Em tempos tão incertos, em que não conseguimos ter uma visão clara a respeito do futuro que nos aguarda, é muito bom ter uma parceria consistente com uma Instituição tão séria quanto a @unit_br . Porque pensamos a educação da mesma forma e acreditamos no seu poder transformador.
Parabéns, Unit, e que a gente continue juntos por muitos anos.
Hoje, o consumidor filtra, compara, investiga e percebe rapidamente quando uma marca está mais preocupada em bater meta do que em construir relação.
Por isso, o desafio no varejo não está só em vender. Está em em estruturar toda a experiência para sustentar um vínculo no longo prazo. Isso exige coerência entre discurso, produto e entrega.
E pra você, isso já é uma realidade?
Se o consumo deixou de ser só transação, o varejo também deixou de ser só ponto de venda.
O varejo precisa entender o que faz sentido para as pessoas hoje, quais valores estão guiando as escolhas e como a marca se conecta com isso no dia a dia.
Vale a reflexão: As marcas do varejo estão acompanhando essas mudanças?
Mais do que acompanhar uma marca, a Objectiva caminha junto com histórias que têm identidade, impacto e propósito.
Celebrar os 17 anos do @manauarashop é reconhecer uma trajetória que vai além do varejo.
Atravessa cultura, território e cria conexões reais com as pessoas. Pra gente, é um privilégio fazer parte disso.
Parabéns por tudo que já foi construído. E pelo que ainda vem pela frente.
Durante a partida entre Sergipe e Confiança, no Estádio Estadual Lourival Baptista, a campanha de enfrentamento à violência contra a mulher ganhou visibilidade dentro de campo.
Com mensagens de incentivo à denúncia, a ação levou ao público presente no estádio um lembrete importante: combater a violência contra a mulher é uma responsabilidade de toda a sociedade. Em caso de violência, denuncie. Ligue 180.
#TBT Depois de 10 anos realizando o projeto da revista de balanço do Governo da Bahia, a gente achou que estava na hora de mudar. E mudamos! Na edição de 2025 da Nova Bahia, o que não faltou foi iNOVAção. A revista é totalmente multimídia, com links, QR Codes, realidade aumentada, interatividade e versões digitais para computador e celular. E o resultado? É só assistir ao vídeo pra saber.
Porque aqui na Obj é assim: todo projeto de comunicação é realizado com base em dados, sensibilidade, capacidade técnica e muita criatividade.
Depois de 10 anos realizando o projeto da revista de balanço do Governo da Bahia, a gente achou que estava na hora de mudar.
E mudamos! Na edição de 2025 da Nova Bahia, o que não faltou foi iNOVAção. A revista é totalmente multimídia, com links, QR Codes, realidade aumentada, interatividade e versões digitais para computador e celular. E o resultado? É só assistir ao vídeo pra saber.
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Porque aqui na Obj é assim: todo projeto de comunicação é realizado com base em dados, sensibilidade, capacidade técnica e muita criatividade.
Quando bem aplicadas, as práticas ligadas aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável impactam diretamente a operação: reduzem desperdícios, melhoram a gestão de energia e logística, fortalecem a reputação da marca e aumentam a confiança do consumidor que já incorpora esses fatores na sua decisão de compra.
No novo varejo, responsabilidade não compete com resultado. Pelo contrário: operações mais sustentáveis tendem a ser mais eficientes, mais resilientes e mais bem percebidas pelo mercado. O que antes era tratado como agenda institucional hoje se mostra, cada vez mais, como uma alavanca concreta de eficiência operacional e construção de valor.
A segurança deixou de ser um tema restrito à área de tecnologia e passou a impactar diretamente o resultado do negócio.
Os números ajudam a dimensionar o tamanho do problema: o custo médio global de um vazamento de dados já chega a US$ 4,88 milhões, e em cerca de 60% dos casos o fator humano está envolvido. Ou seja, não se trata apenas de infraestrutura, mas de rotina, processo e cultura operacional. Empresas mais maduras têm tratado segurança como disciplina contínua, com práticas como treinamentos antifraude, revisões periódicas de acesso e testes regulares de backup. Não é sobre reagir a incidentes, mas sobre reduzir a probabilidade de ruptura.
No varejo atual, proteger a operação é proteger a capacidade de vender.
A pandemia funcionou como um grande acelerador de mudanças que já vinham se desenhando no comportamento de consumo. Em poucos meses, o consumidor se tornou mais digital, autônomo e muito mais consciente do tempo e do dinheiro que investe em cada compra. O que antes era conveniência passou a ser expectativa básica: jornadas simples, informação clara, disponibilidade imediata e confiança na entrega.
Esse novo perfil, moldado no período pós-pandemia, é mais pragmático, mais informado e orientado à missão. Para o varejo, isso muda a regra do jogo: não basta atrair atenção, é preciso facilitar a vida do cliente de ponta a ponta. Quem entendeu esse movimento já saiu na frente.
A conversa sobre IA no varejo amadureceu. O que antes era tratado como tendência ou experimentação agora precisa responder a uma pergunta objetiva: onde está o retorno?
Na prática, as aplicações que geram ROI (Return On Investment) real são aquelas que reduzem atrito operacional, diminuem erros e aumentam a velocidade de decisão. Copilotos de atendimento, monitoramento de ruptura, prevenção de fraude, padronização de processos e geração de alertas inteligentes são alguns dos usos que já mostram impacto direto na eficiência da operação. Mais do que criar conteúdo, a IA que realmente paga a conta é a que melhora a execução do dia a dia e libera tempo das equipes para atividades de maior valor.
O alcance das redes sociais já está dado. A atenção existe, a audiência está formada e o fluxo de consumo digital só cresce.
O ponto de inflexão para o varejo não é mais entrar ou não nas redes, mas entender como transformar esse apelo em operação consistente. Quando o social commerce é tratado apenas como campanha, os resultados tendem a ser episódicos. Quando vira sistema, com rotina, governança e reaproveitamento, ele passa a gerar resultados contínuos.
No cenário atual, não vence quem aparece mais. Vence quem constrói um processo capaz de transformar atenção em venda recorrente.
O que antes era tratado como ação pontual hoje se mostra claramente como estrutura de operação.
Os resultados recentes do TikTok Shop reforçam esse movimento: mais de US$100 milhões gerados na Black Friday de 2024 com mais de 30 mil lives realizadas. Não é sobre um conteúdo viral isolado, mas sobre consistência, cadência e capacidade de transformar atenção em fluxo contínuo de venda. Quando o digital é tratado como sistema, com rotina de criação, teste, resposta e reaproveitamento, ele deixa de ser aposta e passa a ser previsibilidade.