Pivetti

@pivettiart

𝗔𝗿𝘁𝗶𝘀𝘁𝗮 𝗩𝗶𝘀𝘂𝗮𝗹 | 𝗥𝗝 🇧🇷/ SP 🇧🇷/Miami 🇺🇸 Pinturas autorais sobre o caos do cotidiano e as contradições do ser humano hoje. Assessoria: @criativa_imagem
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André Pivetti nasceu no Rio de Janeiro em 1997 e começou a pintar ainda criança, aos sete anos de idade. Desde então, a pintura se tornou sua forma mais direta de expressão — um jeito de transformar sentimentos, conflitos e experiências humanas em imagem. Seu trabalho parte da ideia de dar forma ao que normalmente não tem forma. Emoções, tensões e estados de espírito aparecem nas telas como personagens, quase como se cada sentimento ganhasse corpo, rosto e personalidade. Essa investigação aparece com força na série “Cotidiano”, onde o artista observa o comportamento humano e as pequenas ironias da vida de todos os dias. Obras como “Mente Vazia (Oficina do Diabo)”, “Rei Foda-se” e “Feito de Palhaço” fazem parte desse universo, retratando diferentes máscaras sociais e conflitos internos que fazem parte da experiência de existir. Visualmente, Pivetti mistura referências de street art, pop art, neo-expressionismo, abstração e cubismo, criando uma linguagem própria, marcada por gestos fortes, cores intensas e personagens carregados de emoção. Como o próprio artista resume: “Eu pinto o caos do dia a dia e as contradições do ser humano hoje.” Mais do que imagens, suas obras são recortes da experiência humana — momentos de conflito, humor, fragilidade e intensidade que convivem no cotidiano de qualquer pessoa. André Pivetti é presença confirmada na 45ª edição da @expoartesp no @solarfabioprado_oficial com trabalhos inéditos para a mostra. Serviço: 45ª Expo Arte SP Solar Fábio Prado Local: Avenida Brigadeiro Faria Lima n⁰ 2705, Jardim Paulistano - São Paulo. Dias 28 e 29 de Março das 12 às 19 horas. Entrada franca. Valet no local. #arte #solarfabioprado #exposicao #artecontemporanea #expoartesp
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1 month ago
BOOOORA PIVETADA Apresento pra vocês minha nova coleção: COTIDIANO. Porque o dia a dia não é só rotina… é máscara, é silêncio, é caos, é força. É engolir sapo sorrindo, é mente vazia virando armadilha, é ser feito de palhaço e mesmo assim levantar… e às vezes… é só lembrar que você é rei da sua própria vida. Essa coleção é sobre gente de verdade: imperfeita, intensa, cansada… mas viva. E no meio disso tudo, ainda tentando ser livre. Desliza o carrossel e me fala: qual obra te pegou mais? #PivettiArt #ColeçãoCotidiano #ArteContemporânea #ArteBrasileira #NeoExpressionismo PopArt ArteComMensagem ArteAutorAL RioDeJaneiro ArtistaVisual
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4 months ago
LEIA ISSO ANTES DE PASSAR AS FOTOS. Essas imagens são um pedaço da minha coleção “Cotidiano”, apresentada na Expo Arte SP. Essa série nasceu da vontade de transformar sentimentos, vícios, pressões, ironias e contradições do ser humano moderno em algo visível. Tudo aquilo que a gente sente no dia a dia, mas quase nunca consegue explicar. Cada personagem dessa coleção carrega exageros emocionais, críticas silenciosas e fragmentos da vida real escondidos em formas, símbolos e cores. É caos. É humor. É cansaço. É excesso de informação. É o ser humano moderno tentando existir sem enlouquecer completamente. Muito louco pensar que desenhos que começaram numa folha acabaram expostos numa feira de arte em São Paulo. Qual dessas obras mais te pegou? 👀 :
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2 days ago
SEM TEMPO Essa coleção nasceu de uma pergunta simples: pra onde foi o nosso tempo? A gente acorda cansado, vive correndo, passa horas olhando pra uma tela e, quando percebe, mais um dia acabou. Mais uma semana. Mais um ano. Em “Ladrão de Tempo”, eu transformei o celular nesse personagem que rouba partes da nossa vida sem fazer barulho. 6 horas por dia durante 40 anos equivalem a quase 10 anos inteiros perdidos olhando pra uma tela. Em “Peso do Tempo”, eu quis mostrar que o tempo não é só abstrato. Ele tem peso. A média de vida do ser humano é de cerca de 80 anos. Aproximadamente 29 mil dias. E quando você percebe que talvez veja algumas pessoas que ama só algumas centenas de vezes antes de morrer… o tempo começa a ficar assustadoramente real. E em “Cativeiro Digital”, eu representei essa prisão silenciosa onde a gente está sempre conectado, mas cada vez mais distante da própria vida. “Sem Tempo” não fala sobre relógios. Fala sobre perceber que a vida está passando enquanto a gente distraidamente deixa ela passar. Qual dessas três obras mais te pegou? :
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4 days ago
SE VOCÊ AMA SUA MÃE, NÃO PASSA POR ESSE VÍDEO SEM ENVIAR PRA ELA. A pior parte de crescer… é descobrir que o mundo realmente pega fogo. Conta, cobrança, ansiedade, medo, pressão, perda, saudade. Mas existe um lugar que, mesmo depois de adulto, ainda faz a vida desacelerar por alguns segundos. O colo da mãe. Nessa obra, eu transformei a mãe em uma zona segura no meio do caos. Por isso os tons frios ao redor dela contrastam com a cidade queimando ao fundo. Porque, às vezes, mãe não é só uma pessoa. É abrigo. É silêncio. É refúgio. Essa obra se chama “Colo de Mãe”. 🤍 . Edição: @omarc0shermes
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5 days ago
LEIA A LEGENDA. “Colo de Mãe” fala sobre o único lugar capaz de fazer o caos parar por alguns segundos. Na obra, eu pintei um homem adulto no colo da mãe enquanto a cidade inteira pega fogo ao redor. Porque, mesmo depois de crescer, existir uma parte da gente que ainda procura abrigo naquele lugar seguro. Os detalhes da pintura foram pensados exatamente pra representar isso. Ao redor da mãe existe uma sombra azul escura, quase como uma aura de proteção. Essa área azul representa uma zona segura. Um espaço onde o caos não entra. Mas fora dessa proteção, tudo vira amarelo, quente, sufocante. Uma área de conflito. A cidade queimando representa a pressão da vida, os problemas, o mundo desmoronando lá fora. O traço mais infantilizado também foi proposital. Eu queria que a obra tivesse cheiro de infância, nostalgia e memória afetiva. Porque não importa quantos anos a gente tenha… perto da mãe, uma parte da gente sempre volta a ser criança. Talvez o primeiro lar do ser humano nunca tenha sido uma casa. Talvez tenha sido um abraço. Se você ama sua mãe, envia essa arte pra ela agora.
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7 days ago
Pinto desde os 7 anos. E, nesse caminho, já teve dia de faltar tinta, faltar direção, faltar confiança… mas nunca faltou vontade de criar. Já pensei em desistir inúmeras vezes. Porque viver de arte não é só pintar quadro bonito. É carregar dúvida, pressão, comparação, medo e ainda assim continuar criando mesmo nos dias em que ninguém vê. Mas, aos poucos, tudo começou a crescer. Meu trabalho encontrou pessoas. As pessoas começaram a sentir o que eu sentia quando pintava. E isso mudou tudo. Cada parede que eu pinto hoje carrega um pedaço dessa caminhada. Dos altos. Dos baixos. Dos recomeços. E depois de tudo que vivi com a arte… eu entendi que não importa o tamanho da parede. Eu nunca mais vou parar de pintar. Se a arte também já salvou alguma parte de você, comenta aí.
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8 days ago
Você teria coragem de largar tudo pra viver de arte? Entrei numa antiga fábrica de gravatas em São Paulo… e encontrei um prédio inteiro respirando arte. Mais de 7 andares tomados por tinta, ideia, textura, música, caos e liberdade. A @nucle.1 não parece só uma ocupação artística. Parece um organismo vivo. Cada parede tem cicatriz. Cada sala parece um universo paralelo criado por alguém que se recusou a ser comum. É estranho pensar que um lugar feito pra produzir gravatas hoje produz identidade. São Paulo tem dessas. Ela pega ruína e transforma em manifesto. . Editado e filmado por : @omarc0shermes #ArteContemporanea #StreetArt #ArteUrbana #SaoPaulo pivettiart
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9 days ago
A mula sem cabeça nunca foi só uma lenda. Ela sempre foi sobre punição, culpa, desejo e medo. Uma figura condenada a correr sem parar, em chamas, perdendo a própria identidade enquanto assusta quem cruza o caminho dela. No fundo, talvez a gente tenha modernizado a maldição. Hoje, muita gente também vive correndo sem direção, queimando por dentro, tentando esconder os próprios impulsos, erros, desejos e excessos atrás de uma “normalidade”. A lenda mudou de roupa. Mas continua viva. A diferença é que agora o fogo vem da ansiedade, da cobrança, da culpa, da necessidade de parecer perfeito o tempo inteiro. Quantas vezes você já se sentiu virando algo que nem reconhece mais? “Mula Sem Cabeça” é uma releitura sobre perder o controle da própria humanidade até virar só impulso, medo e incêndio. No fim, talvez o maior terror não fosse a criatura. Talvez fosse perceber que ela nunca esteve tão distante da gente.
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9 days ago
Isso aqui não é só uma matéria. É um recorte do que eu tô construindo. Ver meu trabalho sendo contado assim é especial… mas mais do que isso, é um lembrete: eu não pinto só pra fazer quadro bonito. Eu pinto pra transformar o que você sente em algo visível. Pra tirar do invisível e jogar na sua frente. E quando eu levo isso pro ao vivo… vira outra coisa. A arte deixa de ser observada e passa a ser vivida. Se você já sentiu algo olhando uma das minhas obras, você entendeu. Se ainda não sentiu… talvez esteja na hora.
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12 days ago
Vocês também têm preguiça de gente cheia de si? CHEIO DE SI A coroa nessa obra não é poder. É sensação. A sensação de ser o dono do mundo. De se colocar acima de todo mundo. Acima de tudo. Na parte de cima, cores quentes. Um ego inflamado. Barulhento. Pesado. Daqueles que precisam provar o tempo todo que são maiores que os outros. Mas do peito pra baixo… cores frias. Porque quase sempre um ego inflado esconde outra coisa: insegurança. Quem precisa se afirmar o tempo inteiro, no fundo, tá tentando calar um medo silencioso: o de não ser suficiente.
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13 days ago
PARA DE ROLAR E ME RESPONDE: em que momento você deixou de criar? O artista é só uma criança que não abandonou o próprio impulso. Dos 7 aos 28, não foi evolução linear… foi teimosia em continuar mesmo quando ninguém tava olhando. #artecontemporanea #artistabrasileiro #processocriativo #arteurbana #arteautor
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15 days ago