Como é ter um restaurante em nome próprio e que desafios traz? Henrique Sá Pessoa responde no terceiro episódio de Falar de Boca Cheia 🙌
Nesta conversa, o chefe fala da saída do grupo Plateform, da criação do novo espaço, das mudanças no menu e no conceito do restaurante. Sá Pessoa explica ainda como se deu a transição das duas estrelas Michelin que detinha no Alma para o novo restaurante.
Neste episódio, estreia também a rubrica “Femenomenal”, dedicada à análise de temas marcantes da restauração em Portugal. Discute-se o Guia Michelin e o panorama atual da cozinha, com a participação de Pedro Cardoso. Aborda-se ainda o impacto do Voraz na restauração do Barreiro, com a participação de Tiago Emanuel Santos.
Este episódio marca ainda o início da parceria do Falar de Boca Cheia com a @makroportugal .
🎙️ O terceiro episódio já está disponível nas principais plataformas para ver e ouvir.
A terceira masterclass da Manja foi verdadeiramente inspiradora e o responsável tem nome: Nuno Mendes.
Depois de partilhar um pouco do seu percurso e da sua experiência como chefe, tanto em Portugal como no fora, Nuno, em conjunto com a equipa do seu @santajoanalisboa , preparou um almoço que espelha bem a sua criatividade e visão gastronómica.
📸 @mfchaves__photography
Alexandre Silva e Paulo Amado a jogar “Quem é o mais provável” no Falar de Boca Cheia? Temos e está imperdível. 😅
🎙️ O segundo episódio, com João Baião, já está disponível para ver e ouvir nas principais plataformas.
Dia 7 de abril, Nuno Mendes apresenta-se na Manja Marvila para uma masterclass intimista.
Não se trata de uma demonstração culinária, mas sim de uma conversa honesta sobre o cozinheiro enquanto pessoa, os seus modelos de trabalho, a sua visão sobre a cozinha, os produtos e as receitas.
A inscrição na masterclass inclui ainda um almoço preparado pelo chefe.
A partir das 9h30.
Valor: 50€ com participação, almoço e diploma.
Inscrições muito limitadas em [email protected]
Como é a vida de um cozinheiro fora da rotina de um restaurante? João Baião responde no segundo episódio de “Falar de Boca Cheia” 🙌
Nesta conversa, revela o que o levou a afastar-se do modelo tradicional de restauração e fala sobre o seu novo projeto no Alentejo, onde está a desenvolver uma horta própria e uma cozinha integrada num olival.
O episódio aborda ainda o tema da edição deste ano do Madrid Fusión — Quem tem o poder: o cliente? — e conta com a participação de João Roseira, numa reflexão sobre o papel atual dos vinhos na restauração. Há também espaço para discutir os mais recentes desenvolvimentos do caso Noma, com a contribuição de Miguel Peres.
🎙️ O segundo episódio já está disponível nas principais plataformas, para ver e ouvir.
A primeira edição deste ano da revista Manja, coloca no centro os produtores. 💡
Porque valorizar os produtores não é apenas falar de proximidade ou de identidade. É reconhecer o risco, o trabalho invisível e a fragilidade real de quem depende da terra e do mar. E, claro, sempre do clima. Proteger a produção é proteger o território.
Na capa, Rafael Norinho, da empresa Irmãos Norinho, é o rosto de destaque numa reportagem sobre a enguia, um recurso em risco de desaparecimento.
Em edição bilingue, está disponível em dois formatos — físico e digital — e pode ser descoberta em manja.pt/revista.
Agora já sabem.
Um dos temas dos próximos episódios do Falar de Boca Cheia é fácil adivinhar qual será. E o convidado? Há palpites? 🌟
🎙️ O primeiro episódio, com Rita Magro, já está disponível para ver e ouvir nas principais plataformas.
“Falar de Boca Cheia” está de regresso para a sua segunda temporada, agora também em formato vídeo. 🙌
O episódio de estreia tem como convidada principal Rita Magro, que se destacou pelo seu trabalho no restaurante Blind, no Porto, onde conquistou uma estrela Michelin.
Nesta conversa, a chefe fala dos motivos que a levaram a sair do restaurante estrelado para abrir um espaço, em nome próprio, o restaurante Atrevo, e aborda também a sua visão de cozinha portuguesa.
🎙️ O primeiro episódio já está disponível para ver e ouvir nas principais plataformas.
A segunda masterclass da Manja aconteceu ontem, com João Alves, especialista em fermentados e nos seus derivados.
O protagonista da sessão foi o koji. Falou-se de técnica e aplicações. Ao almoço, houve oportunidade de provar vários derivados e perceber como este ingrediente pode transformar um prato.
Em março há nova masterclass. Em breve contamos quem é o próximo convidado
📸 @mfchaves__photography
Na segunda Masterclass da Manja, vamos falar sobre koji, com João Alves.
Acontece dia 23 de fevereiro, a partir das 9h30.
A sessão prática e formativa será focada no koji, um fungo que se desenvolve em cereais e leguminosas, usando-os como fonte de energia e tornando-os mais nutritivos.
Programa:
• O universo do koji;
• Introdução ao koji e seus derivados: o caso do miso, do amazake, do shio koji, do shoyu, entre outros;
• Aplicações práticas: marinada de shio koji, sobremesas com amazake, molhos de miso, cura de proteína com koji, entre outros métodos.
Almoço
• Com degustação dos produtos estudados.
Valor: 70€ com participação, almoço e diploma.
Inscrições muito limitadas em [email protected]
Cada escolha na cozinha é também uma escolha para o futuro. 💡
Apresentamos a nova edição da Manja, convidando os leitores a mergulhar no conceito que cada vez mais se afirma como urgente: Uma Só Saúde.
Esta edição propõe uma reflexão sobre como a cozinha pode e deve funcionar como ponte entre a saúde individual e coletiva: na origem, na confeção, no consumo e no legado que deixamos às próximas gerações.
Na capa, os chefes Marta Caldeirão e André Coelho, do restaurante Âmago, em Lisboa.
Em edição bilingue, está disponível em dois formatos — físico e digital — e pode ser descoberta em manja.pt/revista.
"Entre Entulho e Sucata" é o nome da nova exibição do artista mexicano Diego Inestrillas, na Manja Marvila, em Lisboa.
→ Disponível para visitar entre 22 de janeiro e 22 de fevereiro. Entrada livre.
→ Exposição. Degustações. Escuta.
"Por que insistimos em projetar futuros diferentes? O que é realmente habitar o presente se ele se baseia completamente numa conceção do passado e numa previsão do futuro? O presente é catalisador da memória e do anseio, é tanto uma realidade quanto uma ilusão, é um momento em que imaginamos com base no que lembramos, onde sentimos o que em algum momento foi e o que pode ser. É um momento de transformação, uma metamorfose que não oferece uma forma final, que implica aceitar o que já não é e o que ainda não sabemos nomear. Não percebemos a natureza como ela é, mas como aprendemos a vê-la; a crise ecológica é epistémica mais do que ambiental.
Dentro deste novo imaginário, sugere-se vida através da forma, onde se figuram objetos reconhecíveis, interações entre formas que sugerem momentos de transformação, de metabolização, de consumo, extração e vida. Dentro deste espaço, não é evidente quem consome quem; observa-se como a vida transforma, como consome, sem julgamento entre os atores, sem preferência por diferentes naturezas. A obra permite um momento que parece estar a acontecer diante dos nossos olhos, preso num momento desconfortável entre a criação e a destruição. Enfrenta um momento em que obstrui o caminho da indiferença e permite a reflexão sobre novas ontologias da vida e da natureza"
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Diego Inestrillas é um artista multidisciplinar (Cidade do México, 1998) cuja prática se centra na representação do diálogo entre materiais, espaços e sujeitos, investigando a intersecção entre o natural e o industrial.