Carta de Despedida
Essa é uma carta de despedida; aqui me despeço de um assunto que me custou caro. A partir de agora não é mais problema meu. Desde o meu último relacionamento, venho sofrendo injúrias e difamações e, claro, falsas e injustas; perversidades que encontraram um campo fértil na mente criativa dos invejosos e falsos moralistas ou dos que só querem ver o circo pegar fogo. O fato é que a partir de agora, esse assunto não é mais problema meu. Aos meus amigos e amigas devo dizer, para não perderem mais tempo, se quiserem ouvir ouçam, mas não percam mais o tempo de vocês me contando. Meu conselho é: afastem-se dessas pessoas! São fofocas, maldosas e sem fundamento. Não há ninguém me processando e ou ninguém que possa me processar. Visto que nunca cometi nenhum crime. Sou um artista que trabalha contra as injustiças e por um mundo melhor. Respeito todos, todas e todes que estão trabalhando comigo ou que já trabalharam, se alguma vez me excedi, foi por pura desmedida, peço desculpas sempre que for necessário. Faço tudo com amor, zelo, carinho e ódio. Qualquer coisa que estejam dizendo sobre mim por aí são pontos de vistas, cada um tem o direito de achar o que quiser... "ah, ele é soberbo e arrogante", tudo bem, faça o que quiser com isso, qualquer problema que você tenha contra mim, é problema seu. Sem mais. Quem quiser me conhecer melhor e trabalhar com teatro, é só me procurar na Estação Cultural Teatro do Mundo. Se você ouviu dizer algo sobre mim e por isso você não vai no espaço cultural que administro, saiba que só quem está perdendo é você. Fofoca e fake news a gente combate na justiça. Grande abraço. Assunto encerrado.
Venha fazer teatro com o diretor da Cia Teatro do Mundo.
Fernando Lopes Lima
DRT: 40.602/RJ
Fernando Lopes Lima é diretor, ator, dramaturgo, iluminador, produtor e professor. Estudou artes cênicas na Universidade do Rio de Janeiro – Uni-Rio. Pesquisa as artes cênicas desde 1987. Foi ator/produtor da Cia Alfândega 88 (RJ), direção de Moacir Chaves. Recebeu o prêmio Shell em 2013 pelo projeto "Ocupação do Teatro Serrador", teatro ocupado pela Cia Alfândega 88. Ainda com está companhia, circulou pelo “Palco Giratório” (SESC) 2014, com três espetáculos: "Labirinto", "A Negra Felicidade" e "O Controlador de Tráfego Aéreo". Como ator, diretor, dramaturgo, produtor e iluminador colaborou com inúmeros espetáculos e participou de muitos grupos na cidade do Rio de Janeiro.
Foi diretor artístico/fundador do Grupo Casa (MS) de 2014 a 2020, onde realizou mais de 40 espetáculos.
Desde 2014 reside na cidade de Campo Grande. Neste período, criou um repertório com mais de trinta e três espetáculos para crianças da série “As Aventuras de Bagacinho e ou Turma do Bolonhesa. Realizou alguns eventos e espetáculo relevantes para a cidade: Quatorze Festivais de Cenas Curtas, doze “Caldos e Poesias” (Homenagens aos poetas regionais), nove “Dramas e Vinhos” (leituras dramatizadas de textos clássicos), 10 espetáculos adultos (O Despertar da Primavera – 2014, Baixio dos Doidos – 2015, Amor 1980 – 2015/2019, A Vida é Sonho – 2018, Tragédias.BR – 2020, Outros Dois – 2021, Do bem Amado – 2021, Como Nascem as Estrelas - 2022/2023 e Valsa Nº 6 - 2023), quatro encontros para discutir o teatro na formação do indivíduo (ETECA – Encontro de Teatro Entre Crianças – 2016/2017/2018/2019), e um espetáculo infanto-juvenil (Zion – O Planeta dos Carecas – 2014).
Em 2022, Fernando, sentiu a necessidade de abrir um espaço cultural para contribuir ainda mais com a cidade de Campo Grande; fundou a Estação Cultural Teatro do Mundo que, em novembro de 2025, completará três anos. Em pouco tempo a Estação se tornou um dos espaços de cultura mais importantes da cidade, recebendo artistas de várias áreas, integrando as artes, tonou-se um ponto de encontro de artistas e público de muitas gerações.
Venha explorar o seu potencial no palco em nossa Oficina de teatro permanente! 🎭✨
📝 Entre em contato pelo WhatsApp: 67 99696-9774 para mais informações!
Link na Bio.
📍 R. Barão de Melgaço, 177. Centro. Campo Grande - MS
Todas as Terças-feiras 19h.
#campograndems #culturams #espaçodeculturacg #oficinadeteatro #inscriçõesabertas #vempropalco
Ontem fizemos nosso ensaio aberto do espetáculo Edifício 67. Agora a gente começa uma nova etapa dessa montagem. Viva o Teatro!
Foi uma noite importante.para nós.
A Cia Teatro do Mundo agradece a todos que compareceram.
Agracimentos ao fotógrafo @getherneto que tirou lindas fotos. Obrigado pelo carinho.
Sigamos que este espetáculo ainda tem que estrear.
Vai dar certo!
Estamos criando um espetáculo e construindo um grupo de Teatro.
Momentos do nosso lindo Festejo do Gozo Sublime ✷
Uma vivência sensível onde a Arte-Ritual foi produzida coletivamente, é justamente assim que a arte existe e resiste, a arte vive no corpo coletivo, por isso é uma satisfação imensa poder celebrar esse momento com vocês. Agradeço a presença de todas as pessoas que estiveram somando nesse movimento de Arte e Encantaria, precisamos levar nossos ritos e festas para além dos ambientes religiosos, para fora do ateliê, ultrapassando nossas rotinas, para juntos celebrarmos a vida com arte!
Mais uma vez obrigada pela confiança das minhas alunas que arrasaram demais com as produções de pinturas experimentais, mantenham esse fluxo criativo vivo no corpo e alma de vcs. ✷
Muito obrigada pelo trabalho e dedicação da nossa equipe: na produção cultural @karolinepenteado_ e auxiliando esse evento lindo @_lua.arte__ . As mãos encantadoras e comunicadoras da crist e pela captura sensível das imagens nossa fotógrafa @kprod67
Mais uma vez uma equipe com mulheres sensacionais! Gratidão também @teatrodomundo que abriu as portas desse espaço incrível para nós receber.
Parabéns pra nós! E viva o Gozo Sublime!!!
Que venham os próximos!!!
Logo menos trago boas notícias!
Degustem dessas imagens e breve trago mais ✷
Alunas em exposição de arte experimental:
@_lua.arte__@jessicalarruda@syunoi@falkembak@victoria@miriam_brum@milena@juliane.figueiredo@meleussa@barbos_bm@pricamozzato.adv@tribo_reveste
Essa primeira edição do projeto foi contemplado com a Lei de incentivo Paulo Gustavo.
Quer dançar bachata? Nós ensinamos! 😁
Vem aí o nosso Curso de Outono! 🍂✨
Turmas abertas tanto para quem está começando do zero quanto para quem já tem experiência e quer explorar novos movimentos.
Vem dançar, focar no seu bem-estar e se divertir no salão com a gente!
Quem estava dançando é a @baturibeiro , muito chique! 🤩
🗓 Aula de Bachata no dia 22:
Bachata do zero: 19h40 às 20h50
Com o professor @_pedrobritoe ! 🔥🔥
📲 Garanta sua vaga no link da nossa bio! 🤩
#viralreels #viral #fyp #fy
Quando mulheres negras se encontram é encruzilhada! Porque encruzilhada abre caminhos!
Na semana pela Luta Antimanicomial o Corpo Freudiano de Campo Grande - MS em parceria com a @redelimbosfera e o Cineclube Freudflix convida todos a vivenciar um encontro entre psicanálise e cinema. Nesta sexta-feira a psicanalista e professora @psilorena.oliveira estará em Campo Grande-MS junto a Cineasta @gabrieladias.1995 para contribuir com este diálogo. A mediação será realizada pela psicóloga e pesquisadora @flowishere .
Aguardamos todos vocês no nosso espaço que é um coração de cultura @teatrodomundo !
🚨 LOTE PROMOCIONAL LIBERADO 🚨
O HDC 2026 já começou.
4 dias de dança, troca, vivências, cultura House, batalhas, workshops, showcase e muita conexão. 🔥
📍 Campo Grande/MS — Brasil
📅 9, 10, 11 e 12 de Outubro de 2026
🎟️ LOTE PROMOCIONAL
🇧🇷 R$170,00
🇺🇸 Aproximadamente US$30
🇵🇾 Aproximadamente ₲240.000
⚠️ Valor promocional por tempo e vagas limitadas.
Se você quer viver essa experiência desde o começo, essa é a hora.
HOUSE DANCE CAMPÃO — HDC
Workshop • Festa • Batalha • Showcase
LINK NA BIO!
Apoio:
@ypyeducacional@japanossobar_orla@valedasruas@chavosa_store@sanachama.extintor@estacaoculturalteatrodomundo
#HDC2026 #HouseDance #DançasUrbanas #HouseDanceCampão #CampoGrandeMS
Há algo de profundamente perigoso acontecendo no Brasil: a erosão lenta da confiança pública na ciência, nas instituições e na própria ideia de realidade compartilhada. O negacionismo, que muitos imaginaram ter enfraquecido depois da pandemia, reaparece agora em novas roupagens — às vezes em torno de temas aparentemente banais, como a polêmica envolvendo um detergente de marca conhecida, mas sempre movido pela mesma engrenagem: transformar qualquer alerta técnico em “conspiração”, qualquer regulação em “perseguição”, qualquer evidência em “opinião”.
Durante o governo de Jair Bolsonaro, o Brasil viveu talvez o auge mais brutal desse processo. A pandemia de COVID-19 não foi apenas uma tragédia sanitária; foi também uma tragédia moral e intelectual. Enquanto hospitais colapsavam e famílias enterravam seus mortos sem despedida, parte do poder político escolheu desacreditar vacinas, ridicularizar máscaras, atacar pesquisadores e transformar a dor coletiva em disputa ideológica. O resultado não foi abstrato: foram centenas de milhares de vidas interrompidas, muitas delas possivelmente evitáveis.
O negacionismo nunca atua sozinho. Ele precisa de inimigos. Ontem, eram os médicos, os cientistas, os institutos de pesquisa. Hoje, volta-se contra a Agência Nacional de Vigilância Sanitária, como se qualquer fiscalização sanitária fosse uma afronta à liberdade individual. O mesmo mecanismo retorna: espalhar desinformação, estimular desconfiança e converter questões técnicas em guerra cultural.
O mais assustador é perceber como uma parte da extrema direita aprendeu a sobreviver politicamente através do conflito permanente. Não importa o assunto. Pode ser vacina, urna eletrônica, aquecimento global ou um simples produto doméstico. A lógica é sempre a mesma: desacreditar instituições para fortalecer narrativas emocionais e conspiratórias. Quando a verdade deixa de importar, sobra apenas a paixão cega dos grupos, alimentada por redes sociais e por lideranças que transformam dúvida em espetáculo...
Poema sem ilusão
Ando por aí sendo.
Sem possuir muito.
Sem caber direito nas fotografias do "sucesso".
Carrego coisas porque às vezes é isso que me deixam fazer: carregar coisas.
E enquanto carrego, observo o tudo.
Há dias em que me sinto uma bolha de sabão: bonita por um segundo, frágil o tempo inteiro.
Mas talvez a vida também seja isso — algo suspenso entre o sopro e o estouro.
Há uma fadiga em existir que ninguém comenta nos almoços de domingo.
Uma espécie de cansaço antigo, como se a alma viesse andando há séculos até chegar no corpo da gente.
Olho minhas mãos e penso: foram feitas para quê?
Para segurar o mundo?
Nem conseguem segurar direito a própria existência
Já acreditei que a vida aconteceria depois.
Depois da coragem.
Depois do dinheiro.
Depois de me tornar alguém que merecesse ser olhado sem constrangimento.
Mas os anos foram passando como trens vistos da plataforma, e eu permaneci aqui, com essa mala invisível cheia de pequenas derrotas e delicadezas inúteis.
Há quem nasça para ocupar salões.
Eu pareço ter nascido para atravessar corredores.
Sempre indo de um lugar a outro sem realmente chegar.
E no entanto, há beleza.
Uma beleza cansada, é verdade, mas ainda assim beleza.
O homem que varre a calçada às seis da manhã.
A mulher que conversa sozinha dentro do ônibus.
A criança que acredita no voo de um inseto.
Talvez Deus more apenas nisso que não vence.
Tenho medo das alturas porque conheço a gravidade da alma.
Conheço o peso de ser humano quando a noite cai e ninguém mais está olhando.
Há dias em que me sinto reduzido à soma das coisas que não consegui ser.
Um quase.
Um rascunho esquecido sobre a mesa do mundo.
Mas continuo andando.
Não por esperança, a esperança é uma palavra muito cheia de amanhã pro meu gosto,
mas por hábito.
Por uma fidelidade silenciosa a algo que nem compreendo.
Talvez viver seja só isso: continuar empurrando o corpo enquanto a alma procura um sentido que sempre chega atrasado.
E às vezes penso que a verdadeira tragédia não é morrer sem nada.
É passar a vida inteira tentando parecer alguma coisa.
Talvez exista uma liberdade humilde em finalmente aceitar:
não sou grande, não sou exemplo, não sou vencedor...