O maior conteúdo da vida não cabe em story, ou post. Porque a gente não leva ele em imagens, a gente leva na memória. E infelizmente ainda não inventaram uma forma de armazenar nossas memórias. Mas existe uma forma de revivê-las, revisita-las, sempre que quisermos.
Mas ninguém vai poder lembrar do que não viveu.
Porque o que a gente vive fica armazenado lá dentro.
É sutil demais pra ser postado.
É íntimo demais pra ser capturado.
É valioso demais pra ser distraído.
É só quando a gente está lá, vivendo, que podemos ter o luxo de guardar na memória.
Presença é o novo luxo.
E talvez…
seja isso que a gente precise lembrar.
O offline também é sagrado.
A fotografia só faz sentido quando a vida é real.
Um casamento nunca é feito só de dois. Já pensou nisso? É o encontro de gerações, de silêncios, de olhares, de sonhos. É o encontro de vidas!
É a mãe que entrega sua filha ao mundo.
É o pai que luta contra as lágrimas.
É a criança que encara dezenas de olhos para atravessar a nave.
São os amigos que um dia sonharam e lutaram junto e hoje celebram a realização desse sonho.
E é também sobre todos nós que escolhemos estar ali.
Cada fornecedor que abriu mão de viver seu próprio dia, de estar com sua família, para entregar o melhor de si e ajudar a tornar esse “sim” inesquecível.
Eu mesmo não estava com meus filhos, mas estava inteiro, de corpo e alma, registrando um capítulo que se transformará em legado.
O casamento é um mosaico de vidas.
E no fim, tudo o que fica é isso:
O tempo passa. O legado permanece.
RAIRISSON ACILON. Nome diferente, né?
Demorei a entender que o que carrego no meu nome não é só quem eu sou, mas o que eu deixo. Um sábio antigo chamado Salomão certa vez disse que “o bom nome vale mais que o perfume finíssimo”.
Na minha fotografia, não é só o casamento, ou um evento registrado que você verá. Eu mergulho nas histórias que vocês mesmos vão contar daqui a 10, 20, 40 anos.
Em meu nome carrego não só minha história, mas um legado de histórias contadas, de mais de 12 anos treinando o olhar com uma promessa de entrega, presença e verdade.
Pra quem cansou de mais do mesmo.
Pra quem quer se sentir arte.
/ Parceria /
E até engraçado como a palavra quase soa como uma pergunta: / par seria? /
E talvez seja exatamente isso.
Até porque parceria nunca foi sobre duas pessoas iguais. Muito pelo contrario, parceria mesmo vai apesar das semelhanças, é sobre duas vidas que decidem caminhar na mesma direção, mesmo carregando mundos diferentes dentro de si.
A origem da palavra vem de “par”. Mas não no sentido de cópia, no sentido de companhia. De alguém que atravessa a vida ao seu lado.
E acho bonito pensar assim porque amor de verdade não é fusão. É uma construção diária.
É ter alguém pra dividir a mesa, o silêncio, os planos, os medos e até os dias difíceis que ninguém posta. Será se dois mundos diferentes “par seria?
Seria sim, e Brenda e Diogo são a prova! Eles têm aquele tipo de relação que parece leve. Como quem entendeu que amar não é encontrar alguém perfeito.
É encontrar alguém disposto a ficar. A ouvir. A crescer junto. A transformar o ordinário em abrigo.
Alguém disposto a ser par.
Quase ninguém vê quando acontece.
Não tem palco, não tem anúncio.
Mas está ali: no detalhe, na repetição,
no cuidado que não falha, no todo dia de novo.
Ser mãe é viver um amor que não depende de cenário. Aliás, não importa qua seja o cenário, é amor presente. E que presente! Um presente de Deus sendo vivido no comum.
É instinto, sim. Mas também é escolha diária. Uma escolha instintiva, mas consciente. Se por hora nem pensa, só age, só vive, por hora sabe muito bem o que a faz agir, o que lhe mantém viva.
Amor de mãe é assim, wild love.
Tem um amor que ninguém ensina, mas que se aprende, é se aprende praticando, vivendo.
Ele vai sendo aprendido no meio do caminho…
no cansaço, no cuidado, nas noites mal dormidas,
nos dias comuns que ninguém vê. Na vida vivida.
É instinto, mas também é construção.
É natural, mas também é entrega diária.
Ser mãe é viver um amor que Deus plantou
e que floresce na prática, todo dia.
Oi! Tudo bem? 🌿
Quero te apresentar algo que preparei com muito cuidado pra esse mês das mães.
Esse ano o *Eternal de Mães* chegou com um tema que me é muito pessoal: *Wild Love*.
_Wild não é selvagem. É o que nasce antes de qualquer nome. O amor de mãe é assim — silvestre, instintivo, intocado._
São 3 cenários exclusivos aqui no Sítio Londrina, com sessões entre *21/04 e 08/05* e vagas bem limitadas.
🎁 Quem garantir na *pré-venda até 20/04* tem desconto especial. Depois disso os valores sobem.
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E se eu te dissesse que tentar sair bonito nas fotos pode arruinar o seu casamento?
Exatamente! E digo mais, tem 3 formas básicas de como evitar isso!!!
Katherine entrou rindo largo, sem freio, sem cálculo.
Gabriel chorou antes mesmo de conseguir se segurar.
E ali, naquele instante… ninguém estava preocupado com estética.
Só com o que estava sendo vivido.
E é exatamente por isso que essas fotos têm força.
Aqui vai 3 coisas básicas que quase ninguém te fala sobre ter fotos reais na sua cerimônia:
1. Espontaneidade não se cria. Se permite.
Enquanto você estiver tentando “acertar”, você bloqueia tudo que é verdadeiro. O que emociona não é o perfeito… é o sincero.
2. Quem tenta controlar, perde o melhor
Pensar no tempo todo em “como estou saindo” te tira do único lugar que importa: o agora. E sem presença… não existe intensidade.
3. Sentir é mais importante do que parecer
O riso dela e o choro dele não foram ensaiados. Foram inevitáveis. E é isso que faz uma foto te atravessar anos depois.
No fim, não há fotografia que salve um momento vazio.
Ela só acompanha o que foi vivido de verdade. Ela é apenas a memória daquilo que aconteceu!
Katherine e Gabriel não estavam tentando ter fotos incríveis. Eles estavam ocupados demais vivendo algo que valia a pena.
E por isso… tudo ali pulsa muita VIDA.
Agora me diz:
você quer fotos “bonitas”… ou quer algo que te faça voltar pra esse dia só de olhar?
Há uma beleza intrínseca no amor. Vai me dizer que você nunca se pegou suspirando ao ver dois apaixonados? Isso acontece porque o amor embeleza não apenas a alma, mas a vida inteira.
O sábio já dizia que o coração alegre aformoseia o rosto, se isso acontece com o alegre, agora avalie o rosto de quem ama!
E se esse amor é fonte de alegria então? O fato é que a beleza verdadeira (e não estou falando só de estética, viu?) é sobre olhar para alguém e se encantar com o que dela emana. É uma luz que irradia, que nos faz sorrir e que transforma tudo ao redor.
A Bele é exatamente assim: o tipo de pessoa que contagia quem chega perto. No grande dia dela, não tinha como essa beleza não transparecer em cada foto, né?