Foram 278 shows no total em 2023 com essa turma aí! Alegria imensa dividir a caminhada com figuras tão fascinantes, movidas pelo objetivo comum de fazer suas artes carregadas de originalidade e autenticidade chegar em tanto canto.
Que felicidade imensa ver ANAVITÓRIA e MANU somando juntas quase ½ bilhão de streams no Spotify só em 2020.
Esse número é ainda mais significativo se levarmos em consideração que elas tiveram apenas um lançamento próprio esse ano (Anavitória lançou ‘Me conta da tua janela’ e Manu ‘Deve ser horrível dormir sem mim’). São artistas de catálogo consistente.
A constatação de que os produtos fonográficos lançados pela F/SIMAS entre 2015 e 2020 já acumulam mais de 3 bilhões de streams no Spotify faz um filme passar pela minha cabeça e me leva direto pra 1999 quando, movido por um grande sonho e uma imensa paixão, inventei de me embrenhar nesse negócio da música.
Um viva à música brasileira e aos brasileiros por ouvirem mais canções nacionais do que sons gringos!
Primeiro speaker confirmado na 3ª edição do Soundcheck Coffee. ☕️
Recebemos @simasfelipe para a conversa:
“Do Talento à Estrutura: por que não é o mercado que trava sua carreira?”
Empresário artístico e sócio-fundador da F/SIMAS, Felipe atua no gerenciamento de carreiras como Anavitória e Manu Gavassi, além de produzir projetos fonográficos e audiovisuais que somam mais de 5 bilhões de streams e 6 Grammys Latinos.
Uma conversa sobre carreira, estrutura, direção e os bastidores que sustentam projetos a longo prazo.
📍 20/05
🎟️ Ingressos já disponíveis no link da bio.
Na coluna da Billboard Brasil, o empresário musical Felipe Simas explica como a indústria da música funciona em dois movimentos ao mesmo tempo: o impacto imediato dos lançamentos e a força duradoura do catálogo.
Entender essa dualidade do momento e do legado é essencial para quem cria, consome ou trabalha com música. Leia a análise completa em billboard.com.br.
Felipe Simas (@simasfelipe ) detalha como “claraboia”, álbum de 20 faixas lançado de surpresa por ANAVITÓRIA (@anavitoria ), chegou ao mundo.
Gravado em uma casa no interior de São Paulo, o projeto reflete uma fase mais íntima e bucólica da dupla, com participações de Rubel (@rubelrubelrubel ) e Bruno Berle (@brunoberle_ ).
Em entrevista exclusiva ao Mundo da Música, o empresário comenta o formato de lançamento surpresa e a relação entre espontaneidade artística e planejamento.
Confira todos os detalhes acessando o nosso site: mundodamusicamm.com.br (link na bio, nos stories e destaques “News MM”)!
#Anavitoria #Claraboia #FelipeSimas #Fsimas #NewsMM
Essa semana celebramos 10 anos do lançamento de Anavitória. Na época, chamávamos de “o” (duo) Anavitória, pronome que perdurou até o dia em que, anos mais tarde, jornalistas portugueses inspiraram a mudança para “as” Anavitória.
Marcos simbólicos nos ajudam a organizar sensações. Muito além de uma celebração pela passagem do tempo e de manter viva a memória de conquistas, relembrar momentos marcantes é também um convite à reflexão. Essas datas são como pequenos portais que nos conectam com quem fomos, com quem somos e com quem queremos ser. Onde estávamos, onde estamos e pra onde queremos ir.
É doido pensar que, uma década depois, a chama criativa dessas duas artistas está mais viva do que nunca. Muito além da resistência, a beleza maior tá na reinvenção. A cada disco que passa e a toda esquina que dobram, elas são outras. Com o mesmo frescor nas ideias e com o mesmo brilho no olhar, ainda que o olhar seja outro. Tudo continua ali.
São tantos os projetos artísticos no campo da música que parecem seguir um ciclo intenso e breve. Quando as coisas se estabilizam, o motor da criação artística, muitas vezes, acaba por perder sua potência. Arte é filha da intensidade. E a intensidade, por natureza, não costuma durar muito.
Mas a impressão que tenho é a de que as Anavitória desafiam a lógica e vivem hoje o seu esplendor artístico. Ganharam corpo, sem perder alma. Há algo de mágico quando artistas atravessam a casa dos vinte e poucos anos (território onde tudo arde e onde a vida pulsa com urgência) e não deixam essa chama se apagar, mesmo quando ascende-se a da maturidade, mais profunda e mais sábia. A concomitância dessas chamas é um estado raro. Um lugar de magnificência criativa.
E que delícia é testemunhar tudo isso!
HDs devidamente desempoeirados com registros de 2017 (o insano ano que não terminou) à espera de uma quarta Era que já vem dando as caras logo ali, virando a esquina de hoje pra amanhã.