Carolina Veras - Psicóloga

@psicarolveras

💛 Autoestima, Ansiedade e Depressão 👩🏼‍🎓Doutora em Psicologia e Neurociência | Puc-Rio 📚Esp. TCC | Neuropsicologia 📍Barra da Tijuca-RJ / Online
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Gratidão também é perceber as pequenas coisas. ☀️ o café quentinho nos dias corridos, uma risada inesperada, o abraço que acalma, o céu bonito no fim da tarde. a gente vive esperando grandes acontecimentos e esquece que a felicidade quase sempre chega em detalhes. ✨ talvez a vida fique mais leve quando o coração aprende a agradecer pelo que já floresce agora. 🌷
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2 days ago
Não podemos nos blindar de dor e sofrimento. Mas podemos começar a refletir que muitas vezes, ao irmos ao encontro do que faz sentido para nós podemos “sofrer” por um motivo plausível. Dessa forma o sofrimento passa a ter uma justificativa digna e honrada e o peso passa a ser menor pois a motivação e resiliência tendem a aumentar. Portanto, ao sofrer, observe pelo quê vc está sofrendo. Faca essa análise 🩷 #resiliencia #autoconhecimento #autoestima #psicologia
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1 month ago
Ontem tive um convite muito bacana pra palestrar para os pais no colégio @fariabrito sobre um tema de extrema importância nos dias atuais: “Como manter o vínculo com os filhos em uma era de distrações.” Foi uma oportunidade maravilhosa para trazer informação e trocar com a família Faria Brito. Agradeço especialmente à @motaelo coordenadora, que me fez o convite 💛
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1 month ago
Você já percebeu o quanto pega o seu celular no automático? Vem comigo nesse vídeo que te explico porque isso é tão prejudicial. #psicologia #dependenciadigital #autoconhecimento #psicoterapia #ansiedade
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1 month ago
Tomar decisões pode ser mais difícil pra algumas pessoas. Veja esse vídeo e entenda o que pode estar te travando 💛
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2 months ago
Às vezes a vida nos atravessa com perdas, frustrações, decepções e despedidas que não escolhemos viver. E sim, há momentos em que a única coisa possível é SENTIR. Chorar, processar, permitir que a dor passe por nós. Tudo isso é o que permite a gente ELABORAR. Mas saiba que a dor não precisa ser o lugar onde vc constrói a sua casa. Ela pode ser apenas o rio que vc atravessa. Com tempo, cuidado e autocompaixao. Porque a vida continua do outro lado. E você também. Se essa mensagem fez sentido pra vc, salve ou compartilhe com alguém 💛 #psicologia #autoconhecimento #autoestima #amorproprio #luto
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2 months ago
Você tb se sente assim? Salva pra não esquecer e compartilha com quem vc ama ⭐️
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2 months ago
Existe uma sequência inevitável no desenvolvimento de qualquer habilidade: Tentar → errar → ajustar → repetir → melhorar. O problema é que o nosso cérebro não gosta de errar. Do ponto de vista neurobiológico, o erro ativa sistemas relacionados à ameaça e à dor social. A autocrítica excessiva, inclusive, aumenta ativação em áreas associadas ao monitoramento de erro e punição. Para muitas pessoas, errar não é apenas desconfortável, é vivenciado como sinal de incapacidade. Mas aprendizado depende exatamente disso. Neuroplasticidade não acontece quando você já sabe fazer.
Ela acontece quando o cérebro detecta discrepância entre o que você fez e o que poderia ter feito melhor. Ou seja: o erro é informação.
É dado de ajuste. Na Terapia Cognitivo-Comportamental, vemos com frequência a crença disfuncional:
“Se eu não for bom de primeira, significa que não sou capaz.” Essa crença leva à evitação.
E a evitação impede a exposição.
E sem exposição não há consolidação de habilidade. Antes de ser incrível, você será mediano.
Antes de ser mediano, você será ruim.
Antes de ser ruim, você apenas estará tentando. E tentar é exatamente o que mantém o cérebro aprendendo. O desenvolvimento não é linear. É iterativo. Se você está no estágio “ainda não sou bom”, talvez esteja exatamente onde precisa estar. Salve esse post para lembra p que progresso não é ausência de erro, e sim persistência com ajustes⭐️
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2 months ago
Punch, esse macaquinho fofo, perdeu a mãe. Mas ele não perdeu apenas proteção física. Ele perdeu a sua base segura. Na Teoria do Apego, proposta por John Bowlby, existe um conceito central: todo filhote precisa de uma figura de apego que funcione como porto seguro e base de exploração. É a partir desse vínculo que o sistema nervoso aprende duas coisas fundamentais:
“Eu estou seguro.”
“O mundo pode ser explorado.” Quando essa base é rompida de forma abrupta, o sistema entra em estado de ameaça. O apego não é um capricho emocional.
É um mecanismo biológico de sobrevivência. O que Punch faz ao abraçar um bichinho de pelúcia é um movimento profundamente coerente com essa teoria: ele busca um substituto simbólico de base segura. O objeto não é a mãe.
Mas ele representa calor, contorno, previsibilidade. Representa algo que reduz o desamparo. A Teoria do Apego também mostra que, diante da ruptura, o organismo tenta desesperadamente restaurar proximidade, mesmo que por meios alternativos. E nós, seres humanos, não somos diferentes. Quando passamos por perdas, rejeições ou abandono, também buscamos algum vínculo que nos regule. Porque o vínculo organiza o nosso sistema nervoso. Sabemos que rupturas precoces e ausência de segurança podem moldar padrões futuros: mais ansiedade, mais insegurança, mais medo de abandono ou dificuldade de confiar. Um ser que cresce sem base segura pode se tornar um adulto que vive buscando, o tempo todo, aquilo que faltou: previsibilidade, acolhimento, estabilidade emocional. Por isso essa história vai além de um macaquinho. Ela nos lembra da responsabilidade que temos quando somos base para alguém (filhos, alunos, parceiros, pacientes). E também nos lembra de olhar com mais compaixão para quem carrega inseguranças profundas. Muitas vezes, por trás da ansiedade, existe apenas um vínculo que foi rompido cedo demais. Se essa reflexão fez sentido para você, compartilhe💛
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2 months ago
Você não está “atrasado”. Você está exposto demais a recortes. Comparação constante recalibra o cérebro. E o suficiente começa a parecer pouco. No vídeo eu explico por que isso acontece e como proteger sua saúde mental. Salva para lembrar disso nos dias em que você se sentir para trás🩷
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2 months ago
Pagar boleto cansa.
Mas o que realmente pesa…
é sustentar as consequências das próprias escolhas. Escolher permanecer onde você está, e lidar com o que falta.
Escolher sair, e atravessar o medo do recomeço.
Escolher se posicionar, e correr o risco de desagradar.
Escolher se calar, e engolir o que dói.
Escolher crescer, e abrir mão da versão confortável de si mesmo. É entender que liberdade e responsabilidade caminham juntas.
Toda escolha tem um preço.
E não escolher… também tem. A pergunta não é: “qual escolha é perfeita?”
É: “qual escolha é coerente com quem eu quero ser?” Me conta: qual escolha hoje você sabe que precisa sustentar?
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3 months ago
Talvez você não esteja sabendo descansar de forma efetiva… por isso vc continua sempre cansada. Assiste o vídeo até o final pra saber o que você pode fazer 🤗 de acordo com a neurociência e psicologia.
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4 months ago