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ARC

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So, I got the opportunity to photograph my future house in Covilhã Thank you to Luis Da Cruz @galerialdc Full project soon on my behance (link in bio)
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1 year ago
How to build a giant “Cravo” in a middle of a city, with Luís da Cruz. @galerialdc @covilha_municipio
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2 years ago
“Blue Harlequin” by @lost.in.combo Model: João Ferreira
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2 years ago
Some of my favorite shots from @companhiaclubofficial in 2023. Tomorrow we’ll meet again 🕺🏻 Full album via link in bio.
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2 years ago
Teima by @pikikaa Realizado por Late. (@late_ph ) Direção de Fotografia por Filipe Barreiro (@barreiro.mov ) Produzido por Mafalda Leal da Costa (@mafslcosta ) Direção de Arte por Leonor Catalão (@leonor_catalao ) e Rita Benedy (@ritabenedy_ ) Gaffer Xicz (xicz_ph) Editado por Filipe Barreiro e Late. Color Grading por Xicz Set Photography por Afonso Correia (@o_arc ) BTS by Pedro Madeira (@pedromadeirap ) Talento Vicente Vilela (@vilelaok ) Rental: Algures no Planisfério
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2 years ago
“AO RITMO DO CANTE É tão grande o Alentejo, que não sobra espaço para a imaginação. O que olhamos é só o que vemos e a Terra estende-se até chegar aos confins da ilusão. De Mértola a Marvão o Fotógrafo viaja como turista, sem saber por onde, por lonjuras e planuras, ao encontro de formosas moiras encantadas e de patrimónios milenares, embalado por essa herança berbere que se revela no Cante. Mas em Setembro só há sorrisos de brancura, à sombra de um sol que abrasa a terra... Já não saem moças pró campo e as cigarras já terão morrido. No restolho ardente resiste a sombra de uma azinheira e lembramos que Fernando Pessoa já aqui (não) via... Nada com só nada à volta E umas árvores à mistura Nenhuma delas verdura, Que rio ou flor não enflora. Se há inferno, dei com ele, Pois se não é aqui, onde diabo será ele? Mas o Fotógrafo há-de ir andando, enquanto o Pessoa ficou em casa chorando... Ao passar o Guadiana pôs o pé, molhou a meia, e pôs mais que o pé, pois que a canícula derretia o xisto, contorcido em impressionantes formas fluídas moldadas pelas forças telúricas e pelas enxurradas invernais no Pulo do Lobo. O Fotógrafo há-de amar uma pedra... por honra e respeito aos homens que as transformaram em miragens de castelos de vento por entre águas vermelhas de sangue e ácido das Minas de S. Domingos. Mas o Fotógrafo cansou-se de solidão, volta a matar saudades nas ondas do Alqueva, e com outra “água” rubra que o encanta, com o seu perfume e paladar, e que enfernizava a vida dos frades do Convento da Orada... Tanto Alentejo há no seu sabor! Matar o bicho é essencial, mas o que mais fascina o Fotógrafo são as sombras e os contrastes de luz do Alentejo, nas aldeias, montes e capelas, onde já não fala a voz de Deus, sobre a cal desfeita e a alvura. E há sempre sombra para mais um, nas ruas estreitas, vicinais, enfeitadas de vasos pouco floridos e engelhados estendais. Caminha agora sobre mármore na abonecada terra estremoceira, afamada pela UNESCO, e chega a tempo de um pôr do sol sem par, em Marvão onde o horizonte desaparece nas brumas da história e o Fotógrafo se revela noturno, nas aluadas ameias do castelo.” - Texto escrito por: Paulo Cavaleiro
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2 years ago
Manuel da Silva Ramos “Em entrevista exclusiva e não publicada, disse: “isso dos cânones e das escolas, detesto”. Tanto na vida como na literatura afirma-se como um rebelde. “Um escritor deve ser independente”, diz o autor como regra para a vida e para a literatura. A liberdade é-lhe primordial. Filho de alfaiate bondoso que partiu deste mundo com muita gente a dever-lhe dinheiro e com uma senhora em especial, especialmente burguesa, a dever-lhe desculpas vitalícias, nasceu no tempo da ditadura no Refúgio na periferia de uma Covilhã pujantemente industrial. Nos tempos de adolescência destaca-se pelo apetite cultural. Aos 17 de idade vai para Lisboa com ideias de estudar. Mas a ditadura era-lhe intragável. Exila-se em França, de onde só voltará 27 anos depois. Instala-se em Lisboa e escreve com fôlego superior. Divide a sua vida entre a capital e a Beira. Em 2023, Manuel da Silva Ramos tem 76 anos e continua a escrever, a estar com os seus amigos já conhecidos e aqueles que ainda vai fazendo, no seu espírito inacabado da convivialidade. Em 2024 voltará às publicações, prova da vivacidade de uma escrita sem amarras, um ofício assumido e dedicado à vocação Aqui, pelo olho de ARC, Manuel da Silva Ramos mostra-se como é, em manhã outonal de sábado, num dos seus habitats naturais: a escrever. Vemo-lo também, rotineiramente, ao pé dos seus livros, a comprar o jornal, a tomar o café. O seu semblante memorável não deixa ninguém indiferente. Deste homem: a forte figura.” Texto escrito por: João Ferreira 📷: Fujifilm X100F & X-T30 II #portrait #photography #portraitphotography #blackandwhite #bnw #fujifilm #fujifilmphotography #fujifeed #fujifilm_xseries #fujix100f #fujixt30ii
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2 years ago
@companhiaclubofficial 14th birthday party on October 7
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2 years ago
Last Saturday at @companhiaclubofficial ‘Devil Wears Pink’ party
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2 years ago
Last Wednesday @ Sunset @cismacultural x @unight.project 📷: Fujifilm X100F #fujifilm#fujifeed#photography#sunsetparty#portrait#fujifilmphotography#sunset#fujifilmx100f
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2 years ago
Albufeira 📷: Fujifilm X100F #fujifilm#fujifeed#fujifilmphotography#fujifilmx100f
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2 years ago
River Trip 📷: Fujifilm X100F #fujifilm#fujifeed##portrait#fujifilmphotography #blackandwhitephotography#bnw#fujifilmx100f
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2 years ago