"Sem medo no coração" é o título do meu novo mural em São Paulo 🌹✨️
Inspirado na carta "A Justiça" do tarot, reúne referências da cultura de rua, do candomblé e da jurema. A escolha de criar a partir desse arcano surgiu pela busca de algo que falasse sobre meus processos individuais vividos nos últimos anos, mas também dialogasse coletivamente e com o território.
Nessa obra consegui amadurecer muitos desses processos pessoais e artísticos, reunindo um conjunto de referências que compõem minha vivência e dar o recado sobre algo que me/nos atravessa. Deslocar o conceito de justiça deste lugar distante e torná-lo mais próximo do cotidiano, do comum, das ruas e esquinas, onde ela possa alcançar qualquer pessoa que a busque, principalmente os nossos.
Agradeço à minha espiritualidade que firma o ponto e às pessoas que trilham esse caminho comigo. ❤️
Acompanhem, vem mais por aí ✨️
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Ficha técnica:
Artista: @ste_fanylima
Produção: @germinaproducoes | @leticia.msou | @amanda_1711
Assistência artística: @osu.ttt | @_umsimo
Fotografia e vídeo: @negojunior_
Assessoria de imprensa: @raynaia
Projeção: @vjmolejunglist
Bombeiro Civil: @bruno.assisdasilva
Síndica: @maga_ferreira
Recepção: Leonida Bezerra Leite de Oliveira
Este projeto foi realizado com recursos financeiros do Projeto MAR – Museu de Arte de Rua - Edital n° 08/2024/SMC/CPROG - Secretaria Municipal de Cultura - SP - @smculturasp
Último de 2023 ✨
O mural "Congênito" foi elaborado a partir da obra musical de Luiz Melodia, a pérola negra que dá nome ao Centro Educacional Unificado (CEU) de São Miguel Paulista, na zona leste de São Paulo.
A referência surgiu do verso "se a gente falasse menos, talvez compreendesse mais". O silêncio (a pausa) é um importante elemento na teoria e composição musical. E, ao meu ver, Luiz Melodia o acessava com profundidade, respeitando seu tempo de criação, onde o silêncio também se faz necessário para a compreensão de uma harmonia para além da estética.
"Congênito" significa algo que é "característico do indivíduo desde ou antes do nascimento; que se manifesta espontaneamente; que foi adquirido durante a vida fetal ou embrionária", algo muito conectado ao que entendemos como o princípio de ORÍ (cabeça física/espiritual) no axé.
Esse ano, particularmente, foi onde mais aprendi sobre o poder da palavra e que, ao final, do silêncio viriam as respostas que buscava. O relógio de Exu nunca atrasa e a cabeça de Yemoja sempre será fonte de prosperidade e vitórias!
Agradeço muito a dedicação, carinho e confiança da produção, de toda a equipe esmero & manualidades, das amizades e parcerias da zona leste que, além de profissionais incríveis, são pessoas que levo pra vida. 💛
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Arte
@ste_fanylima
Produção
@germinaproducoes | @leticia.msou | @amanda_1711
Assistência artística
@osu.ttt | @arteemmemorias | @naovemque_naotem
Fotografia e vídeo
@maxuel_mello | @fluxoimagens
Assistência elétrica
@anselminho
Técnico de balancin
Eduardo
Agradecimentos
@opni_97 | @favelagaleria | @redefundamental | @gamao_raxa_kuka | @crica.monteiro
Este projeto foi realizado com recursos financeiros do Projeto MAR – Museu de Arte de Rua - Edital nº 03/SMC/2023 - Secretaria Municipal de Cultura - SP @smculturasp
A exposição "Mulheres que Mudaram 200 anos" está aberta na @caixaculturalrecife até o dia 16 de abril de 2023 e em mais 6 capitais brasileiras, trazendo um percurso artístico, histórico e biográfico de mulheres que mudaram o curso do país.
Tenho a felicidade de dividir esse espaço com outras artistas, com a obra "Atlântica", um retrato de Maria Felipa de Oliveira. Pescadora, marisqueira, capoeirista e ganhadeira que, por volta de 1822, liderou um levante contra os colonizadores na Ilha de Itaparica (BA), incendiando embarcações que estavam prontas para invadir e reprimir as revoltas em Salvador.
Mantendo-se enquanto liderança, deu continuidade às lutas por liberdade e território. Sua história se perpetuou, principalmente, através da oralidade. Diante da ausência de registros fotográficos, pensar e criar sua imagem é, ao mesmo tempo, potência e responsabilidade. A imagem cria imaginários.
Mulher das águas, com conhecimento sobre a propriedade das folhas, da profundidade do rio e do ritmo das marés, orí de peixe que avança abrindo caminhos para o cardume.
Salve sua força, Maria Felipa! 🌿
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Agradeço pelo convite e curadoria tão cuidadosa 🧡
Direção Curatorial: @mahbortoluzzi
Assistência de Curadoria: @anacsoler e @bianca.zltcvtz
Assistência de Conhecimento e Pesquisa: @antonilde.rosa , @nutyellycena__ e @arlak_fagundes
Produção local: @agabiizidoro
Numa breve passagem por São Paulo, deixando um trampo na casa @rocsete , ao lado do estúdio onde nasce o som que inspira muito do meu movimento, criação, visão e proceder.
Agradeço o espaço e recepção @nego_todd , @andersonfranja , @edirock e toda família @roc7estudios 🙌🏾
7 caminhos abertos ❤️🔥🌹🔱
Você espera convite ou vai assim mesmo? 🫣🤔
Te convido a conhecer como os participantes de festivais de graffiti como o @btcgraffitifestival pensa sobre o assunto. Você se inscreve em festivais, você é convidad@, vai por conta própria ou fica criticando e reclamando antes de fazer alguma coisa?
O que você acha?
🎬 VÍDEO COMPLETO NO YOUTUBE! Link na bio. 👆🏽
No vídeo @ste_fanylima@leapac_@blackshockago@marimonteiro.art@caosit4
Primeira vez pintando no Espírito Santo, encerrando o ano da melhor forma! ✨️
Em 2025 me dediquei ao rolê dos festivais nacionais, o que me proporcionou uma visão mais ampla sobre a construção do meu trabalho, além de vivências intensas e muito especiais em cada território.
Satisfação enorme em chegar, somar, trocar com artistas incríveis, acompanhar e aprender com os processos (gostaria de ter visto muuuito mais).
Reencontrar amizades e ver de pertinho as referências das antigas criando, é sempre o maior incentivo pra seguir evoluindo.
Agradecimentos à equipe do festival pela organização, vida longa ao @origraffes ✨️
E aquele salve pras Origatas no muro 💖
ALÔ, BRASÍLIA ✨️
Após abertura no Rio de Janeiro e passagem por Recife, a exposição Abolicionistas Brasileiras chegou a Brasília como segunda parada da sua itinerância, ocupando a @cal_unb até 11 de janeiro de 2026.
Apresenta obras inéditas de oito artistas brasileiras contemporâneas inspiradas em mulheres que foram símbolos de luta pela abolição no Brasil, em diálogo com trabalhos de outras 26 artistas convidadas.
Realização: @artistaslatinas
Curadoria: @anacsoler
Co-curadoria: @francelarc e @carolinarodriguesl_
Apoio: @sherwinwilliams
Apoio institucional: @ipeafro
A cidade é uma encruzilhada viva, onde arte urbana e espiritualidade ancestral convergem e criam novas relações. Partindo do diálogo entre elas, a próxima edição do Ocupa Oficina, neste sábado (22), recebe Fany Lima para uma troca sobre os conceitos de sua primeira exposição solo, “Cura dor ia: a ciência encantada da cidade”.
No primeiro momento, a artista irá propor um bate-papo, dando sequência à sua investigação em torno das interseções entre a ancestralidade e a cidade, o terreiro e o corpo-território periférico. Uma atividade prática dará sequência à conversa, envolvendo os participantes em um processo criativo partindo dessas referências cosmológicas de espiritualidade e arte.
Paulistana radicada em Pernambuco desde 2016, Fany encontrou no Quilombo do Catucá, em Camaragibe, um espaço para desenvolver sua espiritualidade junto ao culto da Jurema Sagrada. A artista, que iniciou sua trajetória na arte urbana pelo movimento Hip Hop, enxerga no graffiti e na espiritualidade uma forma de resistência e reafirmação de sua identidade.
A atividade acontece das 14h às 16h30 e tem classificação indicativa para maiores de 16 anos. As inscrições gratuitas estão disponíveis no link na bio.
Até lá!
📷: Nego Júnior