A manobra Invert (também conhecida genericamente como handplant) é um dos pilares fundamentais do skate vertical e de transição. Sua origem remonta à metade da década de 1970, um período de transição onde os skatistas começaram a sair do plano horizontal para explorar as paredes de piscinas vazias.
Aqui está a trajetória dessa manobra icônica:
1. O Nascimento (1976)
O crédito pela invenção do Invert é amplamente atribuído a Bobby Valdez em 1976. Na época, o skate vertical ainda estava em sua infância. Valdez foi o primeiro a plantar a mão na borda (coping) de uma piscina e lançar o corpo e o skate para o alto, ficando completamente de cabeça para baixo antes de retornar à transição.
2. A Evolução de Jay Adams
Embora Valdez tenha “inventado” a mecânica, Jay Adams, uma das figuras mais influentes do grupo Z-Boys, foi quem refinou o estilo. Adams trouxe uma agressividade e uma estética que transformaram o Invert de um “truque de equilíbrio” em uma manobra de expressão e poder.
3. A Era de Ouro e as Variações (Anos 80)
Nos anos 80, o Invert tornou-se obrigatório para qualquer skatista de vertical. Foi nesse período que surgiram as variações que conhecemos hoje, impulsionadas por lendas como:
• Jeff Phillips: Famoso pelos seus “Phillips 66” (uma variação com fakie).
• Neil Blender: Criador de variações criativas como o Woolly Mammoth e o Sadplant.
• Tony Hawk: Que levou a manobra para novos patamares de altura e complexidade técnica.
4. Anatomia da Manobra
Para realizar um Invert clássico, o skatista:
1. Sobe a transição com velocidade.
2. Agarra a borda do skate (geralmente com a mão de trás).
3. Planta a mão da frente no coping.
4. Usa o impulso para estender as pernas para o alto, ficando em uma posição de “parada de mão” momentânea enquanto o skate permanece colado aos pés.
Hoje, o Invert é considerado uma manobra de “estilo e fundação”. Mesmo com a evolução para manobras de giro triplo e aéreos gigantescos, um Invert bem executado, com o corpo totalmente estendido e estático por um segundo no topo da parede, ainda é um dos momentos mais plásticos e respeitados em uma linha de Skate.
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