No 1° Viradão de Cenas Curtas, que acontece dia 18 de abril no Gene Insanno em Araruama, começaremos o dia com oficinas pensadas para o aprimoramento artístico e de produção da carreira dos artistas da região.
Pra fechar nossa manhã de estudos, a Cíntia chega com a oficina Captação inteligente: crie cultura que vende! A oficineira vai falar sobre estratégias para transformar projetos culturais em oportunidades de investimento sustentável. Um dos pontos importantes é sobre onde encontrar esses incentivos. Falaremos sobre a Lei Rouanet, Lei Estadual de Incentivo à Cultura e também sobre editais como Paulo Gustavo e Política Nacional Aldir Blanc.
📅 18 de abril
🕔 11h30 às 13h
📍Gene Insanno (Rua Coronel Doring, 71 - Araruama/RJ)
Inscreva-se no link da bio
Entrada franca!
Cíntia Lima @cintialimafotografia Produtora Executiva da Malice Produções Culturais @maliceprocult , onde o cinema nasce do chão e da memória. Doutoranda em Linguística (UERJ) e Mestra em Cultura e Territorialidades (UFF). Da Baixada Fluminense, transforma trajetórias, lembranças e vivências periféricas em linguagem, imagem e narrativa. Seu trabalho é compromisso com a cultura negra e indígena, os direitos humanos e a permanência de histórias que insistem em viver.
#pncc #minc #teatrorj #araruama #regiaodoslagos
O que você gostaria de guardar em imagem?
Produção audiovisual não começa na câmera.
Começa na palavra.
Antes do set, existe o texto:
o projeto que organiza o sonho,
a escrita que traduz desejo em estratégia,
a ideia que aprende a caber num edital, sem perder a alma.
Escrever projetos audiovisuais é um exercício de escuta e precisão.
É saber falar de processos, territórios, equipes e impactos.
É transformar memória, pesquisa e urgência em plano de ação.
É entender que a escrita também produz imagens, só que no papel.
No audiovisual, quem escreve projeto constrói caminho.
Define tempo, orçamento, linguagem e política.
Decide quem entra, quem fica de fora,
e que histórias conseguem existir no mundo.
Produzir é também escrever.
E escrever projeto é um gesto criativo,
técnico e profundamente político.
📽️ Escrever é também parir memória.
Os filmes da Malice nascem do corpo.
Do corpo que lembra, que sente, que atravessa a experiência e transforma vivência em linguagem.
Aqui, o cinema é uma forma de escrita de si.
Uma escrita que não se faz só com palavras, mas com imagens, silêncios, arquivos rasgados, gestos herdados, dores nomeadas e afetos insistentes.
Cada filme carrega marcas da trajetória de quem escreve e roteiriza:
a maternidade vivida, pensada, tensionada;
os direitos disputados no cotidiano;
a memória como território político;
o corpo da mulher como lugar de narrativa e nunca de apagamento.
Escrever a si, nesse cinema, não é falar apenas de si.
É abrir passagem para outras histórias.
É fazer do íntimo um espaço coletivo.
É transformar experiência em linguagem, e linguagem em gesto de cuidado e resistência.
Em tempos de excesso, seguimos acreditando na arte como guardiã da identidade e da memória.
E no cinema como esse lugar onde viver também é escrever.
#EscritaDeSi
#CinemaDeExperiência
#MemóriaEImagem
#Maternidades
#CinemaFeminino
Escrita que vira caminho!
Antes do edital, existe a escuta.
Antes do projeto, existe a ideia.
Antes da forma, existe o corpo.
A oficina Escrita que Vira Caminho é um convite para desacelerar a escrita e retornar ao que move: memória, desejo e urgência.
Aqui, escrever não é provar nada.
É permitir que algo apareça.
Inspiradas na escrevivência de Conceição Evaristo, entendemos a escrita como gesto situado:
o corpo como arquivo,
o território como linguagem,
a memória como método.
Durante dois encontros, atravessamos o destravamento da escrita, a escrita como processo e a organização de ideias para o Edital da PNAB
Porque nem toda ideia nasce projeto.
Mas todo projeto precisa, antes, existir.
Escrever é também um gesto de permanência, é ampliar seu alcance.
Seguimos escrevendo.
Porque a escrita segue como vento que move.
Serviço:
Dias 02 e 05 de fevereiro, das 18h às 21h
On-line pelo Meet
Investimento:
R$ 60 reais no pix ou R$ 70,00 no cartão.
Gratuito para Mães e 2 vagas sociais.
Com: Cíntia Lima & Thailane Mariotti
Realização: Malice Produções Culturais
Designer: Sandro Garcia
Apoio: Meio Filmes
📍 Baixada Fluminense
#EscritaCriativa #Escrevivência
#ProjetosCulturais #PNAB
#CulturaPeriférica
Avisa que a Malice agora é Ponto de Cultura!
A gente pulsa arte, memória e comunidade há tempos e agora isso ganhou reconhecimento oficial pelo Ministério da Cultura.
É sobre fazer do nosso corre um lugar de encontro, sobre criar junto, sobre fortalecer quem vem com a gente.
Nilópolis segue viva, criativa e cheia de história pra contar e a Malice tá no meio desse fluxo, com o coração quente e os pés no território.
Vamo que vamo, porque cultura é movimento. Um salve aos sócios que fazem tudo acontecer: @_adrianmonteiro_@cintialimafotografia@sdbrgarcia@thaimariotti
Na quarta-feira, dia 17 de setembro de 2025, a partir de 13h30, no auditório do IFRJ /Nilópolis, o Cineclube Ankito, apresenta a sessão Maternidades e direito de escolha com a exibição dos filmes: “Mães Solo”, “Cala a boca” e “Direito de Escolha”, produzidos pela Malice Produções Culturais e distribuídos pela Malice Filmes.
Venha refletir, dialogar e compartilhar experiências sobre maternidade, autonomia e escolhas possíveis.
"Meu bloco é a rua" é um manifesto carnavalesco totalmente protagonizado pelo bloco @apererecadobrejo
Produzido em 48h no desafio @jovscurta , que já tem uma mostra com data e horário!
01/10 ás 19h na cinemateca do MAM (@cinematecamam )
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#carnaval #cinemaindependente #cinemabairrista
Nosso filme foi selecionado para a Mostra de Cinema Artes da Quebradas 2025.
Essa mostra nasceu do desejo de celebrar a potência da produção cinematográfica que pulsa nas periferias, com todas as suas diversidade, possibilidades e, principalmente, suas resistências.
Ele será exibido em quatro sessões especiais durante os meses de outubro e novembro em duas cidades: duas exibições no Rio de Janeiro e duas em Duque de Caxias.