Alguns momentos de "Arma de Fuego" , performance realizada no museu La Neomudejar @laneomudejar como parte do Performáticas II, ciclo de performance feminista comissariado por Margarita Aizpuru. Foi forte, intenso e incendiário.
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Que satisfação realizar um trabalho nesse espaço indepente de arte que insiste e resiste em Madrid. Que alegria ver tanta gente acompanhando esse ciclo que abordou diferentes temáticas desde diferentes angulos.
Grata aos amigos que ali estiverem, meu coração arde por vcs ❤️🔥.
Num Brasil marcado pela ameaça democrática, Conflagração é um trabalho que afronta o discurso de ódio e incendeia esse imaginário de poder e dominação que ceifa vidas. Ao contrário das forças opressoras que afetam esse país há muitos anos, o fogo aqui é potência de insurgência e transformação.
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Esse outros vídeos dessa série estarão expostos no I Circuito DOBRA de arte contemporânea, exposição coletiva que abre dia 11/nov no CAC-Maringá. Não percam!
Roberta Stubs, Conflagração, 2022, 4' 08" , vídeo
@d.o.b.r.a
Hoje acontece a abertura da exposição coletiva “Subdivisões Prismáticas da Ideia”, estou particularmente contente de participar desse momento ao lado de artistas que admiro.
Como um prisma um pouco indisciplinado cada trabalho dessa exposição refrata uma frequência própria, às vezes em consonância, às vezes em atrito, às vezes abrindo pequenas rachaduras no olhar.
Convido vocês para a abertura hoje, às 18h, na Sala Leonor Botteri.
🔥Abertura: 07 de maio de 2026, às 18h
🔥Exposição: de 08/05 a 28/05/2026
🔥Sala Leonor Botteri
🔥Rua Saldanha Marinho, 131 – Centro – Curitiba/PR
“Subdivisões Prismáticas da Ideia”
Exposição coletiva dos professores do Bacharelado em Artes Visuais da Embap.
Que alegria fazer parte do 1. Salão Maringaense de Arte Contemporânea que contou com a curadoria apurada de @ayalaprazeres . Estar junto de amigos e artistas que admiro, alguns que acompanho há anos, outros que tenho visto crescer cada dia mais, me anima a seguir acreditando e investindo no circuito artístico de Maringá.
Participo do salão com a obra “Tudo que se pode ver ao longe” que segue ampliando meus horizontes artísticos e me possibilitando habitar paisagens antes pouco imaginadas.
Destaco a importância desse salão para incentivar a produção local e criar público em arte contemporânea. Destaco também a importância do SMAC (seminário de arte contemporânea) que conta esse ano com uma programação de debates e oficinas bem interessante.
Parabenizo a @secretariadeculturamaringa pela iniciativa e desejo vida longa ao salão e ao SMAC que já está em sua sexta edição.
Parabenizo também todos as pessoas envolvidos nesse trabalho, incluindo aí as alunas do Curso de Artes Visuais da UEM que farão a mediação cultural da exposição. O grupo @d.o.b.r.a mais uma vez comparece apoiando e formando essas mediadoras culturais.
Há exatamente 1 ano eu tinha o céu de Madrid sobre minha cabeça e estava no Parque do Retiro “ensaindo” minhas ideias para um projeto que eu iria realizar no Museu La Neomudejar @laneomudejar . Eu precisava de ar e espaço para ver se Arma de Fogo funcionaria também como performance. E assim o fiz, improvisei um lugar no parque, delimitei um território no chão e coloquei fogo numa arma de brinquedo em pleno domínio público.
Me lembro do medo que senti de ser repreendida pelos guardas locais, no risco até de perder meu visto espanhol. Mas assumir esse risco era tão inevitável quanto a necessidade que o fogo tem de queimar. Quanto a urgência de se repensar a cultura de guerra, de dominação e de disputa violenta por territórios que é a base do pensamento ocidental moderno, predominantemente masculino, patriarcal, sexista e branco
Ainda tenho o céu azul de Madrid quando fecho meus olhos, essa cidade que é quente mesmo nos dias mais frios.
#artecontemporanea #processocriativo #brasilianartist #artecontemporaneo #artesvisuales #visualarts #contemporaryart #mulheresartistas #latinoamericanartists #sulglobal
Porque a vida é feita de encontros e reverberações. Compartilho aqui momentos de abertura da exposição Raizes do Tempo que segue ainda ressoando por aqui. Nessa minha passagem por Curitiba conheci novos artistas e me encontrei com pessoas que só conhecia pelas telas. A intensidade do vivido não cabe nas fotos desse carrossel pois a vida é muito mais abundante que o Instagram. Que alegria fazer parte desse momento que marca a reinauguração da Zuleica Bisacchi Galeria @@zbgaleria , obrigada @rocha.ana.rocha por esse convite tão especial.
“Operando por excessos - uma maneira de medir o que não tem medida - a artista faz da repetição um evocador de presença, um meio para lidar com a saudade de sua avó e afirmar a abundância desse lugar afetivo e político que é o espaço doméstico. Nessa exposição, o uso político do bordado e da arte têxtil evoca um grito coletivo e faz ecoar as vozes silenciadas de uma multidão de mulheres cujas vidas foram tramadas e esquecidas nas entrelinhas da história.”
Trecho retirado do texto curatorial escrito por Roberta Stubs (@robertastubs ) para a exposição.
Para aqueles que desejam conferir a versão completa, a exposição segue aberta até o dia 21 de agosto de 2024, no Centro de Ação Cultural Márcia Costa (CAC).
Foto: @bullajr
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Produzido com verba de incentivo à cultura, Lei Municipal de Maringá n.o 11200/2020 - Prêmio Aniceto Matti da Secretaria de Cultura de Maringá (SEMUC) , a exposição estará aberta para visitação dos dias 29 de julho a 21 de agosto de 2024, de segunda a sexta-feira, das 9h às 17h30.
Circular com o trabalho Conflagração tem sido das coisas mais potentes de 2023 e 2024. Foi ele que figurou como tema disparador de meu pós doutorado na UAM e me levou para Madrid.
Já na Espanha ele foi selecionado para a 14 Bienal Mulier Mulieres, realizada no @musacmuseo , em Alicante. É dessa exposição a foto mais potente de minha obra, essa que compartilho com vocês e na qual vemos duas crianças sentadas no chão assistindo atentamente um soldado, e todos seus atributos de poder e masculinidade, derreter lentamente.
Antes dessas voltas por terras espanholas essa obra já tinha dado o ar da graça em Maringá no I Circuito DOBRA de arte contemporânea.
Agora chegou a vez de ir com esse trabalho para Curitiba, já que ele foi selecionado para participar do Festival de Áudio visualidades promovido pelo @mac_parana . Muito bom seguir reverberando com essa obra na companhia de tantos outros artistas que também estarão no festival.
O festival começa nessa quinta-feira e conta com uma programação bem bacana e gratuita que se prolonga até domingo, 07/07.
Vestígios de um corpo, exposição de Gustavo Barrionuevo que segue montada até o dia 7 de Julho no Teatro Calil Haddad em Maringá.
Aqui compartilho algumas imagens enquanto leio trechos do texto curatorial que escrevi para essa exposição que se revela como uma poética de porosidades e diz do avesso da pele, de um corpo em constante mutação.
Não deixem de conferir !!!
@gustavobarrionuevo@secretariadeculturamaringa@d.o.b.r.a
Madrid foi um lugar que me proporcionou muitos encontros artísticos e teóricos. Viver um ano nessa cidade e poder me aprofundar nos processos poéticos e teóricos que atrevessam meu trabalho de artista-pesquisadora foi, no mínimo, excitante. Aqui nesse carrossel de imagens gira também alguns momentos importantes que marcaram e transformaram minha pesquisa
1- Apresentação de minha pesquisa de pós-doutorado na Universidade Autônoma de Madrid.
2- Biblioteca do Museu Reina Sofia, maior acervo de publicações sobre arte contemporânea de Madrid e Espanha, espaço diário de estudos, pesquisa e escritura.
3- Pré estreia do filme Orlando: minha biografia política, com a presença de Paul Preciado.
4- Palestra com o grande pensador de imagens Georges Didi-Huberman, o qual pude ver e ouvir mais de uma vez.
5- Encontro com a artista Sandra Gamarra, compartilhando aspectos poéticos e políticos de sua obra.
6- Encontro com a artista Orlan e com seu trabalho A origem da guerra
7- Ser arrebatada pelas águas fortes de Goya na sua série Caprichos
Meu sorriso em Madrid era fácil, porque caminhar por suas ruas era sempre um convite alegre regado pelo sol. Ter a rua e o espaço público como espaço vital, algo que não quero desaprender. ☀️