Hoje é o Dia Mundial do Português como Língua de Herança.
Na semana passada, para comemorar esse dia, realizamos a nossa aula ensinando uma receita de um Bolo muito especial: o Bolo de Cenoura.
Você conhece a receita? A professora Giuliana nos ensinou com uma dica diferente, para que o Bolo fique bem fofinho. Você sabe qual é o detalhe?
Assista e depois nos conte nos comentários! 😊☺️
Karine Mariely Cunha, membro fundadora do NuCLiH, participa do encontro promovido pelo GLIM para discutir o papel do talian na construção da memória, da identidade e das tradições culturais em Colombo (PR).
Um diálogo sobre língua de herança, imigração e pertencimento — temas que atravessam histórias familiares e ajudam a compreender a formação cultural do sul do Brasil.
📅 13 de maio
⏰ 16h30 às 18h
💻 Participação online via Zoom
🔗 Link para inscrição na bio
A música italiana como herança cultural está no centro do diálogo.
Neste encontro, o NuCLiH recebe representantes do Gruppo Nostalgia e do Gruppo Vocale Luce dell’Anima, grupos que mantêm viva a tradição italiana em Colombo (PR).
A live integra a programação da 20ª Settimana Italiana di Colombo (PR), que segue até o dia 09 de maio.
Com:
Milena Busato Mottin (Gruppo Nostalgia)
Diego Gabardo (Gruppo Vocale Luce dell'Anima)
Programe-se e não perca!
📅 04 de maio
⏰ 20h
📍 YouTube
#talian
#20settimanaitalianadicolombo
#CulturaDeHerança
#musicaitaliana
A música pode ser um arquivo de memória.
E, muitas vezes, é também um lugar onde a língua continua viva.
Em Colombo (PR), dois grupos mostram como tradição e identidade seguem pulsando por meio das canções italianas.
O Gruppo Nostalgia e o Gruppo Vocale Luce dell’Anima transformam repertório em pertencimento — e mantêm ativa uma herança cultural que atravessa gerações.
Esta live integra a programação da 20ª Settimana Italiana de Colombo (PR), que acontece de 03 a 09 de maio de 2026, e marca um momento especial: o NuCLiH passa a compor a agenda do evento, promovendo um diálogo entre pesquisa acadêmica e práticas culturais locais.
Um encontro que aproxima pesquisa, comunidade e tradição — no mesmo compasso.
Com participação de:
Milena Busato Mottin (Gruppo Nostalgia)
Diego Gabardo (Luce dell’Anima)
Dia 04/05, às 20h
YouTube
Link na Bio
Esperamos você para essa conversa.
#talian
#settimanaitaliana
#musicaitaliana
#culturadeheranca
Quantos nomes você conhece para cachaça? 👀
Pinga, mé, branquinha, água que passarinho não bebe… a lista é longa — e cheia de história.
Mais do que apelidos curiosos, essas denominações revelam a potência da língua em uso: criativa, afetiva e profundamente conectada aos contextos culturais em que circula.
A cachaça, nesse sentido, não é só uma bebida. É também um marcador simbólico, social e linguístico — atravessado por regionalismos, memórias e modos de dizer.
E se cada nome conta uma história, a gente te convida a escutar algumas delas com a gente.
Vem aí uma conversa que mistura cultura, linguagem e tradição brasileira — com aquele toque provocativo que a gente gosta.
Conta pra gente nos comentários: como a cachaça é chamada na sua região?
A cachaça é mais do que um destilado: é uma bebida de herança.
É patrimônio cultural, história, território e técnicas que atravessam gerações.
No próximo NuCLiH em Diálogo, vamos explorar esse universo a partir do Guia Mapa da Cachaça, que reúne quase 200 rótulos e revela a diversidade sensorial e produtiva do Brasil.
Para essa conversa, receberemos Felipe Jannuzzi, autor do guia e pesquisador.
A conversa será mediada por Fernanda Ortale e Karine Marielly.
Um encontro para pensar a cachaça como herança e patrimônio cultural, ampliando o olhar sobre os saberes que atravessam a sua produção.
📅 14 de abril
⏰ 19h
Link para o canal do YouTube na bio.
Não perca!
@felipe.jannuzzi
#guiadacachaça
#bebidadeherança
#patrimoniocultural
#bebidabrasileira
A palavra “Páscoa” vem do hebraico Pesach, que significa passagem. Na tradição judaica, a data marca a libertação do povo hebreu da escravidão no Egito — um momento de memória, travessia e renovação.
Com o cristianismo, a Páscoa ganha outro sentido: passa a celebrar a ressurreição de Jesus Cristo, tornando-se um dos principais marcos do calendário religioso. A ideia de passagem permanece — agora como transição entre morte e vida, sofrimento e esperança.
Mas as camadas dessa celebração são ainda mais antigas. Em diferentes culturas do hemisfério norte, esse período do ano já era associado à chegada da primavera, aos ciclos de fertilidade e ao renascimento da natureza. É daí que vêm símbolos como o ovo, associado à vida, e o coelho, ligado à fertilidade — elementos que atravessaram o tempo e foram incorporados às práticas culturais.
Hoje, a Páscoa é celebrada principalmente em países de tradição cristã — na Europa, nas Américas e em partes da África e da Ásia —, mas não de forma universal. Em muitos contextos, ela não é feriado nem tradição dominante, o que reforça seu caráter situado culturalmente.
No Brasil, a Páscoa chegou com a colonização portuguesa e foi se transformando ao longo do tempo. À dimensão religiosa somaram-se práticas culturais e comerciais, como os ovos de chocolate, e, sobretudo, os rituais familiares: almoços, receitas transmitidas entre gerações, modos próprios de celebrar.
Para o NuCLiH, a Páscoa é um exemplo de como as práticas culturais se constroem por camadas históricas, linguísticas e simbólicas. Cada forma de dizer, celebrar ou lembrar carrega uma trajetória — e revela modos de pertencimento.
🌿 Porque celebrar também é herdar, transformar e transmitir.
Feliz Páscoa!
#páscoa
#CulturaDeHerança
Perdeu a live? Sem problemas.
A primeira edição do NuCLiH em Diálogo já está disponível no nosso canal do YouTube — e você pode assistir quando quiser, no seu tempo.
Nesta estreia, mergulhamos nas manifestações culturais bolivianas em São Paulo, em uma conversa rica e necessária sobre língua, cultura e pertencimento.
A live foi mediada por Hellen Christina Gonçalves e conduzida por Jorge Rodrigues, integrantes do NuCLiH, que abriram esse espaço de escuta, troca e reflexão.
Se você se interessa por heranças culturais, diversidade e os caminhos que essas histórias constroem na cidade, esse encontro é pra você.
O vídeo está completo — pra ver, rever e compartilhar.
É só acessar o link na bio e entrar no nosso canal.
A primeira edição da série NuCLiH em Diálogo será dedicada às manifestações culturais da comunidade boliviana em São Paulo.
Reconhecida como uma das maiores comunidades migrantes da cidade, a presença boliviana tem marcado o cenário cultural paulistano por meio de festas, celebrações e apresentações organizadas pelas fraternidades — coletivos migrantes estruturados em torno da dança e das tradições folclóricas da Bolívia.
Participam da conversa:
• Judith Sinaniz — Associação Cultural Folclórica Bolívia-Brasil (ACFBB)
• Fábio Barbosa de Lima — Faculdade de Educação da USP
• Jorge Rodrigues de Souza Júnior — FFLCH-USP
📅 10 de março, 19h
📺 transmissão pelo YouTube do NuCLiH
Link na bio.
Esperamos você!
#liveNuCLiH
#culturaboliviana
NuCLiH em Diálogo | Live inaugural
A primeira edição da série NuCLiH em Diálogo será dedicada às manifestações culturais da comunidade boliviana em São Paulo.
Reconhecida como uma das mais numerosas comunidades migrantes da cidade, a comunidade boliviana tem marcado presença no cenário cultural paulistano por meio de festas, celebrações religiosas e eventos que mobilizam dezenas de fraternidades — coletivos migrantes organizados em torno de práticas de dança e de folclore da Bolívia.
Nesta live, Judith Sinaniz, coordenadora de projetos e eventos culturais da Associação Cultural Folclórica Bolívia-Brasil (ACFBB),
@acfbb_bolivia_oficial conversará com os professores Jorge Rodrigues de Souza Júnior (FFLCH-USP) e Fábio Barbosa de Lima (FE-USP) sobre o histórico dessas manifestações culturais e o papel da comunidade boliviana na organização e na continuidade dessas atividades em São Paulo.
📅 10 de março, 19h.
Marque na agenda e fique de olho nos nossos avisos.
#culturaboliviana
#NuCLiHemDialogo
#liveNuCLiH
#folcloreboliviano
NuCLiH em Diálogo | nova série de LIVES
Culturas de herança não existem apenas na memória. Elas vivem no encontro, na troca e na circulação de saberes.
É nesse espírito que nasce NuCLiH em Diálogo, uma série de lives mensais dedicada a línguas, culturas e cozinhas de herança.
A proposta é criar um espaço de conversa entre pesquisadores, estudantes e comunidades, ampliando o diálogo sobre heranças culturais.
A cada encontro, teremos convidados com experiências migratórias, perspectivas e vivências que ajudam a compreender as múltiplas heranças que compõem nossa sociedade.
Com NuCLiH em Diálogo, queremos fortalecer um ambiente de escuta, troca e circulação de conhecimento, conectando diferentes trajetórias culturais e intelectuais.
📌 No próximo post, apresentaremos o primeiro encontro da série, data, local e horário. Fica de olho!
#NuCLiHemDialogo
#liveNuCLiH
Ser descendente é viver entre tempos.
No Dia Nacional do Imigrante Italiano, lembramos que a imigração não é apenas um capítulo da história. É herança viva.
Os que chegaram trouxeram pouco na mala — mas trouxeram língua, gestos, receitas, devoções, modos de trabalhar e de celebrar. Trouxeram palavras que se misturaram ao português, sabores que se tornaram cotidianos, sobrenomes que hoje fazem parte da paisagem paulistana.
Mas a herança não está apenas nos bairros, nas cantinas ou nas festas típicas.
Ela está no modo de falar com as mãos, na receita repetida sem medida exata, na memória da nonna, na mesa de domingo.
A imigração italiana não ficou no porto.
Ela se fixou na cidade.
E continua se reinventando em cada geração.
No NuCLiH, entendemos que língua, cultura e cozinha de herança são formas de permanência.
São modos de continuar pertencendo — mesmo a milhares de quilômetros de distância.
Hoje celebramos não apenas quem chegou.
Celebramos o que permaneceu. 🇮🇹🌿🇧🇷
#dianacionaldoimigranteitaliano
#linguadeheranca
#CozinhaDeHerança