Um orgulho muito especial ✨!
A Carolina conquistou o seu primeiro pódio como trompista! 📯📯📯
No passado dia 9 de julho, no @concursointernacionaldesopros em Oliveira de Azeméis, obteve o 3.º prémio na categoria de Trompa Infantil.
Na prova de seleção, interpretou a obra “Solitude” de Forrest L. Buchtel e, como peça livre, a “Sonata No. 1 in F Major” de Benedetto Marcello.
Um agradecimento especial ao seu professor @10ricardocosta_hrn e às duas academias, @jobraedu e @filarmonicaseverense , que a acompanham e tornam possível continuar a sonhar. Obrigado!
"Sonhar. Voar. Inspirar" - Aeroclube de Viseu 🛩️
Desde cedo, as crianças olham para o céu com um misto de curiosidade e fascínio. Nos seus olhos, um avião não é apenas uma máquina — é um símbolo de liberdade, de aventura e de possibilidades infinitas. É esta forma pura e sonhadora de ver o mundo que faz com que nunca percam a esperança. Mesmo quando os obstáculos parecem grandes demais, elas mantêm viva a chama da imaginação e da vontade de voar mais alto. A infância tem essa força única: acredita sem medo, sonha sem limites.
O sonho de ser piloto nasce muitas vezes nessa primeira ligação emocional com o voo. Ao longo do tempo, pode ser alimentado por histórias, por experiências vividas num aeroclube, ou por figuras inspiradoras. E mesmo quando o caminho se torna exigente, técnico e desafiante, a criança que habita dentro de cada futuro piloto continua a lembrar o porquê de tudo ter começado. É essa persistência inocente — mas incrivelmente poderosa — que mantém vivos os sonhos, mesmo quando parecem distantes.
Há algo de profundamente emocional nesta paixão pelo voo: uma ligação que muitas vezes se transmite de geração em geração. Pais que outrora sonharam e voaram, hoje partilham esse amor com os filhos, criando uma ponte entre tempos e aspirações. Mais do que uma profissão, ser piloto torna-se parte de uma identidade familiar, um legado que se prolonga no tempo. A herança de quem já viveu o sonho alimenta a coragem de quem agora começa a construí-lo.
Com este vídeo, queremos precisamente celebrar essa esperança incansável, essa passagem de paixão e conhecimento entre gerações. Que sirva de inspiração para os mais novos nunca desistirem dos seus sonhos — por mais altos que pareçam — e para os mais velhos continuarem a partilhar a sua experiência e entusiasmo. No final, o ciclo fecha-se: os sonhos de hoje tornam-se as asas de amanhã. E o céu, esse, continuará sempre à espera.