“Lilua” é o tema que vos deixo desta vez, com o Eric Rodrigues.
Letra - Pedro Bicas & Eric Rodrigues
Instrumental - weezy Baby
Captação, mix, master - Pedro Bicas
Produção executiva- Pedro Bicas
Música completa no link da bio
Sou a experiência que muitos querem ter e outros nem sonham com ela.
Passei por muitos músicos, cantores, produtores, beatmakers, técnicos e cresci bebendo da harmonia de outros tantos fora da área...
Comecei por fazer música em Beja, na Covil Produções. Estes primeiros anos de estrada levaram-me a conhecer artistas de todo o país. Tive o privilégio de ver e ouvir como se escrevia nas ruas. Como se vivia a emoção de juntar três ou quatro gajos e, do nada “aparecer” uma música feita. Como apreciávamos a liberdade.
Antes disto, tive o privilégio de passar pelo conservatório regional do baixo Alentejo o que me despertou interesse em instrumentos “reais”.
Dois mundos tão diferentes, mas com uma mescla incrível.
Vim para Lisboa e conheci uma realidade nova. Pessoas completamente diferentes das que estava habituado (culturalmente) no entanto com uma “sonoridade” incrivelmente boa.
E como eu vivi Lisboa...🤘🤘
Daí para a frente, todas as experiências fizeram de mim o homem que sou hoje.
Tenho desculpas por pedir, tenho desculpas por perdoar, tenho desculpas por ouvir. Mas a vida é isto e não alterava assim tanta coisa...errava de forma diferente 🤷
“Voar num barco” com a participação de Cali John é o tema que vos deixo.
Letra e voz - Pedro Bicas/Cali John
Coros - Pedro Bicas
Instrumental - Weezy Baby
Viola - Pedro Bicas
Viola de mestre - João Gaspar
Guitarra Elétrica - João Gaspar
Arranjos/Co-Produção - Pedro Bicas
Captação, mix e Master - Pedro Bicas
Produção Executiva - Pedro Bicas
Música completa no Link da bio
Esta, foi uma música especial.
Estava a morar num t4 de 2 andares de x metros quadrados, com quintal e tudo o que tinha direito, sozinho. Alguns vão pensar, “olha a sorte deste animal”, mas a verdade é que quando se está numa casa grande, com um pé alto enorme, sozinho, percebemos o quão pequeninos somos...
A vida era casa estúdio, estúdio casa.
Num de um dia de solidão, um parente tocou à porta. Veio com a energia de um rei. Entrou com a energia de um rei e, escreveu um verso incrível.
Eu ouvi aquilo e pensei “porra”.
No meio disto, liguei a outro parente para aparecer lá em casa com a viola...
Quadro é o nome da música e está inserida no disco “Morte do Artista” do incrível Xuxu Bower com as cordas do mestre de excelência, João Gaspar.
A raça de qualquer guerreiro, só é sentida na atitude.
Amor em primeiro lugar. O mundo está a rodar ao contrário. A ética e os valores do homem foram perdidos e estão difíceis de encontrar (aos que ainda vão encontrando, um bem haja).
A arte não tem forma de expressão. Pode ser invisível, pode ser visível, pode tocar corações como pode não tocar. Pode arrepiar se entrar na alma, pode congelar-nos se sentirmos culpa. Pode deixar -nos indiferentes se não sentirmos nada. É o papel da arte. E ela é tão grande...
Ungrio - Disponível em todas as plataformas digitais
Link na Bio
Letra e voz - Pedro Bicas
Instrumental- Stonn
Coros - Pedro Bicas
Arranjos/Co-produção - Pedro Bicas
Captação/mix/ master - Pedro Bicas
Produção executiva - Pedro Bicas
Trabalho executado no @_olv.studio_
Falar com Deus por vezes alivia.
Dedicado ao poeta que Beja deu à luz, sem luz para o fazer brilhar.
Incompreendido por muitos, amado por tantos outros, Ricardo Freitas de Oliveira, foi e será sempre, uma figura marcante na cultura “Hip-Hop” do baixo Alentejo.
Passando por todas as vertentes da mesma, foram na poesia e pintura que a sua paixão ancorou.
Activista autodidata, teve pela primeira vez em CD, uma música com a sua voz, nos inícios de 2004, numa colectânea que agregava várias Zonas do Alentejo. “AlemDoTejo” era o nome da coletânea e “Balas sem pólvora” era o nome da música. Também seria uma expressão que o caracterizaria passados quase 20 anos. Nunca vi o Ricardo envolver-se numa briga que fosse. Ele acreditava nas palavras e na força que têm para mudar o mundo.
Dedicou a vida aos mais novos, passando os ensinamentos a “irmãos”. Um pilar de sabedoria unido a curiosidade.
Uma mente aberta num sitio fechado.
Que se faça uma estátua ao “Homem da bike”.
“Sou mais Erre que Rj”
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