Quando Deus e deus confluem pela beleza a criação, o belo veste a bela para que ambos desfilem o amor, afinal, como se antecipada a bênção de ser amada àquela que, apaixonada por si mesma e seu instante, inda amará sempre mais e para sempre.
O momento é o da eternidade a guardar-se eternamente. Por isso, o vestido exsurge como o particípio de um tempo infinito por sobre o corpo, quando assume o compromisso pelo amor em acabamento e sofisticação, em recorte de uma alfaiataria sensível, conforto querido pelo movimento dos ombros, esses que conhecem o peso do amor a desnudar-se a seguir e pela vida, sob babados babando deliciosos e seduzindo ao colo, todos eles, para que a saia saia dando fluidez ao passo firme de quem se assume mulher, a própria, definitivamente, e também dele, “até que a morte os separe”.
Verdadeiramente, quando o vestido se confeccionou, ele já a estava amando. De fato, o divino antecipa-se nesse ateliê pela sacralidade do sentimento, tendo mesmo essa dimensão o amor que experimenta, sob desenho e empenho, a noiva por Alex Moreira.
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