Em primeiro lugar, papai te ama. Em segundo lugar, papai te ama mais. Que loucura que a minha parceirinha de X-Files, Fringe, dorama e anime já está falando de vestibular. Vou seguir não postando fotos e/ou te marcando, Cora. Assim, a representação digital da sua vida é, de fato, sua. Tenha juízo, siga brilhando. Papai deseja que a sua vida seja repleta de alegria, felicidade, discernimento, caminhos abertos e prosperidade com muita saúde. Você é o futuro (e o presente) de uma linhagem de gente muito forte, ordeira e capaz. Que Orisha e nossos ancestrais sigam iluminando seu caminho, filha. Te agradeço por ter escolhido sua mamãe e eu pra essa aventura terráquea. Vamos com fé! Talvez tenha sido simples casualidade (😊) ter escolhido a canção “I’m not following you” para o seu nascimento. Você é genial! LLAP, Corinha ❤️
Minha primeira experiência com uma MPC aconteceu no bairro da Saúde, na máquina do @definitive_gaze . A segunda, logo depois, foi começando a entender as possibilidades de construção e sequenciamento, para além da Groovebox 505, no estúdio do @bvillis . Lembro que Beto fez o bounce da base que eu criei no Pro Tools, queimou um CD e esse pedaço de plástico andou comigo, na mochila, por meses. Era um cartão de visita, talvez, um escudo. Com arte, nunca se sabe.
Muitas vidas numa corrida só.
Souvenir dos tempos de brigar
com impressoras PostScript ao
mesmo tempo que eu negociava
voos baratos, pinga-pinga,
p/ LAX 💸
Quando um líder, num ato de generosidade, canta uma música de sua autoria no retorno aos palcos. Quando a música que nunca foi feita em shows ganha um bom lugar pra existir. Quando duas gerações do Rap Nacional não se estranham.
A música “A Moral Provisória” foi escrita quando descobri que Cora, minha filha, estava vindo. O segundo verso foi escrito logo depois do primeiro ultrassom. Ela faz parte do álbum/mixtape “Magus Operandi”, tem 18 anos de vida.
O que eu digo e repito é que a coragem e a perspicácia do @Emicida , além do talento e do olhar pra cultura, são muito dignos. Da minha geração do rap, os que sobraram e seguem criando, poucos se gostam minimamente. Entretanto, decidir memorizar uma música inteira de outro artista e apresentá-la no show de retorno da carreira revela outro grau de amizade, respeito, carinho e, repito, generosidade. A verdade mora nos fatos. E o fato é que a cultura é construída e reconstruída por gente que tem compromisso com o que se propôs lá, no começo. Ritmo, poesia, dança, harmonia, comunidade, artes visuais e conexão. Congratulações, Leandro! Eu lembro tudo que disse no McDonald’s da República, quando você e mano Fernando (@DJNyack ) se preparavam p/ um dos primeiros shows ✊🏿🍃
“…She musters a smile
For his nostalgic tale
Never coming near what
he wanted to say
Only to realize
It never really was…”
Poderia não ser o tipo de letra
adequada para o meu eu
criança aprender.
O que um tolo
acredita, ele vê.
E nenhum sábio tem
o poder de discordar.
E eu sabia o que os
acordes diziam antes
de entender o que a
letra de Kenny Loggins
e Michael McDonald falava.
Conheci Mailton ainda criança, brincando na extinta minirrampa Matrix, da Paes de Barros. Eu já estava focado na música, mas tirava algumas noites pra colar ali, eu e @cassiobossert , e andar um pouco. Sempre me chamou atenção o estilo e o controle do Mailton na mini. Depois, veio a fase corrimãozeira, os patrocínios, as participações no circuito amador, até chegar à categoria profissional. Meu amigo travou algumas batalhas no rolê terráqueo. Essa foto é de novembro de 2023. Estava tudo legal. Vou lembrar do menino Mailton assim 🤲🏿