MUITA COISA ACONTECEU MAS NADA NOS DERRUBOU APESAR DE AS VEZES CHACOALHAR, OBRIGADO TODO MUNDO QUE SOMA E AGREGA NA CAMINHADA! PRA CHEGAR ATÉ AQUI A ENERGIA DE CADA UM QUE PASSOU NA MINHA VIDA É IMPORTANTE E SERÁ LEMBRADA! OBRIGADO 2025 MARCHA NO PROGRESSO PRA 2026 ! AMO TODOS GRATIDÃO
@neckklace_ 🤝 @matue , foto analógica que fiz durante o Camping #Xtranho. Parabéns seus dois monstros que fizeram história no Trap! Parabéns @30praum e toda essa família que faz acontecer com muito carinho. Obrigado por abrirem as portas e poder viver esses momentos épicos. #TRAP
🇧🇷🤝🇲🇽 @PAISABOYS , OBRIGADO @JAVI.3000 , VOCÊ É UM REAL G!! FEZ POR NÓS O QUE POUCOS FAZEM, QUEM É SABE! ALTA CÚPULA NÃO PODE PARAR! #PaisaBoys #StreetWar #SOMOSPOCOSPEROLOCOS
Na canção “Cidadão”, composta por Lúcio Barbosa e eternizada na voz de Zé Ramalho, apresenta-se a história de um sujeito que, apesar de trabalhar arduamente na construção de grandes edifícios, é impedido de acessá-los quando ficam prontos e permanece sem qualquer forma de reconhecimento.
Seria possível que algo semelhante esteja ocorrendo na cena do skate brasileiro? Não é novidade que boa parte do que hoje circula dentro do universo do skate não é skate e, muito menos, de skatistas.
Para compreender se o skatista brasileiro realmente corre o risco de viver o drama do personagem da canção de Barbosa ninguém melhor do que Luis Moschioni, o Arroiz (@riceworldwidee ), pra essa conversa. Skatista desde 1999, natural de Tatuí, no interior de São Paulo, Arroiz percorreu uma trajetória multifacetada dentro da cultura e compartilhou conosco parte de seu repertório e de sua visão crítica.
Leia a entrevista completa clicando no link na bio.
Entrevista realizada por @ivansktlopes , @brenndel e @waldiranthony_ .
Foto de capa por: @vaibisnaga
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