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Marcélo Ferla

@mcferla

M de música | F de futebol = MondoMC No Spotify sou o Marcélo Ferla; Pra me ouvir: podcasts ‘Página Não Encontrada’ e ‘Re:mix’, Rádio Agulha
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Judy ♥️
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6 days ago
Mais um registro do show lindo do @teagoliveira na @radioagulha .
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8 days ago
@teagoliveira ao vivo na @radioagulha . Showzaço!
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9 days ago
SELECTA de feriado, com direito a happy hour! Pra animar o feriado desta TERÇA, dia 21/4, MARCÉLO F e BETO DJ revivem a festa SUBURBIA na Rádio Agulha, numa SELECTA longa que começa no happy hour e vai até a meia-noite. SUBURBIA nasceu em 1989, no saudoso Fim de Século, quando a dupla de DJs/seletores trabalhava na Ipanema FM. Na década de 90, ocupou as cabines de som de diversos clubes porto-alegrenses, e nos 2000 se transformou em um programa de música avançada da Ipanema FM, sempre trazendo as novidades das pistas e das paradas alternativas, mixando hip hop, house music, EDM, indie dance, indie rock e pop. Contribuição sugerida: R$ 15 A Rádio Agulha abre de segunda a sexta para o ALMOÇO, das 11h30 às 14h30. À noite, a Rádio Agulha abre de terça a sábado, das 18h às 24h, com transmissão ao vivo do estúdio da janela rosa, na base da chaminé do Total. Em radioagulha.com.br, pode ser ouvida 24 horas por dia.
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26 days ago
Pioneiro do hip hop, Afrika Bambaataa morreu dia 9/4/2026. Aqui, um texto meu sobre “Planet Rock”, um de seus sucessos. #mondomc
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1 month ago
(PARTE 2) Cruijff, artista da bola,artífice da modernidade Hendrik Johannes Cruijff nasceu em 25 de abril de 1947, em Amsterdam, morreu em 24 de março de 2016, em Barcelona, e permaneceu 68 anos quebrando regras e estimulando liberdades. Antes dele, o Ajax tinha fama nacional em um país sem tradição no futebol; com ele, virou uma potência europeia e mundial. Antes dele como jogador, o Barcelona viveu um jejum de 13 anos de títulos nacionais; com ele flanando pelo campo, recuperou a hegemonia espanhola. Antes dele como treinador, o Barça era uma potência nacional; com sua voz de comando, conquistou pela primeira vez a Europa; por causa dele, o clube adotou uma filosofia vitoriosa que continua dando resultados. Antes de Cruijff, a Holanda tinha disputado dois jogos de Mundial, e perdido ambos, em 1934 e 1938. Com ele, encarnou o espírito de seu tempo ao levar para os gramados a mentalidade libertária dos anos 1960/1970, que transformou Amsterdam na Meca da juventude e da rebeldia, e viu nascer a emblemática e revolucionária Laranja Mecânica. Ao explorar cada detalhe do futebol, o craque também foi decisivo para que os jogadores tivessem o nome inserido em um contexto mais amplo de cultura pop. A adoção de um número diferente na camisa, numa época em que os titulares usavam do 1 ao 11, foi uma estratégia certeira de diferenciação. Até 1970, Cruijff jogava com a 9, quando saiu do time por uma lesão na virilha. Sua volta aos campos foi gradativa, incluindo partidas na reserva, em que era inscrito com o número de 14. Depois de sair no banco no segundo tempo do clássico contra o PSV, e ajudar na vitória do Ajax, ele decidiu mantê-lo, mesmo ao ser escalado como titular, e criou sua mais conhecida marca registrada. No Barça, Cruijff novamente aderiu ao 9, mas adotou uma grafia diferente para seu nome, trocando o IJ pelo Y, de caráter mais universal. De um jeito ou de outro, já o tinha escrito no universo do futebol. Que mudou tanto por causa do holandês, que passou a ter seu próprio a.C/d.C. #mondomc
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1 month ago
Artista da bola, artífice da modernidade Na época em que chegou a Barcelona, eleito o melhor jogador da Copa do Mundo, ele jogava como um Messi, tinha fãs como um Cristiano Ronaldo, dava entrevistas como um Ibrahimovic. Rico e ciente do poder de influenciar as pessoas, como os Beatles, que amava desde criança, Cruijff fez questão de provocar a conservadora sociedade espanhola, em plena Era Franco, na companhia de sua mulher, Danny. Ele usava cabelos compridos; ela abusava das minissaias; ambos fumavam em público. Seu destino só podia mesmo ter sido o Barça, “més que un club”, um reduto da resistência catalã ao regime ditatorial. O Ajax, em que jogou desde os nove anos, também tem uma bonita história social, pelo apoio irrestrito aos judeus de Amsterdam nos tempos da guerra. A seleção holandesa, que comandava, era um deleite visual que se vestia e se comportava feito um veloz e organizado exército budista em busca de beleza e redenção. Cruijff esteve no epicentro da revolução tática, da agressividade do marketing esportivo, da transformação dos jogadores em ícones pop, da valorização do atleta profissional e do jogo bonito, acima de tudo, inclusive da paixão – ele torceu para a Espanha, contra a Holanda, na final da Copa de 2010, porque a seleção de seu país não lhe encantava. Genioso, ele foi o primeiro atleta da história a ser expulso em uma partida da Holanda, em 1967. Politizado, ao se ver impedido por questões familiares (ameaças de seqüestro e um suposto caso de traição), botou na conta da ditadura militar sua ausência no Mundial de 1978, e inspirou os jogadores holandeses a virarem de costas para o General Presidente da Argentina ao receberem suas medalhas de prata. Contestador, viu outro bom exemplo ser praticado pelos irmãos van der Kerkhoff naquela Copa. Eles também arrancaram uma listra de cada manga de suas camisas, assim como Cruijff no Mundial de 1974. Garoto-propaganda da Puma, concorrente da fornecedora oficial da Federação holandesa, a Adidas (da tradicionais três listras), o líder do time se negou a descumprir seu contrato por causa de um acordo firmado sem o conhecimento dos jogadores. (SEGUE) #mondomc
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1 month ago
#tbt Registros pessoais da filmagem de Milton Bituca Nascimento: @f.la.viamoraes e @miltonbitucanascimento @caetanoveloso @gilbertogil @manobrown
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2 months ago
HOJE tem aquece aqui na janela rosa pro show do @mundolivre_sa amanhã: ESPECIAL MANGUE BEAT por @mcferla 11/3 das 18h até às 24h Rádio Agulha Comes, Bebes e Ouves! Cristóvão Colombo, 545 e ao vivo em radioagulha.com.br
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2 months ago
Vamos celebrar o MANGUE BEAT! Nesta QUARTA, dia 11/3, @mcferla preparou um playlist especial temático do MANGUE BEAT, o movimento artístico musical pernambucano dos anos 90 que revelou artistas como Chico Science e a Nação Zumbi, Mundo Livre S/A., DJ Dolores e muitos mais. No playlist, hits de clássicos e obscuras do gênero, sons dos artistas que seguiram em suas carreiras solo, e de artistas que influenciaram os mangueboys e manguegirls. A contribuição sugerida é de R$ 15. A Rádio Agulha está de portas abertas de terça a sábado, das 18h às 24h, e 24h por dia no ar, em radioagulha.com.br Confere nossa programação e vem pros arcos da Cristóvão, 545 Reservas via whatsapp (link na bio)
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2 months ago
2026 vai ser lindo!
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4 months ago
Montenegro em Nashville’s vibe. Sunset em casa, no trânsito de volta pra (outra) casa.
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5 months ago