Às vezes, tudo o que a gente precisa é de alguém que sente do nosso lado e diga:
“Vamos olhar pra isso juntas?”
A terapia não é sobre respostas prontas.
É sobre ir descobrindo, aos poucos, o que faz sentido pra você. Com coragem. Com cuidado. Com companhia. 🤍
“E os filhos, pra quando?”
Se essa pergunta já te apertou o peito, essa live é para você.
Na terça, 12/05, às 20h, recebo a Psicóloga Luara Daher aqui no meu Instagram para conversar sobre a pressão em torno da maternidade, como diferenciar desejo real do roteiro imposto e como lidar com o medo de “estar passando do tempo”.
Não é live para te dizer o que fazer. É para te ajudar a entender o que você sente.
Salva, ativa o lembrete e marca aquela amiga que precisa ouvir isso 🌷
acho interessante como algumas frases encontram a gente em momentos muito específicos.
essas ficaram comigo essa semana, qual ficou com você também?
boa sexta ☁️
Na clínica, eu dificilmente olho para um comportamento pensando só em como “tirar” ele dali.
Primeiro, eu tento entender o que aquilo está fazendo pela pessoa.
Porque muitos padrões continuam acontecendo não só pelo prejuízo que causam, mas também pelo alívio, pela proteção ou pela sensação de controle que oferecem em algum nível.
E isso muda completamente a forma como a gente pensa mudança.
→ Vale a pena refletir. ⭐️
Eu costumo reforçar com frequência com os meus pacientes:
eu não acredito em uma terapia que olha só para defeitos, falhas ou para o que precisa ser mudado o tempo todo.
A forma como você se vê impacta diretamente no jeito como você se posiciona, se relaciona e conduz a própria vida.
Por isso, reconhecer recursos, movimentos saudáveis e coisas que já existem em você também faz parte do você está construindo. 💡
Às vezes, a irritação aparece mais rápido do que você gostaria.
Mudanças de plano, imprevistos, respostas fora do controle.
Nem sempre é simples perceber o que está por trás disso na hora.
Mas olhar para esse padrão com um pouco mais de cuidado já muda muita coisa.
Muitas pessoas chegam na terapia com a sensação de que já tentaram de tudo.
Pensam, entendem, refletem…mas, na prática, continuam voltando para os mesmos padrões.
Isso costuma vir acompanhado de uma conclusão silenciosa:
“o problema sou eu”.
Só que mudar não depende só de decisão ou esforço.
O contexto em que você vive influencia o que você consegue sustentar no dia a dia. Ambiente, relações, exigências, rotina…tudo isso pode reforçar exatamente o comportamento que você está tentando mudar.
Por isso, às vezes, não é que você não consegue. É que tudo ao redor ainda puxa para o mesmo lugar.
Mas esse é só um dos aspectos.
Existem comportamentos que continuam acontecendo não por falta de controle, mas porque cumprem uma função importante.
E quando essa função não é olhada, a mudança até começa…mas não se sustenta.
Vou trazer isso com mais profundidade nos próximos posts. Vem comigo? 💌
Evitar decepcionar muitas vezes está ligado à segurança. Ao medo de perder, de não ser suficiente, de não ser aceito.
E, aos poucos, isso pode virar um padrão:
você se ajusta, cede, engole o que sente… pra manter o vínculo.
Não há nada de errado em temer decepcionar os outros.
Mas, quando isso te afasta de você, vale olhar com mais cuidado.
— 💌
Pedi para alguns pacientes me ajudarem a construir esse post.
A ideia era lembrar como foi o começo da terapia. As dúvidas, expectativas e receios que existiam lá no início.
Mas o que eu recebi foram relatos muito mais reais (🥹). Sobre o que é, de fato, se permitir entrar em um processo terapêutico.
Cada experiência é única. Mas muitas das dúvidas do começo são mais comuns do que parecem.
Se você já fez terapia, como foi esse começo para você? E se ainda não fez, o que passa pela sua cabeça quando pensa nisso?
Se fizer sentido para você começar esse processo, você pode encontrar mais informações no meu perfil. 💌