Hoje, no Escritório da OIT para o Brasil, tivemos a honra de receber uma delegação da Suécia para dialogar sobre experiências acerca do diálogo social, dos impactos da inteligência artificial e da automação nos mercados de trabalho, e dos desafios e das oportunidades da transição justa.
Participaram da reunião o diretor da OIT, Vinicius Pinheiro, a embaixadora da Suécia no Brasil, Exma. Sra. Karin Wallensteen, a primeira-secretária Isabel Roberth, e Marie Susanne Nilsson e Lars Johan Järvklo, respectivamente, presidente e secretário de Assuntos Internacionais do sindicato sueco IF Metall.
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🎯 A Secretaria Nacional da Política de Cuidados e Família (SNCF/MDS), em parceria com a OIT, realizou nesta quinta-feira, em Brasília, o 1º Encontro Nacional de Cuidotecas.
➡️ As cuidotecas são espaços públicos, gratuitos e acessíveis voltados ao acolhimento e cuidado de crianças de 3 a 12 anos, com e sem deficiência, em horários complementares à jornada escolar. A iniciativa apoia famílias e pessoas cuidadoras que precisam trabalhar, estudar ou se qualificar, promovendo proteção, inclusão e valorização do cuidado.
A abertura contou com a participação do ministro do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome, Wellington Dias, da Ministra das Mulheres, Márcia Lopes, do diretor do Escritório da OIT para o Brasil, Vinicius Pinheiro, da secretária Nacional de Cuidados e Família do MDS, Laís Abramo, e demais autoridades.
Durante sua fala, Pinheiro destacou que o cuidado é um desafio estrutural e coletivo: “Dados recentes da OIT mostram que cerca de 708 milhões de mulheres no mundo estão fora da força de trabalho em razão direta de responsabilidades de cuidado. Esses números mostram que esse problema não é individual. Esse é um desafio estrutural e exige uma resposta coletiva.
"Nossos estudos evidenciam o impacto positivo investimento em cuidados e deixam claro que não se trata de gasto, mas de investimento no desenvolvimento econômico e social.”, acrescentou.
O encontro reuniu gestores e gestoras públicos, pesquisadores, instituições de ensino, organizações da sociedade civil e parceiros estratégicos para fortalecer a implementação das cuidotecas no âmbito da Política Nacional de Cuidados e do Plano Nacional de Cuidados – Brasil que Cuida.
Fotos: Roberta Aline e André Oliveira/MDS
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🌐 Estimativas globais indicam que as mulheres em empregos assalariados ganham, em média, 20% menos do que os homens, e essa lacuna é ainda maior entre mulheres com filhos, mulheres em famílias de baixa
renda, e trabalhadoras na economia informal.
➡️ E mudar essa realidade exige ação coordenada, compromisso político e ferramentas concretas.
🎯 Para ajudar a informar o debate, o Escritório da OIT para o Brasil lançou nesta quarta-feira em português, o Guia global “Rumo à igualdade salarial: uma resposta abrangente à disparidade salarial de gênero” e organizou um diálogo sobre como avançar na igualdade salarial entre homens e mulheres no Brasil.
O Guia destina-se principalmente a governos, organizações patronais e organizações de trabalhadores. Ao combinar dados, análises jurídicas, orientações políticas e boas práticas de países de todo o mundo, ele também é uma referência útil e um manual para a mudança para públicos mais amplos.
🔷 O evento de lançamento, realizado no Escritório da OIT no Brasil, reuniu representantes dos Ministérios do Trabalho e Emprego (MTE), das Mulheres (MM) e da Igualdade Racial (MIR), além de representantes da Confederação Nacional da Indústria (CNI), da Nova Central Sindical de Trabalhadores (NCST), do Tribunal Superior do Trabalho (TST), da ONU Mulheres, do Ministério Público do Trabalho (MPT) e da Empresa Brasileira de Comunicação (EBC) para fortalecer os diálogos sobre como acelerar soluções para reduzir as desigualdades salariais de gênero.
Reduzir a desigualdade salarial de gênero exige uma ação concertada entre governos, organizações de empregadores e de trabalhadores.
🔗 Leia o Guia. O link está no link do nosso perfil.
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🌎 Você já ouviu falar em “Sul Global”?
O termo aparece cada vez mais quando falamos de cooperação internacional, desenvolvimento, clima, combate à fome e à pobreza e justiça social. Mas… como é que é isso, afinal?
Mais do que uma localização geográfica, o Sul Global reúne países com histórias parecidas de colonização, desigualdade e busca por um padrão de desenvolvimento mais sustentável, com mais autonomia, cooperação e capacidade de decidir seus próprios caminhos.
Hoje, esses países representam uma parte cada vez mais importante da economia e do comércio mundial 🌍
E o Brasil tem um papel importantíssimo nisso 🇧🇷
Nossa experiência em áreas como segurança alimentar e nutricional, saúde, energia limpa e cooperação técnica mostra como países do Sul Global podem construir soluções juntos — compartilhando conhecimento, tecnologia e políticas públicas.
Deslize o carrossel e entenda melhor 👉
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13 de maio, Dia Nacional da Abolição da Escravatura. O Brasil avançou no enfrentamento ao trabalho análogo à escravidão, mas o desafio ainda exige atenção contínua — inclusive em cadeias produtivas relevantes como a do café.
Práticas como jornadas excessivas, condições inadequadas de alojamento e falhas no acesso a direitos básicos são riscos que precisam ser prevenidos e enfrentados de forma conjunta.
Informação, transparência e responsabilidade compartilhada são parte da solução.
Denunciar irregularidades é um instrumento legítimo para proteger trabalhadores, fortalecer o cumprimento da lei e valorizar quem atua corretamente.
Se você presenciou situações em desacordo com a legislação trabalhista, utilize o Sistema IPÊ — canal oficial para registro de denúncias: 🔗 ipe.sit.trabalho.gov.br
Café de qualidade tem aroma, sabor e trabalho decente!
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O trabalho decente deve ser uma realidade para todas as pessoas trabalhadoras, em todos os lugares.
No entanto, hoje, quase 58% das pessoas trabalhadoras em todo o mundo ocupam postos de trabalho informais, muitas vezes sem direitos adequados, proteção suficiente ou acesso à seguridade social.
A informalidade continua sendo um dos maiores obstáculos para alcançar o trabalho decente e a justiça social.
Ela afeta trabalhadores e trabalhadoras em todos os países, setores e níveis de renda, e é justamente nesse contexto que os déficits de trabalho decente costumam ser mais graves.
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💪As mulheres sempre tiveram um papel essencial na cafeicultura brasileira, atuando em todas as etapas da produção. Ainda assim, seguem enfrentando desigualdades estruturais no acesso à terra, ao crédito, à assistência técnica e à renda.
📊De acordo com o Censo Agropecuário 2017, 1,7 milhão de mulheres estão na direção ou codireção de propriedades rurais no Brasil. Apesar desse número expressivo, a liderança feminina no campo ainda é pouco reconhecida.
Na cafeicultura, essa presença também é significativa: mais de 40 mil estabelecimentos de café no país têm mulheres na liderança, segundo dados do IBGE. Um dado que reforça a importância de promover a igualdade de gênero como base para o trabalho decente, a dignidade e o desenvolvimento sustentável no meio rural
#TrabalhoDecente #IgualdadeDeGênero #MulheresNoCampo #Pessoasdocafé #HoradoCafezinho
A OIT contribui para os diálogos promovidos pelo evento "O Futuro do Trabalho no Brasil", realizado em Brasília.
O objetivo do evento foi debater os impactos da informalidade e propor caminhos para fortalecer a empregabilidade formal e a segurança jurídica nas relações de trabalho.
O diretor do Escritório da OIT para o Brasil, Vinicius Pinheiro, participou do painel "O papel das instituições na construção do futuro do
trabalho", ao lado do Ministro do Supremo Tribunal Federal, Gilmar Mendes, e a mediadora Flávia Tomagnini.
Em sua fala, PinheiroDurante o evento O Futuro do Trabalho no Brasil, o diretor da OIT para o Brasil, Vinicius Pinheiro, destacou que a inteligência artificial e a automação estão transformando tarefas — mais do que substituindo empregos.
1️⃣ A IA e a automação estão redefinindo tarefas e aumentando a produtividade, sem provocar substituição massiva de empregos.
2️⃣ A economia de plataformas transforma as relações de trabalho e desafia os modelos tradicionais de proteção laboral.
3️⃣ A digitalização amplia os riscos psicossociais no trabalho, tornando saúde mental e bem-estar prioridades centrais.
"O progresso tecnológico não deve ser um fim em si mesmo. Para que a inovação resulte em ganhos reais para as pessoas, precisamos fortalecer a regulação e o diálogo social. Só assim garantiremos que a transição digital seja sinônimo de trabalho decente e desenvolvimento inclusivo.", destacou
Fotos: Paulo Cerqueira
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📌 A formalização das relações de trabalho na cafeicultura é uma conquista coletiva que deve ser preservada e fortalecida. É o que garante dignidade, segurança e previsibilidade para quem produz o café que move o Brasil.
Quando um trabalhador tem sua carteira assinada, ele acessa direitos fundamentais: salário justo, férias, 13º e proteção previdenciária.
➡️ A formalização traz estabilidade e transparência também para os produtores, que passam a contar com maior segurança jurídica, redução de riscos e acesso a mercados que exigem conformidade social e ambiental.
Para o Estado, representa a consolidação de políticas públicas que combatem a informalidade e fortalecem a economia rural de forma sustentável.
🔷 O trabalho decente é o elo que une todos os atores dessa cadeia. Promover a formalização é fortalecer o desenvolvimento local, impulsionar a produtividade e construir uma cafeicultura mais justa.
Um café de qualidade é produzido com respeito às pessoas, à lei e ao futuro.
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A OIT participou hoje da audiência pública sobre a PEC 221/19 Redução da Jornada de Trabalho na Câmara dos Deputados, em Brasília.
O diretor do Escritório da OIT para o Brasil, Vinicius Pinheiro, fez uma apresentação técnica sobre as normas internacionais do trabalho da OIT e as tendências internacionais sobre jornada do trabalho, com o objetivo de ajudar a informar o debate.
Fotos: Zeca Ribeiro/Câmara dos Deputados e OIT
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📌 A aprovação do Relatório Final da II Conferência Nacional do Trabalho (II CNT) representa um passo importante o fortalecimento do diálogo social entre governo, empregadores e trabalhadores no Brasil.
🔷 Coordenada pelo Ministério do Trabalho e Emprego, a II CNT reuniu representantes do governo, trabalhadores e empregadores em um amplo processo de escuta, negociação e formulação de propostas para o fortalecimento das políticas públicas de emprego, trabalho e renda.
Com mais de 4,5 mil participantes mobilizados em todo o país, o processo reafirmou o tripartismo como instrumento essencial para a construção de políticas mais eficazes, sustentáveis e alinhadas às transformações do mundo do trabalho.
🔷 A II CNT contou com a assistência técnica e a assessoria do escritório da OIT para o Brasil, brindadas no âmbito do Programa de Cooperação Sul–Sul Brasil–OIT “Justiça Social para o Sul Global”. A OIT também foi responsável pela elaboração do relatório final.
Os resultados da Conferência serão apresentados na 114ª Conferência Internacional do Trabalho, em junho, em Genebra, como referência internacional na promoção do diálogo social e do trabalho decente.
📸 Fotos: Camila Cantarino/ @mintrabalhoeemprego
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