚𝑒𝑡𝑜-𝑚𝑒 𝑀𝑜𝑑𝑒𝑟𝑛𝑎, Alice Azevedo partilhou a agenda cultural para esta semana.
Uma peça de teatro, uma conversa, um ciclo de vídeos com testemunhos de personalidades nacionais e internacionais e dois livros são as sugestões da artista e ativista. Saiba mais sobre cada uma delas em agendalx.pt. 🔗 Link na bio.
#osdiasde #agendalx #agendaculturaldelisboa
🧨TEASER🧨 𝙋𝙍𝙊𝙈𝙀𝙏𝙊-𝙈𝙀 𝙈𝙊𝘿𝙀𝙍𝙉𝘼 - 𝙖 𝙥𝙖𝙧𝙩𝙞𝙧 𝙙𝙚 𝙁𝙧𝙖𝙣𝙠𝙚𝙣𝙨𝙩𝙚𝙞𝙣 𝙙𝙚 𝙈𝙖𝙧𝙮 𝙎𝙝𝙚𝙡𝙡𝙚𝙮
𝙏𝙚𝙭𝙩𝙤 𝙚 𝙀𝙣𝙘𝙚𝙣𝙖𝙘̧𝙖̃𝙤 Alice Azevedo 𝘼𝙥𝙤𝙞𝙤 𝙖̀ 𝙘𝙧𝙞𝙖𝙘̧𝙖̃𝙤 𝙚 𝙖𝙤 𝙢𝙤𝙫𝙞𝙢𝙚𝙣𝙩𝙤 Bruno Huca 𝘾𝙤𝙢 Alice Azevedo, June João, Lila Vivo, Stela, Vítor Silva Costa 𝘿𝙚𝙨𝙚𝙣𝙝𝙤 𝙙𝙚 𝙇𝙪𝙯 Manuel Abrantes 𝘾𝙚𝙣𝙖́𝙧𝙞𝙤 Daniela Cardante 𝙁𝙞𝙜𝙪𝙧𝙞𝙣𝙤𝙨 Behén 𝘼𝙨𝙨𝙞𝙨𝙩𝙚𝙣𝙩𝙚 𝙙𝙚 𝙂𝙪𝙖𝙧𝙙𝙖-𝙧𝙤𝙪𝙥𝙖 Mariana Oliveira 𝘼𝙨𝙨𝙞𝙨𝙩𝙚𝙣𝙩𝙚 𝙙𝙚 𝘾𝙚𝙣𝙤𝙜𝙧𝙖𝙛𝙞𝙖 Nádia Gama 𝙋𝙧𝙤𝙙𝙪𝙘̧𝙖̃𝙤 𝙀𝙭𝙚𝙘𝙪𝙩𝙞𝙫𝙖 Beatriz Cuba, Margarida Zeferino
🤝 COPRODUÇÃO
Causas Comuns, Cineteatro Louletano, Bolsa de Criação O Espaço do Tempo, com o apoio do BPI e da Fundação ”la Caixa”, e São Luiz Teatro Municipal
📍SÃO LUIZ TEATRO MUNICIPAL
📅 11 a 21 de dezembro
🎥 Teaser de Pedro Macedo @pedromacedo_framed
Dia de estreia em Montemor-o-Novo!
𝑷𝑹𝑶𝑴𝑬𝑻𝑶-𝑴𝑬 𝑴𝑶𝑫𝑬𝑹𝑵𝑨 - 𝒂 𝒑𝒂𝒓𝒕𝒊𝒓 𝒅𝒆 𝑭𝒓𝒂𝒏𝒌𝒆𝒏𝒔𝒕𝒆𝒊𝒏 𝒅𝒆 𝑴𝒂𝒓𝒚 𝑺𝒉𝒆𝒍𝒍𝒆𝒚 de Alice Azevedo
💫 Em ano indefinido, antes da era comum, Prometeu prometeu, e cumpriu. E foi castigado por isso. Em 17–, sobre a aldeia de Chamounix, Suíça, a Criatura narra a sua história ao seu criador. Em 1818, Inglaterra, Mary Shelley publica Frankenstein: O Prometeu Moderno. Em 1993, São Francisco, Susan Stryker escreve “My Words to Victor Frankenstein above the Village of Chamounix – Performing Transgender Rage”. Em 2025, Portugal, uma artista trans vê-se parte de tudo isto. Tudo isto, partes. Todas partidas. Todas juntas.
[ESTREIA]
› 28 de novembro @ 19h00
› 29 de novembro @ 21h30
📍XL Box _ Montemor-o-Novo
Entrada gratuita mediante reserva para +351 913 699 891 ou para [email protected].
📸 Pedro Macedo / @pedromacedo_framed