No dia 10/12, no Sesc Santo André, celebramos o lançamento da 5ª edição do nosso Tearzine: Mulheres em Coletivo no ABC.
Foi uma noite tão, mas tão especial! As coletivas das 7 cidades do ABC Paulista que participaram do projeto estiveram presentes para celebrar a trajetória dessa construção coletiva — o nosso Tearzine!
Movimentos plurais de mulheres que carregam na arte, e sobretudo na coletividade, uma forma de existência, resistência e luta.
O ABC é lindo — e as minas que fazem esse território pulsar são ainda mais!
Agradecemos imensamente a cada coletiva que semeou e fortaleceu esse projeto:
Coletiva Teatral Feminista Pontos de Fiandeiras (@pontosdefiandeiras ) , Escola Mutungo de Capoeira Angola (@escolamutungo ), Hip Hop das Mina (@hiphopdasminasabcdmrr ) , Ocupa Sapatão ABC (@ocupasapataoabc ), Grave ao Groove (@graveaogroove ), LambidasMinas (@lambidasmina ) , Associação Pataxó Hã Hã Hãe (@jaqueline_haywa ) e Bloco Mulheres do ABC (@mulheresdoabc ). Agradecemos também ao @sescsantoandre na figura do programador Felipe @ffsdantas por todo cuidado e carinho com o projeto!!!
Juntas, seguimos tecendo caminhos. ✨
Nosso coletivo está em festa. Depois de um processo intenso e emocionante, no qual recebemos coletivas de mulheres de todo o ABC para criar nosso fanzine, chegou o momento de lançar ao mundo aquilo que construímos juntas. Um material que carrega a força das mulheres das sete cidades do ABC, que afirmam seus lugares no território, abrem caminhos para tantas outras e semeiam arte e cultura por onde passam. Foi um movimento muito bonito.
Convidamos você para conhecer um pouco dessa trajetória amanhã, 10/12, no lançamento da 5ª edição do Tearzine: Mulheres em Coletivo no ABC, no Sesc Santo André.
No último encontro da quinta edição, o Tearzine 2025 recebeu a presença da cacica Jaqueline, liderança do povo Pataxó Hã Hã Hãe, acompanhada de suas parceiras Delma Pankará, Elaine Pankará e Poá Pataxó Hã Hã Hãe.
Juntas, conduziram um bate-papo e uma apresentação sobre a presença e a resistência indígena no ABC paulista, compartilhando histórias, saberes e experiências de seus povos.
Foi emocionante ouvir essas mulheres, que se uniram para resgatar e recontar memórias que, embora muitas vezes escondidas por suas famílias diante do medo da violência, jamais foram esquecidas. Cada relato revelou a força, a coragem e a beleza da memória ancestral presente em nossa região, que, apesar das diversas tentativas de apagamento, resiste graças à determinação dessas mulheres.
O coletivo ABC da escola de Capoeira Angola Mutungo participou da 5ª edição do Tearzine – Mulheres em Coletivo no ABC. Ju Dendê, idealizadora do projeto e discípula de Mestre Zelão, trouxe suas alunas e alunos de capoeira e colocou todo o nosso coletivo para gingar.
Durante a atividade, Ju compartilhou a trajetória que iniciou com o propósito de fortalecer, sobretudo, corpos negros, de mulheres, crianças e pessoas LGBTQIAPN+.
Nos encontros do grupo, são desenvolvidas pesquisas em movimentação corporal, musicalidade, ritmo e cantorias, além de estudos filosóficos dos saberes e da história da Capoeira Angola.
Além disso, o coletivo participa e promove diversas atividades na região, em parceria com outros grupos comprometidos com o ensino da história e da cultura afro-indígena.
A Coletiva Ocupa Sapatão ABC marcou presença na 5ª edição do Tearzine – Mulheres em Coletivo no ABC!
Fran Rocha, Poeta Rebelião, Janaína Leslão e Anacélia Ramos compartilharam conosco suas vivências na construção e na manutenção de um projeto de visibilidade, acolhimento e resistência para as mulheres lésbicas da nossa região.
Rebelião trouxe suas rimas no Slam, enquanto Fran, Janaína e Anacélia conduziram aquilo que já é marca dos encontros da Ocupa: uma roda de conversa e escuta, apresentações artísticas e um espaço de fortalecimento econômico, onde mulheres podem expor e vender seus produtos.
A Coletiva segue firme no propósito de fortalecer o protagonismo lésbico e afirmar a diversidade como valor.
Confira um pouco da Vivência no Sesc Santo André, com @somosocoletivotear
Foi muito boa!
Há mulheres que estão na linha de frente nos coletivos no ABC
Valeu todas pessoas que chegaram🪷
Era pra ser uma batalha, mas foi só amor!
Esse TearZine 5a Edição - Mulheres em coletivo no ABC está demais!
Na última quarta-feira, recebemos a Coletiva Hip Hop das Minas para rimar, trocar ideias e falar sobre a presença potente das mulheres na cena do Grande ABC — e, claro, criar junto com a gente.
Com muita sensibilidade, Joy, Zula e May compartilharam os desafios de ocupar espaços ainda majoritariamente masculinos e as alegrias de construir, com resistência e afeto, um lugar de acolhimento e força para tantas mulheres.
Pra ver as minas na rima, é só chegar na Oliveira Lima, ou no Cine Teatro Carlos Gomes, eslas estão sempre por lá!
Ontem, nosso coletivo teve a alegria de receber a Coletiva Teatral Feminista de Santo André, Pontos de Fiandeiras, dentro da 5ª edição do Tearzine – Mulheres em Coletivo no ABC.
Roberta, Camila, Giselle e Carol trouxeram seus fios de histórias, que se entrelaçaram aos nossos como numa ciranda — tecida em rede, com ginga, território e arte.
Foi emocionante ouvir a trajetória dessa coletiva que, entre cantos e memórias, vasculha, coleta e semeia as histórias de luta e resistência do ABC Paulista.
Ontem foi dia de Lambidasminas!
A coletiva de Rio Grande da Serra marcou presença na 5ª edição do Tearzine – Mulheres em Coletivo no ABC.
Diana, Letícia, Camila e Bárbara compartilharam a trajetória do grupo, que teve início de forma potente e afetiva: mulheres se encontraram no bar da Camila, a Fun House, e ali decidiram unir suas artes, experiências e forças para deixar sua marca no mundo.
Utilizando a técnica do lambe-lambe, as mulheres da coletiva movimentam a cena cultural e a arte de rua no ABC, dando visibilidade às produções e artistas de Rio Grande da Serra.
Como em um de seus trabalhos, “Toda mulher é uma nascente”, quando essas mulheres se juntam, nasce um rio — um Rio Grande — que carrega, em seu fluxo, arte, resistência e transformação por onde passa.