RadaRock

@radarock13

• De Recife para o 🌎 • Entre riffs e memórias, celebramos o rock e a cultura pop; • Visite nossa loja de camisetas clicando no link 👇🏼
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Que alegria receber a energia positiva de tanta gente pelo aniversário de 1 ano do Radar!!! Gratidão a todos que ajudaram de alguma forma na construção dessa história. É o motor para seguir em frente. Com mais ideias, amizade e, claro, Rock!!!!!!!!
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2 months ago
Na despedida de 2025, iniciamos as vendas de alguns vinis da coleção e abrimos possibilidades de trocas. Nesse primeiro momento, quatro joias, sendo duas coletâneas e dois trabalhos de carreiras de duas bandas. Estão em bom estado. Vamos a elas: Under Cover, Rolling Stones - Primeiro álbum da década de 1980 com gravações totalmente novas. Trabalho que mesclou o rock e o blues, com o New wave da época. R$ 50,00. Tudo ao mesmo tempo agora, Titãs  - Sexto álbum da banda paulistana eleva o som das guitarras na estratosfera. O octeto inicia uma fase do rock pesado com um trabalho cru, visceral, sem figuras. R$ 40,00. Standing on the beach, The Cure - Segunda coletânea da banda do Robert Smith é tão perfeita que parece um trabalho de carreira. Os grandes hits estão nela. R$ 35,00. Money for nothing,  Dire Straits - Outra coletânea em grande nível.  É colocar a agulha na primeira faixa e deixar rolar. Preciosidade. R$ 35,00. Interessados, envia DM.
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4 months ago
Ainda da tempo de você comprar o presente de fim de ano para seu roqueiro preferido. Tem modelos para todos os gostos. Acessa o site, compre e receba no conforto da sua casa a camiseta com a qualidade Reserva. #camiseta #tshirt #camisetarock #radar #radarock
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4 months ago
Nem só de vinil vive o Radar... Temos CDs . E está caixa do Jorge Ben é uma preciosidade para eternidade. Está lindeza reúne álbuns da sua fase na gravadora Philips. No play está Solta Pavão, lançado em 1975, após o aclamado Tábua de esmeralda. Em termos de sonoridade, os dois trabalhos se complementam. Neste, estão clássicos com Zagueiro, Jorge da Capadócia, Se segura malandro, entre outros...
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4 hours ago
Brother in arms foi lançado em 13 de maio de 1985. Continua sendo o maior sucesso comercial da banda Dire Straits.
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4 days ago
Domingo para reorganizar os vinis, que foram alçados a um espaço com mais destaque na estante... É massa encontrar pérolas escondidas em meio à bagunça ... Enquanto escuto Neil Young cantando: Find a place to call my own and try to fix up... Bom domingo!
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7 days ago
Vou ao show de @1gessinger desde a turnê Alívio Imediato, em 1990. São 36 anos acompanhando de perto as passagens do cantor, compositor e multi-instrumentista gaúcho pela capital pernambucana. Na primeira vez, no Geraldão, jamais imaginei ver seu crescimento como artista e a transformação do seu público: um encontro de geração, que une cabelos brancos como os meus e sorrisos singelos de netos de amigos meus. Ah, não vou mentir, me emociono em ver o tempo se transformar num belo jardim enquanto escuto riffs de sucesso de uma geração. Na segunda passagem pelo Recife com a turnê Revendo o que nunca foi visto, na @classichallpe , Gessinger manteve quase todo o set list do ano passado. Poucas mudanças. Mesma formação. Mas com boa dose de energia que fez acelerar as referências ao Nordeste, como em Paraibah e acordes de Asa Branca, na abertura e encerramento de 3x4. Gessinger não dá chance ao erro. É preciso até na hora de começar o show. Às 22h30 em ponto, ele adentrava no palco. Tudo rola milimetricamente, num entrosamento impressionante, digno de uma seleção brasileira de 70. Confesso que sinto saudades do show mais elétrico. Do erro, da falha que o rock mais visceral proporciona e humaniza tudo. E mais ainda da formação GLM que Gessinger não quer reviver como as outras bandas de sua geração estão fazendo. Afinal, ele não precisa. Lotando as casas Brasil afora, quase de forma independente, sem tocar nas rádios, sem aparecer na TV e fazendo o que quer, Humberto Gessinger é gigante sem trocar a vida por diamantes.
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8 days ago
Esse solo da canção Ovelha Negra é marcante, não?! Demais, demais. Pois bem, quem empunhava a guitarra na gravação era Luiz Carlini, um mestre no instrumento, que se foi nesta madrugada, em Sao Paulo, aos 73. Carlini ao lado do baixista Lee Marcucci e do baterista Emilson Colantonio montaram a banda Tutti Frutti, que viria ser a base sonora da carreira solo de Rita Lee. Dessa parceria saiu o álbum necessário Fruto Proibido. Além de instrumentista, Carlini exerceu papel decisivo como compositor em canções como “Agora Só Falta Você” e “Que Loucura”. Sua versatilidade permitiu colaborações com Erasmo Carlos e a participação importante na banda de Guilherme Arantes, além de integrar o Camisa de Vênus na década de 1990. Carlini, gigante, se foi. Como ele, parte da história do rock brasileiro. Na segunda foto, Carlini é o primeiro, da esquerda pra direita.
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9 days ago
Quem disse que crises não inspiram?! Gravado em meio a términos reais e brigas dentro do estúdio, Rumours é praticamente um retrato cru de relacionamentos desmoronando — só que transformado em música. 🔥 Rumours, do Fleetwood Mac, nasceu enquanto Stevie Nicks e Lindsey Buckingham encerravam um relacionamento turbulento — com direito a trocas de indiretas nas próprias músicas. Ao mesmo tempo, Christine McVie e John McVie enfrentavam um divórcio difícil, enquanto Mick Fleetwood lidava com problemas no casamento. O clima era tão tenso que, muitas vezes, eles mal se falavam fora das gravações. E mesmo assim (ou por causa disso), surgiram faixas como “Go Your Own Way”, cheia de acusações, e “Dreams”, mais fria e direta — quase como respostas entre eles. O resultado? O álbum, lançado em 1977, ultrapassou a marca das 40 milhões de cópias vendidas no mundo e presença frequente entre os 10 álbuns mais vendidos da história. No fim, Rumours prova uma coisa: poucas vezes o caos soou tão bem. 🎧 Qual faixa desse disco mais te pega?”
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12 days ago
E lá vem Humberto Gessinger @1gessinger mais uma vez apresentar o show da turnê Revivendo o que nunca foi visto, na próxima sexta-feira. O show bem que poderia se chamar Revendo o que já foi visto. Afinal, o repertório será praticamente o mesmo da apresentação do ano passado: um apanhado das canções do Acústico MTV (2004) e Novos Horizontes (2007), álbuns da sua ex-banda Engenheiros do Hawaii. Para completar, o show será no mesmo lugar : a @classichallpe . Gessinger resgata o passado, mas diz não ser adepto ao revival que bandas da sua geração anda fazendo, como Titãs, Barão Vermelho e Kid Abelha. Fica evidente que não quer perder o foco da sua exitosa carreira solo para agradar os fãs que ficam "loucos de satisfação " só de pensar no reencontro com ex-parceiro Carlos Maltz @puromaltz e Augusto Licks @augustolicks_oficial , no resgate da clássica formação GLM. Ai sim, seria a grande chance de rever o que não foi visto. Humberto, Carlos e Augusto estiveram juntos entre os anos de 1987 e 1993. No último ano, lançaram o ótimo Filmes de Guerra, canções de amor. Indo na contramão do que as bandas estavam fazendo na época (um som mais sujo, calcado no barulho do grunge do Nirvana), os gaúchos optaram por um som limpo, classudo, gravado ao vivo no Teatro Cecília Meirelles, no Rio, com orquestra e regência de Wagner Tiso. Álbum repleto de lado B foi uma surpresa para os fãs acostumados ao baixo, bateria, guitarra e teclado dos álbuns anteriores. Pena que dias depois do lançamento a formação eclodiu. E a turnê do álbum com essa formação nao existiu. Os Engenheiros caíram na estrada elétricos e com Ricardo Horn nas guitarras no lugar de Licks. No post, o trecho de uma das canções e bem sugestiva diante desse textão: Pra entender, pinçada do lado B do ótimo terceiro álbum da banda, Ouça que eu digo, não ouça ninguém.
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14 days ago
Chove lá fora e aqui.... Lou Reed canta na vitrola. Transformer, lançado em 1972, é um marco na carreira do poeta transgressor norte-americano. Se à frente do Velvet Underground, Reed quebrou barreiras falando do submundo de Nova York, com guitarras sujas e nas alturas, aqui ele dá voz aos excluídos da sociedade. Com mais brilho e doçura, Transformer é um dos pilares do Glam rock. E tem a produção luxuosa do amigo e fã David Bowie (dizem que as gravações foram recheadas de conflitos de ego e discussões). A faixa que você escuta é a lindíssima Make Up. Na letra, Reed relata um travesti se produzindo para uma apresentação artística num dos pubs obscuros da sua amada Nova York.
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15 days ago
Um papo bem massa com a talentosa @ana_canas de quem sou fã. Cañas esteve no @riomar_recife para cantar músicas de Billie Holiday. Foi incrivel. Confere o papo. Agradecimento a @lucianamorosini e equipe Rio Mar por essa ponte.
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16 days ago