Um projeto nosso.
Representar o estado do Pará tem um valor simbólico para mim, além de comunicar um pouco de quem eu sou, comunica muito de quem somos.
Arquitetura é expressão, é extensão, é experiência.
Ansiosa para dividir com vocês um projeto que saiu do @studiotuca , do meu coração. ❤️🔥
@bienaldearquiteturabrasileira@ibirapueraoficial@imersacriativa
Cada detalhe carrega um hábito, um ritmo, uma personalidade.
Juntos, tudo encontra equilíbrio.
A suíte foi pensada como um espaço de convivência íntima, onde diferentes formas de habitar coexistem em harmonia. 🤍
#assineiembaixo
@studiotuca + @leticiakabuki
Uma marca paraense se transformou em um pedaço da Amazônia no meio de São Paulo.
Recebemos a missão de transformar os sabores da @blaussorvetes em espaço físico.
O desafio?
Criar, no Mercado de Santo Amaro, uma sorveteria com mais de 50 sabores inspirados na Amazônia.
Poucos metros quadrados.
Muitos produtos.
E uma pergunta guiando todo o projeto:
como fazer aquele espaço contar a história da Blaus?
Porque uma marca não vive só no que vende.
Ela vive no que as pessoas sentem quando entram em um lugar.
A arquitetura comercial não precisava apenas ser bonita.
Ela precisava fazer as pessoas sentirem a marca.
Nas cores.
Nos materiais.
Nos sabores.
Cada detalhe foi pensado para transportar.
No fim, não nasceu só uma sorveteria.
Nasceu um pequeno pedaço da Amazônia no meio de São Paulo. 🌿
E talvez seja isso que mais gostamos na arquitetura:
contar histórias através dos espaços.
📍 @blaussaopaulo
📸 @imersacriativa
Para finalizar o percurso da Bienal de Arquitetura Brasileira, chegamos ao Pavilhão Pará. Inspirado nos rios do Pará, nasce o projeto de Tuane Costa.
Aqui, o Caminho dos Rios guia de forma intuitiva o percurso do layout. Texturas naturais e terrosas aquecem o ambiente, como o Norte do país.
A materialidade regional se encontra com elementos contemporâneos, como as peças da @westwingbr , transformando o espaço em uma verdadeira imersão no design e na cultura nortista brasileira.
Direção de Fotografia: @serzi.o
Edit e Color grading: @recruts_
Patrocínio: Sebrae PA e Setur PA.
Tem projetos que ampliam fronteiras.
E tem projetos que nos reconectam com a nossa origem.
O Portas que Abrem Brasis começa pelo Pará na Bienal de Arquitetura Brasileira, um dos principais encontros do país para refletir sobre arquitetura, território e identidade.
Em Caminho dos Rios – Pará, o estado é traduzido como fluxo, conexão e movimento. E para a Concrem, que também nasceu no Pará, estar em um projeto que representa nosso próprio território é mais do que presença é pertencimento.
Abrir portas, nesse momento, é levar nossas raízes para o Brasil inteiro.
A Bienal de Arquitetura Brasileira está nos seus últimos dias...
Se você é amante de design, arquitetura, arte ou então está sem programação para o fim de semana, ainda dá tempo de convidar alguém, vir sozinho ou vir em grupo conhecer de perto, um pouco dos arquitetos mais relevantes do Brasil.
📍Bienal de Arquiteura Brasileira - Parque Ibirapuera.
Até 29 de abril
@bienaldearquiteturabrasileira
O pavilhão do Pará carrega mais do que forma — ele traduz território, cultura e identidade em cada detalhe.
A marcenaria entra como linguagem sensível desse espaço, dando corpo às ideias e valorizando a essência amazônica com precisão e respeito.
Na @bienaldearquiteturabrasileira a Priori assina a execução que transforma conceito em experiência, mostrando que cada encaixe também conta uma história.
📸 @felipe.petrovsky
Não tem como entrar no pavilhão Pará na Bienal e não perceber ela.
Aqui, a pedra precisava ser mais do que bonita.
Ela tinha que trazer o trajeto do rio Tapajós na cor, no desenho, na textura.
Não de forma literal.
Mas como sensação.
Pra mim, é isso que sustenta o projeto.
Quando o material conversa de verdade com o conceito, ele deixa de ser só acabamento e vira parte da linguagem.
A WM Mármores fez toda a diferença nesse processo, abraçando o desafio com a gente na execução da mesa.
Escolhemos o mármore DelMare e, a partir dele, desenhei também uma base de madeira esculpida exclusivamente pro projeto.
No fim, o que parece só uma pedra…
carrega muito mais: a profundidade do projeto e a força do rio Tapajós.
@wm.marmores@bienaldearquiteturabrasileira
📸 @oitereza • @felipe.petrovsky • @ana_lurocha
“Caminho dos Rios – Pará”, uma instalação que traduz, em arquitetura, a potência viva do território amazônico. Inspirado no mapa hidrográfico do estado, o projeto propõe uma experiência espacial fluida, onde os ambientes se conectam como rios — criando percursos que entrelaçam cultura, memória e vivência. Caminho dos Rios nasce da compreensão de que o Pará é movimento. É um território que se constrói a partir dos seus fluxos — de água, de pessoas, de cultura. A arquitetura aqui não delimita, ela conduz”, afirma Tuane Costa. Mais do que uma instalação, o projeto se apresenta como um manifesto: o Pará como fluxo, encontro e vida em constante movimento.
Bioma: Amazônia
Estado: Pará
Projeto: Studio Tuca
Produtos: Crepúsculo (Instantes da Floresta), Magma, Camapu, Carvalho Guaraná
Faz tempo que não via uma marca que realmente nasceu do lugar que representa.
Não é uma referência visual inspirada na Amazônia. É a Amazônia traduzida em linguagem visual.
Isso faz toda a diferença, porque as pessoas que vivem ali conseguem se ver nela. E quem é de fora consegue sentir que é real.
Pra mim, esse é o caminho. Seja num projeto de arquitetura, numa identidade visual, num espaço, quando a lógica vem do território, o resultado tem profundidade.