Os chorões do Pará são geniais. Apaixonados. Eu diria militantes, guardiões do gênero.
Neste Dia Nacional do Choro eu deixo meu grande abraço a eles, especialmente aos chorões da Casa do Gilson: o conjunto Chora, Belém.
Eles e também o projeto Choro do Pará , criado pelo maestro
@paulinhomoura_pa , me carregaram no colo na minha chegada em Belém em 2024.
Imagina quando você tem ídolos como Gilson Rodrigues (
@casadogilson ),
@adamordobandolim , Paulinho Moura e, de repente, eles passam a te chamar pelo nome e te convidam pra cantar com eles?
O choro mata a tristeza da gente!
Daí você conhece Buchecha, André Ganso, Paulo Borges, o Ênio, nosso Mascote. Pra o choro não se acabar.
Fato é que eles me deram uma nova vida musical em Belém. Na maior gentileza, na maior solidariedade, com uma doçura própria dos paraenses.
Entre essas amizades lindas, estão minhas choronas que amo muito
@landiaassis , Janete e Socorro.
Ainda quero reunir toda essa turma do Pará com os meus amigos chorões de SP:
@robertadopandeiro @ildosilva @aleclarinete
Vai ficar pequeno pra tanta expressão, repertório e beleza.
Esse ano que estou mais por São Paulo estou assim: Ai que saudades de matar do choro do Pará. Um trocadilho, mestre Kazinho😊
Uma dica: no dia 25 e 26 de abril tem o grupo paraense
@ocharmedochoro se apresentando no
@sesc24demaio
Bora Lá, gente! Elas são demais!
O choro que vem do Norte é lindo!
No vídeo do feed, feito por mim em uma roda de choro em um barzinho em Belém: Seu Adamor com seus cabelos brancos brilhantes empunhando o bandolim. No cavaco, Buchecha; Ênio no bandolim; Paulo Borges (com cabeleira branca tb) na flauta; André Ganso no pandeiro ( que bom saber que vc está bem, Ganso!), Mauro Ricardo no sete cordas e lá atrás, de óculos escuros, esse grande chorão Gilson Rodrigues, no violão.
Música: Recado (que composição linda) de Rossini Ferreira, mestre chorão de Pernambuco