O retorno dos FILH0S DA PU7A DO D’LAMOTTA.
Com o single “Indignos”, o grupo Porto Alegrense retorna à cena em um momento de muita importância, pra quem não lembra ou não conhece, entenda o porque isso é uma grande vitória pro rap nacional:
Durante muito tempo, o rap do Sul precisou provar que existia. Enquanto o eixo Rio–São Paulo concentrava holofotes, Porto Alegre seguia criando em silêncio, na rua, no frio, longe do hype. O D’Lamotta surge exatamente nesse contexto: não pedindo espaço, mas ocupando.
O grupo ajudou a construir uma identidade própria pro rap gaúcho. Letras cruas, ironia afiada, estética pesada e um audiovisual que não devia nada pra ninguém. Zona Sul, Centro Histórico, banca, crew — Porto Alegre não era só cenário, era personagem central da obra.
Quando o D’Lamotta aparece, o Sul deixa de ser coadjuvante. Eles mostram que dava pra fazer rap com cara de Sul, sem copiar sotaque, sem adaptar discurso, sem suavizar vivência. Isso abriu caminho pra uma geração que passou a se enxergar representada e a entender que não precisava sair do RS pra ser relevante.
Mais do que músicas, o D’Lamotta deixou marca cultural. Fortaleceu a autoestima da cena local, elevou o nível do audiovisual e ajudou a consolidar o rap gaúcho como movimento, não como exceção.
O Sul sempre rimou. O D’Lamotta fez o Brasil ouvir.
@teudindo@laboce.dlmtt@longbeatz@semantxai@zionlab
Siga o @_dlamotta pra ficar por dentro daquilo que promete ser um 2026 MUITO PESADO!
Um dos grupos de rap mais revolucionários do sul do Brasil!
A espera chegou ao fim, o @_dlamotta ESTÁ OFICIALMENTE DE VOLTA e soltou um EP com algumas tracks clássicas no Spotify semana passada!!!
Eternamente cancelados pela cena por não se vender e ter opinião própria sobre qualquer tema, seja na rima ou nas ruas de Porto Alegre, eles sentiram a necessidade de se reunir e já prometeram lançamento pra muito, mas muito em breve!
Se você não conhece a história do D’Lamotta, arrasta pro lado e pega esse compilado de videoclipes com algumas informações dos quase 15 anos de rua desses manos que infern1zaram o mainstream anos atrás!
@teudindo@semantxai@oultimolombra@longbeatz
O DLAMOTTA voltou pra lembrar que a gente nunca precisou da bênção de ninguém pra existir.
Sumiram com nosso nome da conversa, tentaram nos apagar no hiato… mas esqueceram que assombração na morre
Depois de oito anos foragido , o DLAMOTTA ressurge — como um gato preto na calçada escura, símbolo do submundo, da sorte que não perdoa.
A periferia nos forjou em aço frio; crescemos entre becos, barracos, cadeias, cemitérios e o desejo de que a nossa voz ecoasse onde ninguém imaginava que pudesse chegar.
Lá em 2014, com o EP “Os Filho da Puta”, a gente pintou de trevas a paisagem do rap gaúcho. era vida marginal cantada com a urgência de quem sabe que tempo e luxo
Filhos de um estado que só conhecia dinheiro no rap através de verba governamental ,Não éramos só mais um grupo de rap: fomos uma revelação bandida, corrompendo palcos, quebrando rótulos. A cena hip-hop ainda subestimava o sul — foi o DLAMOTTA que levou rima pesada pra baladas e festas que não eram feitas pra nós, e ainda assim arrancou reconhecimento. quando o contratante não pagava , era sal, demos murro em ponta de faca , pra abrir caminho , pra quebrar barreiras .
Nosso 10 anos não é nostalgia, é munição.
É a volta de quem carregou corpo, correu da polícia, acendeu no beco pra anestesiar a vida, fez show sem estrutura nenhuma e mesmo assim fez barulho que chegou em gente que nem sabe apontar a quebrada no mapa.
Levamos a maldição do gato preto para cada esquina que pisamos: esse animal escuro representa quem habita o limite entre luz e trevas, entre sorte e azar.
mal ditos , mal falados , mas nunca esquecidos , muitos anos se passaram , mas quem conheceu nunca esqueceu , os PIONEIROS do real trap, os caras mais filhos da puta do Brasil .
Agora, celebrando 10 anos desde aquele primeiro grito, a volta é sombria e majestosa. Não é um simples recomeço — é a consumação de uma profecia que a gente mesmo escreveu, entre rap, fumaca e sangue .
Este disco comemorativo é como um ritual de vingança, uma elegia para nossas cicatrizes, um aviso para quem achou que era o fim ...