Presidir o júri regional do Clube de Criação pela primeira vez é que nem o primeiro sutiã: a gente nunca esquece.
É novo. Dá um certo frio na barriga. Mas, quando veste, você entende que cresceu. Rs
Uma responsa em repartir com os meus pares, de norte a sul, de leste a oeste do Brasil, um olhar sobre as ideias que nascem com sotaque e carregam a originalidade da criatividade brasileira.
Parabéns time do @clubedecriacao por ter colocado no mapa tanta representatividade. Uma categoria que valoriza e amplifica quem faz acontecer nos quatro cantos desse país.
Obrigada, Clube, pelo convite, pelo presentão e pela confiança.
Que tristeza a partida de quem tinha o dom raro de tornar tudo mais leve.
Pode olhar aí, meu orgulho de ter podido conhecer e trabalhar com esse cara incrível. Aliás, gravar com ele foi assim: o peso que diminuía, o riso que aparecia e a ideia que vinha.
A leveza e a molecagem de um cara mega profissional e criativo que fazia tudo parecer simples, mas sempre com muita verdade e intensidade.
Deixou algo que não se edita e nem se apaga: a memória da leveza, o prazer de criar junto, da gentileza do servir ao outro e do bem e amor que ficam mesmo quando ele se vai.
Sexta-feira, mei dia! Quem fez, fez. Quem não fez, daqui pra frente, não faz mais! Meu sonho era conhecer você e esse sonho me levou a trabalhar com você. 🙌😍
Obrigado, Maderite. Descanse em paz. 🤍
“Cabisbaixo” nasceu de um objetivo claro:
transformar um tema urgente em um filme de compreensão imediata.
A campanha adotou uma abordagem direta, apoiada na atuação como força central.
Isso exigiu rigor na preparação e um cuidado atento para traduzir a proposta original em escolhas precisas de elenco e na construção de cada quadro.
As audições foram determinantes nesse processo.
Com liberdade criativa, buscamos intérpretes capazes de trazer repertórios próprios — referências de vida, modos de observar o mundo e experiências que ampliavam o alcance da narrativa.
Essa dimensão pessoal aprofundou as performances e alinhou o filme ao que ele precisava comunicar.
A diversidade geracional no elenco também foi essencial.
A relação com o excesso de telas muda conforme a fase da vida, e reunir pessoas em momentos distintos permitiu representar essa variedade de forma natural.
Isso fortaleceu o diálogo com públicos diversos e ofereceu ao filme nuances complementares de uma mesma realidade.
A direção de cena articulou esses elementos humanos, estruturando cada presença dentro do sentido geral do filme.
As decisões foram guiadas pela precisão e pela clareza do que precisávamos construir coletivamente.
O alinhamento entre criação, direção e casting garantiu unidade e coerência ao resultado.
O reconhecimento de “Cabisbaixo” pelo Clube de Criação reforça esse percurso.
É um prêmio que evidencia intenção, maturidade e cuidado técnico — qualidades presentes na construção e percebidas na experiência final do filme.
“Cabisbaixo” reafirma nosso compromisso com narrativas que demandam rigor e responsabilidade.
É um trabalho que expressa esse princípio por meio de escolhas criteriosas, preparação sólida e uma construção que respeita tanto a complexidade do tema quanto quem recebe a mensagem.
O filme está aqui. Assista — ele fala por si.
#publicidade #casting #audiovisual #elencodigital #eunoelencoes
Bangkok, caótica e inesquecível — intensa e colorida. Do barco no mercado flutuante ao trem cortando o mercado seco. A cidade, apilhada de gente, cor, caos, sabores… tudo acontecendo ao mesmo tempo. Bangkok não para. A gente só tenta acompanhar. 🚃🛶🌴🥥
Railay, Krabi. Paisagens estonteantes que parecem ter escapado das telas de Frans Post — coqueiros, rochedos gigantes, baías nada secretas, rs, água verde-esmeralda e um pôr do sol que cabe uma altinha em slow motion!
Massagem boa, comida ardente feito fogo, mar de tirar o fôlego. Um mix de Noronha + Tailândia, onde o tempo desacelera e a alma sorri.
Entre o ringue improvisado e a fruta madura. Entre o azul que a câmera não dá conta e o riso que nenhuma legenda segura. Aqui tudo vira cena: o boxe tailandês que aparece do nada, o pássaro que senta à mesa como se fosse da família, a manga doce que parece ter sido colhida no sol, a geografia que recorta o azul turquesa do mar.
Paisagens que viram capítulos — desses que a gente quer reler. Phi Phi é isso: uma mistura gostosa de caos, cor, mar, gente, sabor e surpresa.
E eu? Só deixo a ilha me editar. Khop khun kha, Phi Phi! 🌴🥊🚢⚓️🥭🥥🇹🇭l
Chiang Mai é o tempo da alma. O silêncio tem som, e até o caos medita. Templos, tuk-tuks, curry picante e lanternas no céu —
Chiang Mai acende luzes por dentro. 🌕🐘🪷⛩️🏮🛺
Entre muralhas, trajes imperiais e o pato mais crocante do mundo…Beijing é um filme antigo rodando em cores novas. Vermelho imperial, azul sem fim e um tempo que parece parar pra respirar. 🇨🇳⛩️🦆
🌿✨
Hoje, completo 59 anos.
Escolhi celebrar aqui, com o meu amor Dani e o primo Gustavo, em Aracê, Pedra Azul — nesse pedaço de terra que meu pai, libanês, escolheu para plantar uma floresta de pinheiros 🌲 e sentir-se mais perto do Líbano. Ele sabia que este lugar seria mais um motivo para nos manter unidos.
O sítio do Libanês, como ficou conhecido, tornou-se a nossa segunda casa. A casa, sonhada e erguida por Dona Cirene, guarda afetividade em cada detalhe: as músicas em vinis e as orquídeas do Tio Hugo, a voz e o violão do meu irmão mais velho e dos sobrinhos. Conversas sem fim, encontros calorosos, milhares de garrafas de vinho, chá de cidreira e capeletti em noites frias.
Aqui vivemos chegadas e partidas, alegrias e saudades.
59 anos é uma estrada e tanto.
E nessa estrada agradeço a Deus pela saúde, pela paz que sinto hoje, pela família preciosa que me acompanha, pelas raízes que me sustentam e pelo amor que floresce em cada lembrança.
A casa do Libanês continua de pé, firme como a história que nos trouxe até aqui.
E eu sigo, com gratidão e serenidade, celebrando mais um capítulo desta vida. Sempre com a Virgem Maria passando à frente. 🙌🙏