Prisca Agustoni

@priscaagustoni

♦️pesquisadora/professora@ufjf 🇧🇷 ♠️crítica literária ♥️Poeta:Swiss Poetry&Oceanos Award23 ♣️Sel.Jabuti; Fortini; Strega; 🌎tradutora @prisca_traduz
Followers
6,316
Following
5,458
Account Insight
Score
32.78%
Index
Health Rate
%
Users Ratio
1:1
Weeks posts
Muito feliz em lançar em breve, pela @janela_livraria e @amapalab , que agradeço IMENSO pelo convite, essa plaquete que é uma antecipação de um livro no qual estou mergulhada faz um tempo, um livro mais híbrido, entre reflexão ensaística e criação poética, que tematiza a escrita e a vivência plurilíngue: algo que, muito além de um mero tópico acadêmico, atravessa como um nervo vivo tudo o que penso e escrevo desde o começo de minha escrita ensaística e poética, desde sempre desenvolvidas em italiano, português e francês, com temporadas em espanhol. Em "zona de perigo" trato da maternidade, ou melhor, dessa zona movediça e desafiadora que é criar - um filho e uma vida - numa vivência plurilíngue. O que é, o que será, passar para a filha a "língua materna"? Será a língua da vida social, a língua da mãe (a minha) ou a cohabitação das duas? E qual foi para mim/ qual é para mim a "língua materna" se maternei em português? Tudo isso atravessa os versos que compõem essa plaquete, que chega já já (para a Flip) e que espero poder lançar em breve em algumas cidades no segundo semestre. Ela sai junto com outras 14 plaquetes maravilhosas dessa terceira temporada colorida e vivíssima da @janela_livraria & @amapalab e só tenho a agradecer xs envolvidxs pelos convites!!! Depois volto aqui para falar de outro livro dessa série, a antologia "incendiárias" organizada pela amada amiga e poeta @alexandramaia .... #poesiabrasileira#poesiacontemporânea#viverentrelínguas#escritamultilíngue#maternidadepoética&línguasmaternas
301 9
9 months ago
QUIMERA muito feliz em partilhar com vocês a notícia da publicação, em janeiro/fevereiro, abrindo o ciclo verde do Círculo de Poemas /Fósforo, desse meu segundo livro de uma trilogia que inaugurei com "o gosto amargo..." (2022,7Letras). Nessa trilogia tento fazer da poesia - e de suas fronteiras movediças - um território de observação, reflexão e reinvenção dos limites - tensionados- entre o humano e o não-humano e entre as várias formas de (co)existência na terra. Em definitiva, é uma tentativa de habitar uma paisagem outra, criada por palavras, tempos, imagens e pelo silêncio que, juntos, formam esse observatório (verde) da relação entre os seres vivos e o mundo. Feliz demais pelo nascimento dessa criatura quimérica, e muito grata a toda a equipe da maravilhosa @fosforoeditora pela acolhida, em especial aos editores @ritahmattar e @tarsodemelo76 Obrigada queridíssimo @andrecapile Tu sabe pq. Nas próximas semanas falarei um pouco mais sobre o corpo dessa criatura, seus tentâculos, seus desejos e suas obsessões. Segue o texto de apresentação da Editora: Verdejar o mundo/ nem que seja na linguagem” — logo no poema de abertura está a senha para atravessar “Quimera”, novo livro de Prisca Agustoni, vencedora do prêmio Oceanos 2023. Aqui, a poeta suíço-brasileira escreve consciente de que estamos em meio a um colapso ambiental cada vez mais evidente e assustador, e nos convoca à luta. Em cada uma de suas cinco seções, “Quimera” despe diferentes dimensões desse ser (nós!) que se coloca fora da natureza, por vezes acima dela e, sobretudo, contra ela. A poesia de Agustoni nos lembra do óbvio: somos natureza. E a cada camada que o olhar da poeta arranca, fica mais evidente que somos, a um só tempo, nossa maior ameaça e a única aposta possível. Para os gregos, “quimera” indicava metamorfose, transformação necessária para resistir aos conflitos, mas os dicionários vão associá-la aos sentidos mais frágeis de sonho, ilusão e fantasia. Nos poemas de Agustoni, somos colocados diante de outros sentidos, entre eles um sentido forte de utopia: aprender com “o despertar dos extintos”, aprender a implodir “as previsões,/ os cálculos exatos sobre nosso término”.
594 88
1 year ago
in libreria dal 31 gennaio. "Nella nuova raccolta poetica di Prisca Agustoni, L’animale estremo, il filo conduttore è lo spaesamento vissuto dall’individuo che vede sorgere un nuovo cantiere in una zona verde ancora intoccata dall’edilizia, fenomeno che negli ultimi decenni ha “allungato” le città e le zone industriali e decimato gli spazi verdi che separavano un villaggio dall’altro. Il tema della costruzione (di un edificio ma anche di un nuovo senso di “comunità” e dell’abitare) occupa l’intera raccolta, declinato in vari modi: dall’osservazione della macchina anonima del cantiere e la conseguente riflessione del rapporto tra l’umano e la natura, all’attenzione rivolta verso gli abitanti della zona di cemento, le loro sensazioni, la loro intimità trapelata dai rumori, nelle viscere di questo animale estremo. Così, come se fossero dei cuori invisibili di un enorme corpo grigio, le poesie registrano i minimi segnali di vita di ogni abitazione, attenta alla rugosità della materia umana osservata, pulsante, in contrasto con la staticità e la pesantezza degli elementi del cantiere (lo scavo, il cemento, il rumore). Il libro coglie questi contrasti e risvolti dell’animo umano, in un’alternanza stilistica tra poesia e poesia in prosa, dettata dalla cadenza del respiro di chi osserva e di chi abita tra le pareti dell’edificio."
279 13
1 year ago
Hoje é segunda mas parece uma quarta-feira de cinzas. Melancolia e alegria misturadas. Fim de festa e coração pleno. Que dias, que tardes, que noites, e que madrugadas foram essas! Tão tão bom abraçar amigxs reunidxs ao redor dessa coisa inútil e poderosa e vital que é a poesia. Obrigada a todxs que iluminaram esses dias, e mais uma vez, meus agradecimentos e parabéns para @fdiamant @irene_de_hollanda @brunabeber_ @amandasuzuki @melvim.brito & toda a maravilhosa equipe do festival Poesia no Centro. Vida longa ao Festival!
166 7
9 hours ago
Há dias que pedem uma roupa "cor de sangue". Hoje foi um desses. Porque a felicidade pede vermelho. Imagens da mesa de hoje no Festival Poesia no Centro, para o qual tive a honra de mediar essa belíssima mesa entre xs poetas Paula Abramo e Alberto Martins.
151 8
18 hours ago
Alguns flashes iluminados dessas 48 horas ininterruptas de beleza Que dias, que horas, que baita festival!! Puro suco de felicidade. Nas fotos: 1) com os musos Marcelo Ariel e GGFlores 2) comovida até a medula com a mesa do Zurita, sob o olhar amoroso da maravilhosa @francesca.cricelli 3) com a musa Francesca Cricelli 4) Henrique Marques Samyr e Paulo Henriques Britto, brilhantes (mediados por Paulo Werneck) numa mesa deliciosa 5) Com a querida Valentina Cantori num encontro que tinha que acontecer ♡♡♡
210 11
1 day ago
Começou Poesia no Centro, esse belíssimo acontecimento que põe a poesia gratuitamente no centro da cidade, no centro do palco do teatro Cultura Artística e no centro de nossas vidas por 3 dias com uma programação intensa, variada, apaixonada e apaixonante. E um visual impecável. Difícil mesmo é sair das amarras tentaculares de São Paulo, essa cidade-mundo com suas noites infinitas, cheias de encontros e conversas, e com seus museus e exposições e chamados. Aqui sinto que estou de volta na vertigem da América latina, e meu coração bate alegre por estar por aqui, com tantxs amigxs que partilham da mesma dor & delícia de habitar esse "aqui e agora". Foto 2: Claudia Alarcón & Silät Foto 3: Santiago Yahuarcari Em exposição no Masp
97 1
2 days ago
Framboise / vanille / citron Minha sagrada trindade
37 3
5 days ago
Calpiogna, Val Leventina, 1983. Com meu irmão-amigo adorado Stefano, num dos retratos mais lindos que já bateram comigo na foto. Me comove essa cumplicidade entre irmãos e, mais ainda, com a natureza ao redor, os dois misturados na paisagem como uma coisa só.tic
120 3
6 days ago
Bons / ventos Il vento porta nuova luce
29 0
6 days ago
FINALISTI del premio Play di drammaturgia. Zurigo, 10.05 2026 Via @philine_erni ♡♡♡
40 2
7 days ago
Foi a primeira vez que resolvi me lançar na escrita de um texto pensado para a cena, para o teatro. Me inscrevi com meu monólogo "visita ao museu de ciências naturais" para um concurso suíço que queria promover as novas vozes do teatro das 4 regiões linguísticas, mais com o inuito de me desafiar - sempre que posso aproveito esses desafios para me testar e experimentar novos caminhos. Escrevi a peça em italiano e em francês. Meu texto foi selecionado entre os 8 que iriam ser apresentados em Zurique, no maravilhoso teatro Neumarkt - bem ali do ladinho do Kunsthaus - , o único de língua italiana. Foram 3 dias riquíssimos, vi e ouvi peças maravilhosas escritas por colegas (a esmagadora maioria composta por jovens mulheres talentosíssimas), ouvi e falei inúmeras línguas ao mesmo tempo, recebi uma laudatio que me encorajou muito para seguir adiante com a escrita para o teatro - bem ali, no centro do meu país, numa cidade que conheço bem mas onde sempre me sinto um pouco estrangeira por traduzir o mundo com palavras e vivências italianas, por carregar mais sol nas pupilas e mais malas nas viagens. Mas hoje, bem no centro do meu país, algo mudou definitivamente para mim. Zurique ficou mais familiar porque o taxidermista do museu de ciências naturais (o verdadeiro!!!) vai ler minha peça (!!!) e porque sei que algo que escrevi de noite na minha cozinha no interior de Minas Gerais pode me levar de volta para onde tudo começou - para aquele estranhamento entre identidade e língua materna - que está na base do meu trabalho com a palavra - um sentimento de "deslocamento" que é essencial, penso, e germinal no trabalho de qualquer artista. Feliz de reabraçar Lou Lepori, amigo há 30 anos, dramaturgo, escritor e poeta que espero poder apresentar em breve ao Brasil, cuja peça, Insuline, também estava entre as 8 finalistas, e Jean d'Amerique, poeta, dramaturgo, romancista, músico, cuja obra está publicada no Brasil pela @arsetvita Teve muitos mais abraços com pessoas queridas, e ainda bem que o coração da gente é muito mais fundo e amplo do que minhas malas já lotadas.
57 0
8 days ago