Sofia Mariutti

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Já estão sabendo? O nosso “Tem um gato no frontispício”, de @sofia_mariutti e @vitorrochae , venceu o Prêmio AEILIJ (@aeilij ) na categoria Livro Informativo. Quanto orgulho! Parabéns, Sofia e Vitor! 📖🐈‍⬛ #PrêmioAeilij #TemUmGatoNoFrontispício #BaiãoLivros
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1 year ago
O Círculo de Poemas apresenta orgulhosamente o livro do mês de dezembro: “Abrir a boca da cobra”, de Sofia Mariutti (@sofia_mariutti )! O novo livro de Sofia Mariutti cria um ambiente, ao mesmo tempo, de cuidado e de ameaça. É um bestiário em que diversas feras estão guardadas dentro de casa, tanto que são habitantes e se tornam indistintas das pessoas que lá vivem. Por isso, é também um livro dos pesadelos em que o conforto rapidamente se transforma em risco. E as palavras têm sabor concreto e poder quase mágico, porque nomeiam um mundo para torná-lo menos inóspito, ainda que com isso o perigo acabe se tornando mais presente. Os poemas de Mariutti se entrelaçam, se confundem entre si, para compor este livro que é todo ele uma família. Mas o que é familiar se transforma também naquilo sobre o qual não se pode ter controle. Dinossauros e escorpiões, mães e filhas, o presente e o passado, tudo passa a ser regido por uma mesma lei, a da metamorfose. No texto de orelha, Chantal Castelli (@chantal.castelli ) pergunta se o pesadelo do infamiliar não remeteria a um processo em que formas brutais da morte retornam para envenenar as fantasias da intimidade e do cuidado. Como resposta, cada verso de Mariutti, feito cobra que muda de pele, já sonha a sua próxima forma. – 🔵 Sofia Mariutti nasceu em São Paulo, em 1987. É poeta, tradutora e editora, com mestrado em língua e literatura alemã na Universidade de São Paulo (USP). Publicou o livro de poemas “A orca no avião” (Patuá, 2017) e o infantil “Vamos desenhar palavras escritas?” (Companhia das Letrinhas, 2023). – Para receber o livro em casa, junto com a plaquete do mês de dezembro, assine o Círculo de Poemas até o dia 10/12! As assinaturas podem ser feitas no site do Círculo de Poemas (link na bio). – Foto: Luiza Sigulem (@luizasigulem ). – @fosforoeditora @lunaparque_ed
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2 years ago
esse foi o primeiro romance que traduzi, com uma bebê de 6-12 meses mamando no colo (graças a uma rede de apoio incrível), e também virou um dos livros da minha vida. traduzi esse romance enquanto fechava meu último livro de poemas, e quis roubar a dedicatória da haushofer (“para os meus pais”), e quis transformar a haushofer em epígrafe (“de todos os lados, o medo rasteja em minha direção”), mas estava tão dentro desse mundo criado por ela que achei melhor tomar distância primeiro. não sei se consegui, no fim ela entrou nos meus sonhos e nos meus poemas. relendo agora esses trechos (deixo aqui muitos deles de presente pra vcs), vejo que com a distância essa autora só cresceu pra mim, assim como a sua recepção vem crescendo no mundo dos anos 1960 pra cá. ser tradutora de um livro desses, inacreditavelmenre inédito no brasil até hoje, é também ser a primeira leitora dele em português brasileiro, é uma sorte. “a parede” parte de uma premissa distópica pra criar um universo totalmente ancorado no cotidiano, uma experiência radical de vida na natureza, com saltos filosóficos incríveis. ele tem alguma coisa de obras que eu gosto muito: na natureza selvagem, o homem urso, gabriel e a montanha, escute as feras. mas ele tem uma coisa a mais que é um tempo dilatado, uma minúcia, é assombrosa a capacidade narrativa, descritiva e reflexiva dessa autora. obrigada demais @moura2013 por esse convite, pela confiança, pela ousadia de trazer a haushofer pro brasil ❤️. o resultado desse trabalho deve muito à equipe que trabalhou nele: os editores @mariosfru e carolina kuhn facchin, a equipe toda da @todavialivros , a preparadora e as revisoras que fizeram o texto crescer demais no fim do segundo tempo: nina shipper, gabriela marques rocha, ana alvares. obrigada @maidecarvalho e @mariutti.marco que leram essa tradução em primeira mão e foram dando pitacos, me ajudando com soluções. ainda é tempo de dizer que o livro de poemas é pra vocês, que sempre me cercaram de leituras por todos os lados? e essa tradução também. ❤️ leiam haushofer!
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1 year ago
que alegria ser mãe dessas duas, meu maior sonho, meu tudo de bom fotos e parceria @otaviocury 💙
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6 days ago
um pouco de realismo: a lila que menstrua e entra no mundo das mulheres e dos absorventes, a casa que tem dois pais, a escola que tem bullying, misoginia, mas também bandas que se formam no recreio, a cidade que tem enchente, falta de luz, desigualdade climática. um pouco de fantasia: a lila que vira vampira, perde o reflexo no espelho, encontra um livro que só se lê à noite, aprende a misturar sonho e realidade (o melhor de todos os superpoderes já imaginados!), conhece o passado misterioso do pai, com ele alça seus primeiros voos (que me lembraram tanto meus voos de vespa com meu pai!). as duas narrativas paralelas, a realista e a fantástica, ligadas pelo sangue que desce ou quer ser lambido, sugado, a descoberta da sexualidade (toda história de vampiro é uma história de libido), e também ligadas por esse momento difícil que é a adolescência, o corpo mudando rápido não se sabe pra onde, a construção da identidade. ah, e pra completar uma boa dose de LSD: “será que gatos comem estrelas?” e uma boa dose de alice, de drácula, de bruxinha kiki, um peter pan às avessas - we can fly!, harry potter, dia do curinga… e uma grande dose de novidade, de sangue novo na literatura infantojuvenil. fantástico mesmo é ver de perto uma escritora nascendo, nascendo com o pé na porta, só consigo sentir um orgulho imenso de ver essa imaginação ao mesmo tempo política e delirante descer, e que bom que agora todo mundo vai poder ler a série da lila e ver os filmes que já to imaginando e se entender um pouco mais no meio da adolescência. eu ri muito, eu fiquei maravilhada, será que sou suspeita? um pouco, mas também sou bem crica. à espera da lila 2! bravo, baião, coleção feroz, bravas mell e lais, bravas tati e veri! clap clap clap
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24 days ago
L., quase 4 💙
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1 month ago
“Pi: uma autobiografia infinita” por Sofia Mariutti (Sofia Mariutti) 𝛑 A editora executiva da Tinta-da-China Brasil lê o primeiro parágrafo deste saboroso livro ilustrado que traz o Pi, um dos números mais enigmáticos de todos, como narrador — em uma prosa romanceada cheia de humor e episódios históricos fascinantes. Além de contar a trajetória épica do Pi — das aproximações de Arquimedes aos métodos inovadores de Ramanujan e à contemporaneidade —, “Pi: uma autobiografia infinita” é um convite para o leitor desvendar os seus mistérios, ainda tão presentes nos dias de hoje. 📘 “Pi: uma autobiografia infinita”, de Mahsa Allahbakhshi (@mahsa_allahbakhshi ), Andrés Navas (@andresnavasflores ) e Verena Rodríguez (@verena_rod ), com tradução de Maria Cecilia Brandi (@cores.e.letras ), está disponível em nosso site e nas melhores livrarias. Acesse o link na bio e garanta já seu exemplar. 🎨 Capa de Isadora Bertholdo
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1 month ago
Quando se deparou com o livro “Malária” pela primeira vez, a nossa editora executiva Sofia Mariutti (@sofia_mariutti ) ficou arrebatada e só conseguiu parar a leitura quando chegou na última página. Neste vídeo, ela te convida a se deixar guiar pela mosquita-narradora que faz deste romance autobiográfico uma obra tão potente. 🦟 Assista e saiba mais 👀 📗 “Malária” está disponível em nosso site e nas melhores livrarias. Corra para sua favorita ou acesse o link na bio e garanta seu exemplar! Tradução de Claudia Abeling (@cl.abeling ). O livro contou com o apoio de fomento à tradução do Goethe-Institut (@goetheinstitut_saopaulo ). 🎨 Capa de Vera Tavares
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1 month ago
hoje no lançamento de “pi: uma autobiografia infinita” o professor josé luiz pastore, do colégio santa cruz, mostrou essa maravilha: um catatau que contém o maior número primo conhecido até hoje. a próxima edição deve sair em dois anos, quando esta se tornar obsoleta porque descobriram o próximo primo. o livro não tem nenhuma explicação sobre os primos ou sobre como chegamos até aqui, só o próprio número, páginas e páginas preenchidas com seus 41,024,320 algarismos. lembrei do @marceloviana000 falando da cápsula enviada pro espaço com as maiores descobertas humanas, em “a descoberta dos números”. e pensei que se esse livro lindíssimo tem alguma utilidade, talvez seja essa: mostrar até onde chegamos para os escafandristas que um dia virão
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2 months ago
o sebastian canta para convencer a ariel de que o mar é melhor, mas quando a banda termina a música ela já subiu com o linguado pra ver os humanos. a composição é muito boa mas eu queria falar dessa versão brasileira maravilhosa do telmo de avelar (1923-2017): “lá se trabalha o dia inteiro/ lá são escravos do dinheiro/ a vida é boa, eu vivo à toa/ onde eu nasci” e depois: “vou lhe contar/ aqui no mar/ ninguém nos segue/ nem nos persegue pra nos fritar/ se os peixes querem ver o sol/ tomem cuidado com o anzol/ até o escuro é mais seguro/ aqui no mar (aqui no mar)” como fomos disso pra “livre estou”? a trilha original de frozen é mto boa, mas a tradução desse refrão não dá, ninguém fala assim invertendo o verbo e o predicativo. que tal “já passou”? esse refrão não é um caso à parte, são vários exemplos dessas inversões esdrúxulas na trilha: “você quer brincar na neve?/ um boneco quer fazer?”, “você podia me ouvir/ e a porta abrir”, “vazio é sempre esse lugar” e por aí vai. não to falando que é fácil, talvez seja a coisa mais difícil que tem, porque na dublagem a letra ainda tem que acompanhar a boca da personagem abrindo ou fechando, e é ainda mais difícil se for mal pago e sem royalties como vemos no mundo dos livros. mas não é por isso que não deve ser criticado, e é triste ver como a gente perdeu qualidade nessa arte.
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2 months ago
baita texto, baitas atrizes e atuações, baita direção, baita música, baita cenografia e figurino, baita tudo a última peça da @companhia_delas , “marie e a descoberta luminosa”. rimos, choramos, aprendemos e nos deliciamos. a melhor da trilogia, impecável. eu iria mesmo se não fosse pra levar as meninas e é assim que vejo a boa produção pra infância, ela é tanto pra mim quanto pra qualquer criança, como um charanguinha do frança, uma fera neném, um helio ziskind, um odilon moraes, uma veridiana scarpelli… uma @companhia_delas ! orgulho dessas mulheres que acompanho há tantos anos, apca merecidíssimo. não bobeiem que a temporada é curta! e esse teatro liiiindo @teatroique
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2 months ago
O que será que a tradutora de A dança das palavras achou do livro? Convidamos Sofia Mariutti, autora de livros infantis e tradutora da obra, para compartilhar um pouco sobre a experiência de traduzir A dança das palavras ✨ Confira! #livroinfantil #livroilustrado #adançadaspalavras
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2 months ago