Notwan

@oddnotwan

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🔥PYR004 - Notwan - The Art Of Dying🔥 Saiu hoje “The Cosmos (Where My Soul Dwells” o single de apresentação de “The Art Of Dying” de Notwan, @oddnotwan , o quarto lançamento da PYROMANYA O disco tem estreia marcada para 27 de Maio de 2026 no nosso Bandcamp e em k7 Notwan é um dos heterónimos de Mestre André (que também assina como O Morto, além de atualmente fazer parte dos Jibóia e de Banha da Cobra), músico de muitos ofícios, da arte sonora à composição electroacústica, à sonoplastia e ao desenho de som para artes performativas. Mas se os trabalhos passados enquanto Notwan se ancoravam, em grande medida, no hip hop (na sua vertente mais exploratória), o novo The Art of Dying é um caso bem diferente. O single “The Cosmos (Where My Soul Dwells)” saiu hoje no nosso Bandcamp e canal de Youtube. ————— THE COSMOS (WHERE MY SOUL DWELLS) Music composed and recorded by Mestre André. Trumpet by Yaw Tembe @yyyaawwv Video direction and production: João Varela @joaovarela Light assistance: João Salvação @joaodiogosalvacao
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12 days ago
Alambique (Sistema Intravenoso) notwan.bandcamp.com Ancorado em camadas de estática e distorção, efeitos, samples obscuras, percussão étnica, guitarras distorcidas, e uma sonoridade industrial, Alambique é uma dose de rap cru e escuro, servido por batidas esqueléticas, pesadas, cavernosas e lentas, e letras sombrias e melancólicas, recitadas pela voz seca e amarga de NOTWAN. Por entre jogos de palavras e aliterações, devaneios poéticos, e com um estilo de livre associação à MF DOOM, a voz de bagaço (segundo o próprio) de NOTWAN desdobra-se sobre temas como o seu alcoolismo entorpecedor (“Bagaço”), o comunismo do seu Alentejo natal (“A Árvore Do Olvido”) ou delírios de violência e sexo (“Xerazade”, “Dominam-Me Os Demónios”), algures entre o hedonismo melancólico de Bukowski e o niilismo de Bernardo Soares (com um vocabulário invejável, diga-se). Eclético e surpreendente na sua sonoridade, este Alambique é uma destilação de várias referências, desde Blockhead a Lhasa e Kill The Vultures, embalado por interlúdios instrumentais que tanto nos transportam para o ambiente ártico e ermo de Biosphere como para o horrorcore de Fuse ou a amargura niilista de Nerve. — @diocpereira
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2 years ago
New Universe artwork by @goncalo_duarte
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5 years ago
Thai Fai artwork by @zarolinazarolina
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5 years ago
Nos sítios digitais da vida...
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5 years ago
#blackoutday2020
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5 years ago
Vidaódromo Anti-Licórnio (A um Licórnio) Xerazade
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5 years ago
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5 years ago
#unidospelopresenteefuturodaculturaemportugal
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6 years ago
Évora. Artes à rua 2018. Bagaço
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6 years ago