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Aos 30 anos, Júlia Portes (
@julia_portes ) vive um momento de expansão — e, ao mesmo tempo, de síntese. Atriz, escritora e pesquisadora, ela transita entre palco, literatura e audiovisual com uma mesma inquietação de linguagem. Na pele de Bianca, em “Emergência Radioativa”, hoje a série mais vista da Netflix, a atriz constrói uma personagem que observa a tragédia de perto, mas sem estar exatamente no centro dela. O impacto da produção, porém, ultrapassou a ficção. Após a repercussão da série, o debate sobre o acidente com césio-137 voltou ao centro e levou à revisão das pensões destinadas às vítimas. “A ficção ter um impacto na vida prática de alguém — isso dá uma emoção imensa”, afirma. Além da atuação, Júlia também é escritora, autora de “O céu no meio da cara”, finalista do Prêmio Jabuti, e constrói uma trajetória que conecta cena e palavra. Em entrevista à editora de cultura e lifestyle Malu Pinheiro (
@mariluisapp ), ela reflete sobre esse atravessamento: “Não são duas coisas separadas. Quando a gente atua, a gente também escreve de alguma forma.” Leia completa no link da bio (Fotógrafa: Elisa Maciel; Styling: Paloma Borges; Beleza: Victor Dargains)