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Rodrigo Zeferino

@rodzefer

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Trecho da obra “Retrotopia” que integra o projeto Veia Aberta. O argumento do trabalho está ancorado na ideia de retrotopia sugerida por Zygmunt Bauman e representada no filme pela mudança de sentido no deslocamento do trem de minério, um movimento impossível de retorno da riqueza ao seu lugar de origem. :: Este projeto foi fomentado pelo Prêmio Funarte Marc Ferrez de Fotografia - 17ª edição
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23 days ago
Trecho da obra audiovisual “Retrotopia” que integra o projeto Veia Aberta. O argumento do trabalho está ancorado na ideia de retrotopia sugerida por Zygmunt Bauman e representada no filme pela mudança de sentido no deslocamento do trem de minério, um movimento impossível de retorno da riqueza ao seu lugar de origem. :: Este projeto foi fomentado pelo Prêmio Funarte Marc Ferrez de Fotografia - 17ª edição
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25 days ago
Trecho da obra audiovisual “Retrotopia” que integra o projeto Veia Aberta. O argumento do trabalho está ancorado na ideia de retrotopia sugerida por Zygmunt Bauman e representada no filme pela mudança de sentido no deslocamento do trem de minério, um movimento impossível de retorno da riqueza ao seu lugar de origem. :: Este projeto foi fomentado pelo Prêmio Funarte Marc Ferrez de Fotografia - 17ª edição
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26 days ago
Imagem do projeto Veia Aberta Comunidades que vivem às margens das grandes ferrovias da mineração no Brasil. Maio de 2025 :: “Uma rua começa em Itabira, que vai dar em qualquer ponto da Terra”. CDA :: Este projeto foi fomentado pelo Prêmio Funarte Marc Ferrez de Fotografia - 17ª edição.
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1 month ago
Imagem do projeto Veia Aberta Comunidades que vivem às margens das grandes ferrovias da mineração no Brasil. Agosto de 2025 :: “Uma rua começa em Itabira, que vai dar em qualquer ponto da Terra”. CDA :: Este projeto foi fomentado pelo Prêmio Funarte Marc Ferrez de Fotografia - 17ª edição.
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1 month ago
Imagem do projeto Veia Aberta Comunidades que vivem às margens das grandes ferrovias da mineração no Brasil. Julho de 2025 :: “Uma rua começa em Itabira, que vai dar em qualquer ponto da Terra”. CDA :: Este projeto foi fomentado pelo Prêmio Funarte Marc Ferrez de Fotografia - 17ª edição.
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1 month ago
Imagem do projeto Veia Aberta Comunidades que vivem às margens das grandes ferrovias da mineração no Brasil. Junho de 2025 :: “Uma rua começa em Itabira, que vai dar em qualquer ponto da Terra”. CDA :: Este projeto foi fomentado pelo Prêmio Funarte Marc Ferrez de Fotografia - 17ª edição.
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1 month ago
Imagem do projeto Veia Aberta Comunidades que vivem às margens das grandes ferrovias da mineração no Brasil. Junho de 2025 :: “Em ‘Veia Aberta’, assim como em ‘Terra Cortada’ e ‘O Grande Vizinho’, projetos de igual envergadura realizados anteriormente, Zeferino parte da observação crítica a esses projetos institucionalizados que visam converter territórios naturais em commodities, para criar um ensaio fotográfico contundente que amalgama estruturas narrativas da fotografia documental com a liberdade de incorporar estratégias da fotografia de caráter experimental.’ (Trecho do texto curador Eder Chiodetto) :: Este projeto foi fomentado pelo Prêmio Funarte Marc Ferrez de Fotografia - 17ª edição.
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1 month ago
Imagem do projeto Veia Aberta. Comunidades que vivem às margens das grandes ferrovias da mineração no Brasil. Junho de 2025
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1 month ago
Hoje teremos uma sessão de cinema especial do @lospeliculascineclube com filmes produzidos no Vale do Aço, e meu Veia Aberta está na programação. Será no @obecoipa a partir das 19h30. To chamando vocês! Saca só o programa: - A Melhor hora do dia (Dir. Sávio Tarso) - ⁠ Maura e Robinson (Dir. Nilmar Lage) - ⁠Pioneiros do Teatro de Ipatinga (Dir. Gustavo Suna) - ⁠ Veia Aberta - à margem da estrada do ferro (Dir. Rodrigo Zeferino) Sinopses: 1. “A Melhor Hora do Dia”, 2024, 9 minutos - Simonal ousou ir ao encontro do seu verdadeiro destino depois de enfrentar as barreiras da pobreza e do preconceito. Agora, na idade madura seu desafio é ser feliz mesmo carregando esse passado de hostilidades e um dia a dia marcado pela repressão. Será que Simonal, finalmente, conseguirá dizer qual é a melhor hora do dia para ser feliz?” 2. “Maura e Robinson”, 2024, 58 minutos - documentário que narra as experiências de resistência política do casal Maura Gerbi Veiga e Robinson Ayres Pimenta durante a ditadura militar no Brasil, focando nas memórias e desafios enfrentados por eles nesse período de repressão, sendo uma obra essencial para preservar a história e a luta por democracia. 3. “Pioneiros do Teatro de Ipatinga”, 2024, 31min - documentário curta-metragem sobre os desbravadores do teatro de Ipatinga que já se foram. A história ganha vida através dos relatos da segunda geração de atores, diretores e produtores da região, que construíram suas carreiras inspirados e formados por esses pioneiros. 4. “Veia Aberta - à margem da estrada do ferro”, 2024, 15 minutos - uma jornada pela mais antiga ferrovia da mineração brasileira. Com uma linguagem que oscila entre o documentário e o filme de artista, o curta-metragem é construído a partir de imersões em comunidades localizadas às margens da Estrada de Ferro Vitória a Minas (EFVM) com abordagem de viés humanista através da qual o diretor encontra e dialoga com pessoas que vivem às margens da ferrovia, no intuito de entender e registrar os efeitos psicológicos, sociais e ambientais que os impactam.
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3 months ago
ÚLTIMOS MOMENTOS - a exposição “Galangos, Centenário do Congado do Ipaneminha” termina amanhã (23/12). ::: O projeto “Galangos - Centenário do Congado do Ipaneminha” é realizado com recursos da Política Nacional Aldir Blanc (PNAB), do Governo Federal, por meio do Ministério da Cultura (MinC), com operacionalização da Prefeitura Municipal de Ipatinga, através da Secretaria de Cultura, Esporte e Lazer (Semcel).
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4 months ago
“A exposição [do projeto Galangos] é um convite à redescoberta. É um chamado para que o público de Ipatinga e do Vale do Aço reconheça a majestade que reside em sua própria história. Ao celebrar o Congado do Ipaneminha, Zeferino não apenas honra o passado, mas projeta um futuro onde a cultura popular e a ancestralidade africana são vistas com a devida reverência e grandiosidade estética. ‘Galangos’ é a prova de que a arte, quando embasada na história e na crítica, tem o poder de reescrever a paisagem, trocando o cinza do minério pelo ouro da coroa. É a celebração de um centenário que, em vez de ser apenas memória, se torna um monumento vivo à resistência cultural.” Trecho do texto escrito por Marina Penna @pennamari para a exposição do Projeto Galangos - Centenário do Congado do Ipaneminha. Em cartaz até dias 23/12 na Estação Memória Zeza Souto @estacaomemoriazezasouto . ::: O projeto “Galangos - Centenário do Congado do Ipaneminha” é realizado com recursos da Política Nacional Aldir Blanc (PNAB), do Governo Federal, por meio do Ministério da Cultura (MinC), com operacionalização da Prefeitura Municipal de Ipatinga, através da Secretaria de Cultura, Esporte e Lazer (Semcel).
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4 months ago