Em maio, a Osesp mergulha no universo sinfônico de Felix Mendelssohn, um dos eixos da Temporada 2026 — dele, ouviremos três sinfonias neste mês.
Stravinsky, Almeida Prado, Haydn, Messiaen, Brahms e Wagner preenchem os programas dos concertos sinfônicos que acontecem em todas as semanas. Mahler e sua “canção da Terra” encerram esse período numa apresentação de câmara que dá “olá” para a Semana do Meio Ambiente.
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Felix Mendelssohn-Bartholdy tinha pouco mais de 20 anos quando começou a escrever sua “Sinfonia nº 5”. Criada para as comemorações dos 300 anos da Reforma Protestante, a obra carrega um espírito de solenidade e esperança — mas acabaria atravessando décadas quase em silêncio, publicada apenas após a morte do compositor.
Comparado desde cedo a Mozart pela precocidade e pelo domínio da escrita orquestral, Mendelssohn encontrou nessa sinfonia uma forma de dialogar com a tradição alemã e com a música sacra luterana. É com a “Sinfonia nº 5” que a Osesp encerra o programa desta semana, sob regência de Thierry Fischer. A transmissão ao vivo acontece no sábado, a partir das 16h30.
A Nota Fiscal Paulista também é um programa social. A cada compra feita com CPF na nota, você pode transformar seus créditos em uma doação automática para a Osesp e contribuir com programas de música e educação que transformam vidas.
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A música de Olivier Messiaen transforma escuta em invenção, aproximando natureza, cor e tempo. No programa desta semana, “Pássaros exóticos” e “Um sorriso” revelam diferentes momentos desse percurso, colocados em diálogo com Joseph Haydn e Felix Mendelssohn-Bartholdy.
Os concertos acontecem de quinta a sábado, últimos ingressos disponíveis (link na bio).
No último final de semana, a Osesp, o Coro da Osesp e o Coro Acadêmico da Osesp apresentaram, sob regência de Thierry Fischer, concertos dedicados à celebração espiritual e à força coletiva da voz humana.
O programa reuniu duas obras marcadas pela ideia de transcendência. Na “Sinfonia dos Orixás: Suíte”, Almeida Prado transforma referências das tradições afro-brasileiras em uma escrita sinfônica vibrante. Já em sua “Sinfonia nº 2”, Mendelssohn conduz coro e solistas em um percurso que vai da escuridão à exaltação, com participação das sopranos Anna Carolina Moura e Jone Martínez e do tenor Robert Lewis.
A “Sinfonia nº 2” de Felix Mendelssohn-Bartholdy, conhecida como “Lobgesang” ou “Canto de Louvor”, foi escrita em celebração aos 400 anos da prensa de Gutenberg e da publicação da tradução da Bíblia feita por Lutero. À maneira de uma cantata, a composição propõe um diálogo entre arte e religião e traz em seu simbolismo o triunfo da luz sobre o obscurantismo, com uma linguagem musical que une obra sinfônica e coral e tem influências em Bach e Beethoven.
A partir do quarto movimento da obra, o Coro da Osesp, o Coro Acadêmico e os solistas Robert Lewis (tenor), e Jone Martínez e Anna Carolina Moura (sopranos) se juntam à Orquestra para cantar salmos e hinos, sob regência de Thierry Fischer. O programa da semana conta ainda com a “Sinfonia dos Orixás: Suíte”, de Almeida Prado.
A transmissão do concerto acontecerá no canal da Osesp no YouTube neste sábado (9), às 16h30.
Dando sequência à série de vídeos em comemoração aos 20 anos da Academia de Música da Osesp, hoje trazemos aqueles que constroem essa história no presente. Cinco academistas que integram o programa da semana compartilham detalhes dessa vivência.
É possível vê-los e ouvi-los tocando e cantando de hoje a sábado, junto à Orquestra e Coro, em um repertório que passeia entre os orixás de Almeida Prado e o louvor de Mendelssohn.
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A dramaticidade do tango tomou conta da primeira apresentação da Temporada Osesp 2026 no Teatro B32, com um programa que uniu música e dança.
Nessa segunda (4), o grupo Escualo Ensemble e a dupla de dançarinos Marina Ernandes e Facundo Rodríguez trouxeram a sensibilidade e pluralidade do gênero por meio de um repertório centrado na obra de Astor Piazzolla — transformando o palco em um espaço de encontro entre tradição e invenção.
Fotos @ziriszan
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Três dias em que fantasia e juventude tomaram conta da Sala São Paulo.
O último fim de semana marcou a volta do Diretor Musical e Regente Titular Thierry Fischer, que, frente à Osesp, apresentou um programa que atravessou dois universos distintos: a força criativa do jovem Mendelssohn em sua “Sinfonia nº 1” e toda a imaginação sonora de Stravinsky no balé completo “O Pássaro de Fogo”.
Entre contrastes, cores orquestrais e momentos de puro encantamento, o público acompanhou uma jornada que passou da elegância clássica ao brilho arrebatador de uma das obras mais marcantes do século XX.
Nesse domingo (26), a Estação Motiva Cultural recebeu o primeiro concerto de câmara da Temporada Osesp 2026, com nossos músicos Carolina Kliemann (violino), Maria Angelica Cameron (viola concertinho), Maria Luisa Cameron (violoncelo) e Fernando Tomimura (piano).
O programa abordou a relação do triângulo amoroso mais famoso do Romantismo musical — o casal Clara e Robert Schumann e Johannes Brahms — por meio de suas composições.
O caráter lírico e expansivo dos movimentos de “Quarteto para piano em Mi bemol maior”, primeira música apresentada, reflete a boa fase emocional e artística que Schumann vivia com sua esposa — e contrasta com a obra seguinte, “Três romances para violino e piano”. Aqui, Clara transita entre a melancolia, a paixão e a resignação geradas pela doença mental de seu marido e sua aproximação com Brahms.
A noite se encerrou com “Quarteto para piano nº 1 em sol menor”, em que Brahms traz a inquietude e serenidade resultantes de sua conexão com Clara e da morte de Schumann.
Fotos: @luccamezz
Composto para a temporada parisiense da companhia de dança Ballets Russes, “O Pássaro de Fogo” demonstra o amor de Stravinsky pela cultura popular de sua terra natal, a Rússia, ao conta a história de um príncipe que tenta capturar um pássaro mágico pertencente a um feiticeiro.
Nesta semana, na Sala São Paulo, você ouvirá a versão completa da obra, composta entre 1909 e 1910. O programa inclui ainda a “Sinfonia nº 1” de Felix Mendelssohn — ambas interpretadas pela Osesp sob regência de Thierry Fischer.
🎥 A transmissão ao vivo do concerto acontece no sábado (2), às 16h30, no canal da Osesp no YouTube.
Felix Mendelssohn-Bartholdy é um dos grandes nomes da música do século XIX e um dos eixos da Temporada Osesp 2026. Na semana em que a Orquestra toca sua “Sinfonia nº 1”, conheça mais sobre a trajetória do artista no carrossel. Ao final, confira o cronograma do retrato sinfônico de Mendelssohn ao longo da Temporada.