Luiza Testa

@luiza.testa

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Hello I’m so happy to share my upcoming exhibition, curated by my dear friend and the amazing Luiza Testa @luiza.testa at the Sala Brasil - Embassy of Brazil in London @brazilembassyuk Opening to the public from March 14 - 02 April 2025 / Mon-Fri from 9am - 6pm “- ‘Manacá’ is Juli Manara’s first solo exhibition in London and it will bring together experimental photographs, sculptures and videos that explore nature and its transformations, including two new works by the Brazilian artist who has lived in England for almost fifteen years, recalling the modernist tradition of celebrating natural elements in the search for “genuinely Brazilian” art. Manara has a deep connection with the natural world, and her works reflect this, by blending the real with the surreal. References to the manacá flower are present in several of these creations, symbolizing Brazilian memory and identity, even after so many changes and distances“ + special collaboration with @celeste.com.vc Invitation design by @danunziata 🇧🇷 JULI MANARA – MANACÁ Curadoria: Luiza Testa Embaixada do Brasil em Londres Manacá é a primeira exposição individual de Juli Manara em Londres e será realizada na Embaixada do Brasil. A mostra reúne fotos, esculturas e vídeos experimentais que exploram a natureza e suas transformações, incluindo duas obras inéditas da artista brasileira radicada há quase quinze anos na Inglaterra, relembrando a tradição modernista de celebrar elementos naturais na busca por uma arte “genuinamente brasileira”. Manara tem uma relação profunda com o mundo natural, e suas obras refletem essa conexão, misturando o real com o surreal. A referência à flor manacá está presente em várias dessas criações, simbolizando a memória e a identidade brasileira, mesmo depois de tantas mudanças e distâncias. + Colaboração especial com @celeste.com.vc Design do convite by @danunziata
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1 year ago
“ETNOGÊNESE - o que é, e o que pode ser”, individual do Marcelino Melo (ou @quebradinha_ ) nasceu. Foram meses de conversas, ideias acolhidas, muito aprendizado e a reunião de uma equipe forte. Obrigada ao Marcelino por confiar e por me ensinar tanto, aos meus colegas curadores @patriciaborges e @emicida , às produtoras @loovilela e @i__vilela , à arquiteta @giseledepaula_arquiteta e equipe, ao designer @teorema_l , à @_evelynvilhena , @prismacolab , ao @victor.dewolf e toda a equipe do @mac.niteroi , @seixas.bella e o pessoal do @macquinho.cultural , @aquieopalacio , ao olhar atento do @maxuel_mello , aos montadores, aos patrocinadores @ln.urbanismo , @sandihotel e @artewall_com … enfim, todo mundo que esteve junto nesse processo desafiador (e que vale cada gota de suor) que é realizar uma exposição. 🧱
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1 year ago
AGENDA O @ccspoficial inaugura, no próximo sábado (08/07), a exposição coletiva “Ah, eu amo as mulheres brasileiras!”, com curadoria de @luiza.testa . Apresentando 19 artistas e um conjunto de 36 obras, a curadora promove uma revisão crítica da imagem estereotipada das mulheres brasileiras. Ao mesmo tempo, sugere caminhos para mudanças de paradigmas, por meio do afeto e da sororidade. No carrossel, você confere algumas obras que estarão expostas. São produções das artista @santarosa (que é uma inspiração para o nome da exposição), Juliana Manara, @brendanemcole , @ledebe e @danunziata A exposição fica em cartaz até 27 de agosto! Anotou? #artistaslatinas #arte #art #economiacriativa
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2 years ago
donnant plus de blé qu’un meilleur avril ✨🦦
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6 days ago
En alianza con Independent Curators International (ICI), compartimos las reflexiones de cuatro participantes del Intensivo Curatorial realizado en Montevideo, una instancia de formación e intercambio que convocó a curadores emergentes de distintos países de América Latina y Estados Unidos en torno a prácticas curatoriales, trabajo colectivo e infraestructuras culturales. In partnership with Independent Curators International (ICI), we share the insights of four participants in the Curatorial Intensive held in Montevideo, a learning and exchange program that brought together emerging curators from various countries in Latin America and the United States to discuss curatorial practices, collective work, and cultural infrastructure.
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8 days ago
UM TETO @mac.niteroi 28/3 a 7/6/26 Curadoria: @luiza.testa Artistas: @ayladeoliveira_ @carlacris.duncan @day_tropicaos @elisaarrudaaa @iahrara @marialynch___ @marinaquintanilha @marlenestamm Expografia: @ligiamrodrigues Produção: @vitormazon Comunicação: @patgilb Obrigada @victor.dewolf e equipe do @mac.niteroi @omagaleria @amgaleriadearte @mitregaleria E todas as pessoas incríveis que participaram de tantas maneiras ✨ Fotos: @estudioquadrante ⛓️ (parte 1 de 2) Há 98 anos, Virginia Woolf falava, diante de um grupo de mulheres, sobre as condições para que pudessem escrever. O discurso tornou-se o emblemático ensaio Um teto todo seu, em que a autora propunha que, para escrever tão bem quanto os homens, as mulheres deveriam ter as mesmas condições materiais — ou seja, um espaço próprio e autonomia financeira. Como ler esse texto hoje, a partir de um contexto radicalmente distinto? Que dimensões históricas, raciais e econômicas não foram — ou não puderam ser — abordadas então? E, talvez o mais importante: por que, apesar de todas essas distâncias, Um teto todo seu ainda é relevante? São essas (e outras) perguntas que as obras das oito artistas de Um teto colocam em diálogo. No Brasil de 2026, não se pode pensar o conceito de lar sem abordar questões fundamentais como raça, classe e gênero. A casa é um privilégio: o país registra cerca de 365 mil pessoas em situação de rua — um número em crescimento contínuo, que evidencia a negação do direito básico à moradia. A precarização do trabalho doméstico remunerado, somada à sobrecarga do não remunerado, que recai de forma desproporcional sobre as mulheres negras, evidencia a persistência de uma estrutura historicamente baseada na exploração. A casa pode ser abrigo, mas frequentemente é também um espaço de violência, onde convivem cuidado e dano, e a mulher é a principal afetada. Já os ideais de feminilidade — que incluem, mas não se resumem, à maternidade — reforçam a associação histórica entre mulher e cuidado, fazendo do espaço doméstico um lugar de expectativas morais e afetivas, e nem sempre de descanso. (Continua nos comentários)
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1 month ago
ainda não consegui elaborar o que foram esses dias em montevideo, participando do intensivo curatorial do @curatorsintl . o programa, aliás, se define tanto pelo “intensivo” quanto pelo “curatorial”, porque foram dias realmente intensos — e não só de discussões curatoriais, até porque a gente sabe que só uma partezinha da curadoria é, de fato, fazer curadoria. todo o resto é a vida. e assim foi. perreamos e curamos. sou só amor por esse grupo, por esse programa, por essas ideias. // aún no logro procesar lo que fueron estos días en montevideo, participando en el intensivo curatorial del ici. el programa, de hecho, se define tanto por lo “intensivo” como por lo “curatorial”, porque fueron días realmente intensos — y no solo de discusiones curatoriales, ya que sabemos que solo una pequeña parte de la curaduría es, de hecho, hacer curaduría. todo lo demás es la vida. y así fue. perreamos y curamos. estoy llena de amor por este grupo, por este programa, por estas ideas. ✨
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1 month ago
é uma exposição inspirada no livro da virginia woolf, mas é mais que isso: é sobre que condições temos hoje para criarmos e sermos livres sendo mulheres. UM TETO abre hoje com obras das maravilhosas @ayladeoliveira_ @carlacris.duncan @day_tropicaos @elisaarrudaaa @iahrara @marialynch___ @marinaquintanilha e @marlenestamm e porque uma exposição não se faz só de arte, mas também de suor e amizade, eu só posso agradecer muito às pessoas incríveis que tenho na minha vida: @ligiamrodrigues @housestudio.arq @thomazpacheco @vitormazon @luisacal @patgilb obrigada por tudo! obrigada ao @mac.niteroi por abrir as portas mais uma vez, à equipe de montadores e @omagaleria @amgaleriadearte @mitregaleria pela parceria. ✨
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1 month ago
essa semana abre “pequenas coisas podem ser grandes coisas”, uma exposição em que a @verenasmit revisita seu antigo ateliê na galeria metrópole, agora ocupado pelo @edel___stein . eu tive a honra de escrever o texto sobre esse encontro grandiosamente minimalista, que mexe com a relação tempo-espaço, a filosofia bergsoniana de passado e presente e, claro, com a memória. a abertura acontece quinta-feira a partir das 14h. espero vocês lá! ✨🤍
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2 months ago
comecei fevereiro esquiando e jogando tênis. ainda deu tempo de ver uns cavalinhos que o miró pintou e encontrar os amigos. de repente, tava na multidão pulando carnaval. quando vi, tava congelando em chicago pra apresentar um trabalho em um congresso. e agora pisquei e já é março??? pisa devagar, 2026! então bora de carrossel em desordem cronológica. 🦦
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2 months ago
Enquanto preparo minha apresentação para o Congresso da @caavisual , tenho pensado e lido sobre cuidado. Fecho o trabalho destacando a tendência entre artistas de utilizar o afeto como estratégia para combater a violência contra o corpo da mulher. Muitos já escreveram sobre afeto, carinho, cuidado. Recentemente, o curador da 36a. Bienal de São Paulo, Bonaventure Soh Bejeng Ndikung, publicou no Brasil um livro brilhantemente traduzido como “Artimanhas do Cuidado” pelo Bruno da Silva Amorim. Nele, o autor nos adverte sobre o sequestro do cuidado pela agenda capitalista. Me cativou particularmente a reflexão sobre a área em que atuamos – eu, ele e tantos amigos e colegas que me seguem aqui. No ensaio, Bonaventure se pergunta “como podemos imaginar a curadoria como um processo (…) de cura social ou espiritual (…) no que se refere às raízes de nossas preocupações e problemas sociais?” Isso é lindo. É, inclusive, o que me move. Ocorre que, antes mesmo de pensar na curadoria como uma possibilidade de cura para a sociedade, eu acho que devemos pensar em não adoecer os artistas e os trabalhadores da área. Daí, resolvi abrir esse espaço de conversa para saber como as pessoas têm se relacionado com o sistema da arte (seja trabalhando nele ou usufruindo dele). Nesse meio, a gente fala muito de cuidado, valoriza o afeto e o amor pelo ofício. Indo além, é muito ampla – e comprovadamente benéfica - a aplicação da arte como terapia na área da saúde. No entanto, parece que o sistema da arte em si está adoecido. Evocando Achille Mbembe: brutalizamos o sensível. É tanta cobrança, uma velocidade tão grande de acontecimentos, o calendário corrido; e a necessidade de pertencimento (e aqui, é claro que vale uma enorme discussão sobre privilégios e hierarquias). Enfim, quero dizer que a prática está muito longe do discurso. Sei que essa sensação é geral e irrestrita; é um reflexo - sintoma? – dos nossos tempos e não afeta só o campo das artes. Mas será que nós, pregando o que pregamos, estando onde estamos e, sobretudo, nos valendo da influência da arte na sociedade, não deveríamos fazer frente a isso? Cito e ecoo bell hooks. E vocês, o que acham? [Créditos nos comentários]
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3 months ago
marinheiro só, quem te ensinou a nadar? foi 2025. tô pronta. ♥️
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4 months ago