É muito difícil explicar o luto, até porque, um não é igual ao outro. Todos doem, e muito, mas não dá, e nem podemos, fazer um ranking de qual é pior.
Tem dias que a gente só quer pegar o controle e avançar no tempo pra ver se essa dor diminui, mas que tolice a nossa achar que avançar no sábio tempo vai nos trazer conforto, mas ele aos poucos nos traz calma e sabedoria. Afinal, não evoluir como pessoa depois de um luto é desperdiçar o tempo, e a sabemos que precisamos viver bem esse tempo antes que ele avance e nos peguemos remoendo o tempo não vivido.
Eu não sei explicar o que estou sentindo nesses quase dois últimos meses. O luto de um irmão, seguido de uma tia tão amada e querida, faz a nossa cabeça acelerar a ponto de parecer que estamos parados. O coração aperta a ponto de parecer que está imóvel. O pulmão infla a ponto de parecer que vai estourar de tanto ar, mas o ar também nos falta.
O que tenho aprendido é que não existe resposta pra nada disso. Não existe resposta na perda de um irmão, de uma tia, de uma mãe, de ninguém. Existe apenas a certeza de que estamos aqui e vamos honrar ao máximo essas pessoas, afinal, não existe maneira melhor de seguirmos com eles ao nosso lado, mesmo que em outro plano agora, se não for honrando suas memórias e celebrando suas vidas.
Mas e a dor? A dor fica, aperta o peito, mas aos poucos ela vai cicatrizando, mas tudo no seu tempo, esse velho sábio. Não sei quando para de doer, na verdade, nem sei se para de doer, mas a gente tem pessoas que estão ao nosso redor que ajudam a ir cicatrizando essa ferida que parece do tamanho de uma cratera sem fim.
No final, o que sobra é o amor. É o amor de irmãos que sempre se amaram de forma infinita e que sempre será um quarteto fantástico. É o amor de uma tia que transborda os corações de todos, que nos encanta e nos faz lembrar que a vida precisa ser vivida de maneira leve, sem rancores. É o amor de uma família que acolhe em um ninho gigantesco de carinho e cuidados, ninho esse que nunca ficará vazio, afinal, todos nós precisamos de um ninho para voltar, não importa a idade, não importa quando e não importa como. O que importa é quem vai estar te esperando nesse ninho pra te acolher.
É assim que vou sempre me lembrar de você: sorrindo, alegre, falando besteira e com o maior coração que já tive o privilégio de conhecer.
Di, tá muito difícil hoje. Vai estar difícil amanhã, depois e depois, mas a gente vai dar um jeito. Nós 4 vamos sempre ser nós 4, seja onde e quando for. Nós 4 vamos sempre ser aqueles irmãos de alma mesmo, porque a conexão que tivemos a vida toda é pra além dessa vida.
Tenho certeza que você foi muito bem recepcionado e matou a saudades da nossa véia bicuda por todos nós. A gente vai te amar pra todo o sempre e por toda a eternidade, meu irmão!
Sempre meu
Sempre seu
Sempre nosso
❤️
Foi tudo perfeito e mais incrível do que a gente pudesse imaginar que seria. Foi lindo poder estar com tanta gente que amamos e que nos amam, felizes, alegres. Foi o dia mais feliz das nossas vidas e só temos a agradecer a todo mundo que estava lá com a gente nesse momento especial!
.
.
.
.
#casamento #lgbtqia #pride #gaymarriage
Como gerenciar a comunicação do maior varejista alimentar do país na era da Inteligência Artificial? 💭
No nosso quadro Made for Humans, batemos um papo sobre propósito, dados e IA com o @resales , gerente de Comunicação Externa no Grupo Carrefour Brasil.
Quando a IA assume as análises complexas, seu time ganha espaço para focar na estratégia e colocar o toque humano que nenhuma máquina consegue replicar.
As decisões hoje são baseadas em dados, mas é a empatia que transforma esses números em conexão de verdade.
Cortex: Made for Humans. Powered by AI. 🧠
Se a IA assumisse 100% do seu trabalho braçal e operacional hoje, onde você colocaria sua energia?
#madeforhumans #comunicacao #lideranca #carrefour #cortex
Família não é fórmula pronta !
A nossa é feita de afeto, bagunça, patas, risadas e um amor que não cabe em definição.
A gente inventa o nosso jeito de ser casa, bem longe do tradicional e cheios de verdade.
#familia #casa #pets #nadatradicional
Viajar é um encontro com o mundo e também com partes de nós que ainda não conhecíamos.
O prazer da viagem está nos detalhes: caminhar sem pressa, ouvir outros sotaques, perceber como a cultura pulsa nas ruas, nas cores, na arquitetura e nas histórias que cada cidade carrega.
Visitar o Museo de la Memoria y los Derechos Humanos foi uma experiência que atravessa. Um espaço que não apenas informa, mas convoca à reflexão. A memória ali não é passado distante é compromisso com o presente e o futuro. Saí impactado, em silêncio, pensando sobre democracia, dor e resistência.
A hospitalidade surpreende, acolhe, faz a gente se sentir parte mesmo estando longe de casa.
E a gastronomia… que experiência. Vinhos que contam histórias em cada taça. Comer também é conhecer um povo.
Viajar é isso: prazer, cultura, memória, paisagens e encontros que ampliam o olhar.
Obrigado meu amor @resales por ser o melhor companheiro dessa viagem chamada vida, te amo ❤️
@operadomalandromusical nunca esteve tão atual.
@valeriabarcellosoficial que emocionante poder conhecer Geni por sua arte. As lágrimas que caíram nesse momento não foram somente de emoção por ouvir sua voz e ver sua interpretação, foram por todas as Genis desse mundo transfobico.
A gente aprende a exercitar a escuta em lugares onde jamais imaginou.
Dona Ângela, 51 anos, mineira, mãe, avó e cozinheira nata. Desde os 7 anos, como ela mesma diz, “subia num pedaço de pau e ficava com a barriga no fogão a lenha”. Lenha que ela mesma buscava. Carvão que ela mesma fazia.
A linguiça era preparada à mão, tudo era lavado no rio, e a vida se aprendia no corpo, no tempo e na necessidade.
Além de tudo isso, criou filhos, netos e um filho do coração. Não repetiu o que viveu na infância — ao contrário: ofereceu cuidado, afeto e construiu família.
Dona Ângela, nós te amamos.
A melhor faculdade de gastronomia é a sua: a vida.
@charcutariatapera obrigado por nos permitir conhecer essa mulher ❤️ e pelo espaço acolhedor.
“A única coisa que não podem tirar de você é seu conhecimento”, disse minha mãe há anos atrás. Arte é história e resistência e Inhotim transborda tudo isso.
Obrigado, meu amor, @eusoubrunofreitas , por ser meu maior companheiro de viagens!
Viajar pelo próprio país é um ato político.
É valorizar nossas artes, nossas histórias e os povos que as sustentam.
Em Minas, a cultura resiste no gesto simples, na memória preservada e no acolhimento que não vira mercadoria.
Conhecer o Brasil é também recusar o apagamento.
Aqui, o cuidado vem no café passado na hora e na conversa mansa ❤️
2025 está chegando ao fim. Foi um ano intenso em diversos aspectos. No saldo geral, um bom ano.
Foi um ano de uma imersão nunca feita antes e que recomendo: a imersão pra dentro de nós mesmos. Eu sempre gostei de me conectar ao passado como uma forma de entender um pouco mais sobre meu presente e sempre lembrar de onde vim, dos contextos que me formaram e entender que algumas repetições acontecem, mas não precisam ser todas.
Se eu pudesse voltar 30 anos e falar com o Renato de apenas 7 anos, acho que diria: vai valer a pena. Em alguns momentos, você vai precisar ser forte. Em outros, vai precisar se bastar. Mas, no final, a vida presta!