The exhibition “Le Regard à L’Invers” has been extended until 20 May 2026. Talks to be announced soon! @muhnac@marcalsofia@pjv.art@anapaganini_ #digitalassets #pedrojaimevasconcelos #peepboxaffair
Depois de dois anos no isolamento de Łapy, na Polónia, esta é a instalação site-specific, com esculturas, desenho e pintura que agora habita a Sala de Exposições do @muhnac_ulisboa .
Nesta exposição, o tempo não corre, ele observa. ⏳ Convido-vos a desacelerar e a descobrir este meu ecossistema da atenção que nos fala de Migração, Simbiose e Geopolítica do Corpo. 🌿🔬
Preparem-se, porque a exposição vai mudando de configuração tal como um organismo vivo!
Quem é que já marcou na agenda para vir ver? Deixem aqui nos comentários! 👇
#NaterciaCaneira #AIndulgenciaDaLentidao #MUHNAC #Lapy #Polonia SiteSpecific Sculpture Drawing Painting Migration Symbiosis GeopoliticsOfTheBody SlowArt LisboaCultural
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After two years of isolation in Łapy, Poland, this is the site-specific installation featuring sculpture, drawing, and painting, that now inhabits the Exhibition Hall at @muhnac_ulisboa .
In this exhibition, time does not run; it observes. ⏳ I invite you to slow down and discover my "ecosystem of attention," which speaks to us of Migration, Symbiosis, and the Geopolitics of the Body. 🌿🔬
Be prepared, as the exhibition changes its configuration just like a living organism!
Who has already marked it in their calendar? Let me know in the comments! 👇
NaterciaCaneira IndulgenceOfSlowness MUHNAC Lapy Poland SiteSpecific Sculpture Drawing Painting Migration Symbiosis GeopoliticsOfTheBody SlowArt LisbonCulture ArtAndScience
A partir da exposição Deriva, de Sofia Arez, esta conversa reúne a artista, a curadora Sofia Marçal, a coordenadora do Jardim Botânico da Ajuda e o coordenador do Jardim Botânico de Lisboa e do Jardim Botânico Tropical para pensar a deriva como movimento vivo.
Num jardim, nada é fixo: sementes viajam, espécies adaptam-se, paisagens transformam-se lentamente. Também a arte deriva — no tempo, no espaço, no olhar de quem a percorre.
Entre criação artística e ecologia, esta conversa propõe um encontro aberto sobre deslocação, crescimento e relação. Porque derivar pode ser, afinal, uma forma de estar atento ao mundo.