#SuburbioseEsquinas
NAVALHA DANÇA
Numa encruzilhada do Andaraí, @gab_afro faz a navalha dançar como quem risca destino no fio da pele. Entre motos que passam, olhares curiosos e o som da rua, ela finca seu trono no asfalto e transforma cada corte em ritual.
Barbeira de guerra, de gesto firme e coração aberto, Gab opera onde muitos não veem potência, nas frestas da cidade, nos becos da margem, no calor da correria.
Ali, no miolo do subúrbio, cada cliente é uma nova travessia. E ela, como boa guia de encruzilhada, entrega muito mais que um corte: entrega presença, cuidado e transformação.
#SuburbioseEsquinas
#SuburbioseEsquinas
NAVALHA DANÇA
Na Rua do Riachuelo, a noite pulsa e a navalha dança. Entre encruzilhadas de histórias e movimentos precisos, ele transforma rostos e destinos. No compasso da Lapa, cada corte é um rito, cada cliente, uma nova versão de si.
@r8mualdo@henriquerofc
#SuburbioseEsquinas
NAVALHA DANÇA
Nas encruzilhadas de Madureira, sob o viaduto, ele transforma a noite em palco de arte e trabalho. Navalha na mão, cria caminhos onde outros só veem passagem. Aqui, a correria vira poesia urbana.
@r8mualdo@gardo_barber_25
O DESEJO DE NÃO SER ESQUECIDO
Entre cantos, fumaça e fogos, a viagem começa muito antes da bola rolar.
De Caxias ao Maracanã, a Torcida Jovem do Flamengo volta aos trilhos em um percurso que atravessa memória, paixão e pertencimento.
O projeto acompanha o trajeto feito de trem até o clássico contra o Vasco, revivendo uma tradição que marcou gerações de torcedores nos tempos em que a Jovem ainda ocupava as arquibancadas do Maracanã.
Mais do que registrar uma ida ao estádio, o projeto observa os rituais, os encontros e a atmosfera que transformavam o transporte coletivo em extensão da própria torcida.
Um retrato da cultura de arquibancada suburbana carioca, onde o futebol começa muito antes do apito inicial.
Voltaremos _x_
Dominó - Série Respiro Tátio
30cm x 45cm - acrílica sobre tela
Série de pinturas acrílicas sobre mãos suburbanas e operárias em momentos de pausa. Entre o fazer contínuo e o intervalo, o gesto desacelera e se desloca da função.
No tato, essas mãos deixam de produzir e passam a sentir: tocam o tempo, o entorno e a si mesmas. Um respiro breve, onde o cotidiano se reconfigura como experiência.
Construir uma narrativa também é exercício de troca.
@omessiasoliveira compartilha o acompanhamento crítico que desenvolvemos juntos, um trabalho de lapidação feito no tempo, na conversa e na fricção.
Fica aqui minha gratidão pela parceria, pelo rigor e pela generosidade no olhar e na escuta. 🖤
No coração de Madureira, o CAPS AD Paulo da Portela abriga histórias que começam do avesso. Gente que, como na música de Dona Ivone Lara, “começou pelo fim”, mas encontra ali uma chance de virar a própria trama. Em meio a oficinas, conversas e silêncios, o curta revela os pequenos rituais de cuidado que sustentam aqueles dias: profissionais que acolhem sem julgamento, usuários que reaprendem a confiar no tempo. O filme observa a vida como ela se refaz, com tropeços, ternura e teimosia, num lugar onde “se precisar, pode me procurar” não é verso, é compromisso.
É com imensa alegria que anunciamos o retorno das exibições ao longo do ano de 2026. Todas as exibições serão anunciadas previamente aqui na página do CAPS. Esperamos bons encontros com todes!
#atençãopsicossocial #capsadpaulodaportela #meunomenãoécracudo #arteesaudemental #documentario