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MAC USP

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Instagram oficial do Museu de Arte Contemporânea de São Paulo.
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#Repost @babigamaguimaraes with @repostapp ・・・ Ainda recuperando o atraso no #desafioprimeira 📷 Essa do dia 9 - Olhos. #olhos #eyes #cat #gato #gatão #fotografeumaideia #relicariofotografico #luhtestoni #macusp #museu #museudeartecontemporanea #photo 🐱✌🏻️
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10 years ago
A exposição Classicismo, Realismo, Vanguarda: Pintura Italiana no Entreguerras, apresenta as 71 pinturas italianas adquiridas entre 1946 e 1947, por Francisco Matarazzo Sobrinho, o Ciccillo, e sua esposa Yolanda Penteado, para a criação do antigo MAM de São Paulo. A exposição traz ainda dez obras de artistas brasileiros cujas práticas mantinham relação com o ambiente artístico italiano do entre guerras. Talvez uma das coleções mais importantes de arte moderna italiana fora da Itália, esse conjunto de obras do MAC USP pode contar uma história da arte moderna italiana da primeira metade do século XX. A exposição fica no MAC USP Ibirapuera até o dia 31 de janeiro de 2016. #art #classicism #vanguard #painting #sp #saopaulo #museu #macusp #italian
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10 years ago
Exposição A Casa. Era uma casa muito engraçada. Vinícius de Morais, autor do poema que virou canção , já falava da criação de um espaço que deveria ser o de um lar, mas que é repleto de estranhamento, de elementos faltantes, da própria ausência de praticidade esperada do ambiente doméstico. Mas, apesar de tudo isso, o bordão da letra repete que ela era feita com muito esmero, na rua dos bobos número zero. Aqui, obras da coleção do MAC USP estão distribuídas não por ordem cronológica ou autoral, mas pela representação dos papéis que cada uma cumpriria em sua função de domesticidade. Essa ordem caseira seria possível, por exemplo, caso o sofá de Regina Silveira fosse feito para sentar, ou a vitrola de Iran do Espírito Santo fosse pensada para tocar discos. Ou ainda as escumadeiras espetadas no cordeiro, de Alex Flemming, fossem feitas para fritar, utilizando para isso o fogão de Alex Vallauri. Exposição ocorrerá até 31 de julho de 2016 no MAC USP Ibirapuera.
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10 years ago
#Repost @marcelo.thadeu with @repostapp ・・・ quando as linhas se convergem para um ponto, é ida, é caminho a se seguir. #macusp
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10 years ago
#Repost @marcelo.thadeu with @repostapp ・・・ da janela do oitavo andar 🔄 #macusp
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10 years ago
#Repost @vivacultura_sp with @repostapp ・・・ Para quem ainda não foi visitar a Transarquitetônica, vale lembrar que a instalação fica no MAC USP até dia 25 de janeiro!!! E essa é a nossa dica de férias para hoje! A criançada se diverte para valer tentando encontrar as saídas da instalação e é válido ressaltar com os pequenos as diferenças de materiais utilizados na construção da obra. 😉 Localizado do antigo prédio do DETRAN, o MAC fica aberto às terças-feiras das 10h às 21h, e de quarta a domingo das 10h às 18h! A entrada é gratuita!!! #mac #macusp #artecontemporanea #arte #henriqueoliveira #passeiocultural #exposiçao #vivaculturaindica #arquitetura #transarquitetonica #capitaldacultural #vcgratuito #vcfamilia #vccrianças #vcfds #programagratuito #antigodetran #instaart #Art #archtecture #madeira #materiaisnaturais #vcgratuito #vcfamilia #vcmuseu #vcexposição #vcarquitetura #vcférias #criançasemsp
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10 years ago
#Repost @weingartenartgroup with @repostapp ・・・ This large-scale, interactive sculpture by #NinaPandolfo purrs at at visitors, literally begging to be touched! #WAGontheRoad #ApexBrasil #LatitudeBrasil
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10 years ago
#Repost @infoartsp with @repostapp ・・・ Inspirada no poema "A Casa", de Vinícius de Morais, posteriormente musicado por Toquinho em 1980, a exposição homônima com curadoria de Katia Canton, vice-diretora do museu de Arte Contemporânea da USP, trata da criação de um espaço que deveria ser o de um lar, mas que é repleto de estranhamento, de elementos faltantes e da própria ausência de praticidade esperada do ambiente doméstico. Nesse sentido, "A Casa" apresenta 18 obras que pertencem ao acervo do MAC USP e compartilham esse espírito de estranheza. As obras são dos artistas Alexander Calder, Leda Catunda, Alex Flemming, Iran do Espírito Santo, Cildo Meireles, Nina Moraes, Alex Vallauri, Flávio Cerqueira, Barrão, Regina Silveira, Maria Tomaselli, Camille Kachani, Ângelo Venosa, José Carratu e Ana Teixeira. Saiba mais sobre essa e outras exposições em nosso site: artsp.com.br | Alex Fleming, Cordeiro de Deus, 1991 (acrílica sobre animal empalhado e escumadeiras de alumínio) #mac #macusp #acasa #viniciusdemorais #toquinho #katiacanton #infoartsp #culturasp #sampa #alexflemming #artecontemporanea #cordeirodedeus
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10 years ago
#Repost @spsaopaulosp with @repostapp ・・・ Mais uma homenagem ao dia da consciência negra. Prestigie o @macusp e a arte brasileira nos museus paulistanos. Obra: "A Negra" (1923, óleo sobre tela) de Tarsila do Amaral (Capivari/SP, Brasil 1886 - São Paulo/SP, Brasil 1973), Doação MAM SP @mamoficial . "Pintora maior do modernismo brasileiro dos anos 1920, de sua iniciação com Pedro Alexandrino e Elpons, foi paulatino o seu desenvolvimento como artista, até sua vivência parisiense (1920 a 1923), quando estuda com Lhote, Gleizes e Léger, que exercem sobre a artista sensível influência, marcando sua pintura dessa década, a ser caracterizada pela construção, a composição quase sempre baseada na ortogonal, temática inspirada em temas interioranos oriundo de seus desenhos da viagem a Minas com os modernistas (1924). Será a pintura 'pau-brasil', que surge simultaneamente com a poesia e manifesto do mesmo nome de Oswald de Andrade, a quem se une de 1923 a 1930. Outra faceta de sua pintura dessa década é o clima onírico, de magia, que se depreende do ambiente de sonhos de suas telas de fatura lisa como a de surrealistas da época. O MAC USP possui também em sua coleção, além de alguns desenhos, 'A Negra', de 1923, antecipadora da fase 'antropofágica' (1928), assim como a mágica 'Floresta' (1929) e ainda 'Costureiras', óleo iniciado em meados dos anos 1930 em plena fase de preocupação social da artista, retomado e finalizado em 1950. EFCB - Estrada de Ferro Central do Brasil é do mesmo ano da viagem ao Rio e a Minas com o poeta suíço francês Blaise Cendrars e os modernistas. Evoca fortemente Léger com sua composição estruturada a partir de signos urbanos modernos: postes, pontes, sinalizações ferroviárias. A geometrização de elementos é bem evidente, assim como a simplificação das formas, o que seria uma constante em suas composições, elevando muito alto a linha do horizonte e dispondo ordenadamente os diversos elementos de alto a baixo. Todavia, a esta aparente racionalização do tema se contrapõe a cor 'caipira' e lisa da fase pau-brasil, identificado com o nativismo modernista, sempre luminosa e sem sombras" Aracy Amaral. #spsaopaulosp (Snapchat: spsaopaulosp 👻, www.face
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